Para Dira Paes, Pantanal está devastado, e reforma agrária é uma questão urgente

Atriz, que interpreta Filó em Pantanal, destaca a relação da questão fundiária com a preservação do meio ambiente

Por Glauco Faria, no Brasil de Fato

Intérprete da personagem Filó na novela Pantanal, a atriz Dira Paes conta, em entrevista ao Brasil de Fato, que é possível perceber nas locações em que a novela é gravada os efeitos da devastação na região. E não é à toa: segundo pesquisadores do MapBiomas, a área coberta por água e campos alagados foi reduzida em 29% entre 1985 e 2020.

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MPF: Nota pública em apoio à atuação de procuradora no caso de criança vítima de estupro em Santa Catarina

Integrantes do Núcleo de Apoio Operacional à Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão na 4ª Região divulgaram manifestação

O Núcleo de Apoio Operacional à Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão na 4ª Região (NAOP-PFDC/4ª Região) divulgou, neste sábado (25), nota pública de apoio à procuradora da República Daniele Cardoso Escobar, titular do 7º Ofício da Cidadania da Procuradoria da República de Santa Catarina, unidade de primeira instância do Ministério Público Federal (MPF) naquele estado.

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A delinquência se desnuda. Por Janio de Freitas

O Brasil real escancara-se com Milton Ribeiro e pastores

Na Folha

O aviso de Bolsonaro ao ex-ministro e pastor, sobre busca da Polícia Federal em sua casa, não foi só interferência contrária a uma investigação da Polícia Federal. Não foi só a violação de sigilo oficial por interesse particular e criminal. Não foi só o conhecimento de motivos para prevenir o ex-ministro.

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A fumaça de um cigarro. Por Julio Pompeu

Na Terapia Política

Não há mais como lembrar-se do tempo em que as coisas não eram assim, do jeito que são hoje. Do sempre de hoje. Aliás, falando assim, dá a impressão de que tudo aqui é rotina. Mentira. Nada é rotina. Quer dizer, nada não. O tudo é rotina. Espera, não é isso. O que eu quero dizer é que a rotina é não rotina nenhuma. Nada aqui é, porque nada permanece. Às vezes, alguém diz que política é que nem nuvem. Parece que alguém importante e inteligente disse isso, mas cada vez que me contam essa frase, muda o autor. Bom, o negócio é que quando eu escuto, penso: só a política? Nada! A vida virou nuvem. Eu ando em nuvens. Tudo muda a todo instante. Nuvem ou fumaça, sei lá… Acho que a vida toda cabe na baforada de um cigarro… Taí! É isso! Um cigarro. A vida queima e a gente se queima. Depois tudo vira guimba fedida. Eu me sinto assim, bituca fumada…

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Funai contrata familiares de servidores sem concurso nem experiência em questões indígenas

Investigação exclusiva revela que ao menos três profissionais nomeadas entre 2020 e 2021 têm familiares ligados ao órgão, em suspeita de nepotismo; sem conhecimento especializado, enteada de procurador-chefe junto à Funai trabalhou como assessora da presidência

Por Fernanda Canofre e Mariana Della Barba, da Repórter Brasil

Laísa de Souza, Bianca Martínez e Isabella Michelon começaram a trabalhar na Funai (Fundação Nacional do Índio) entre 2020 e 2021. Além de terem sido contratadas na mesma época, elas têm outra característica em comum: familiares em cargos importantes do órgão. A suspeita de favorecimento nas contratações chega até o altíssimo escalão, já que uma delas foi assessora da presidência, ocupada pelo delegado da Polícia Federal Marcelo Xavier.

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Bispos Amazônia solicitam ao STF que retome o julgamento do Recurso Extraordinário sobre demarcações de terras indígenas

O documento foi protocolado junto à Corte na tarde desta sexta-feira, 24; nesta semana, indígenas se mobilizaram em todo país pedindo a retomada do julgamento

No Cimi

Diante da situação dos povos indígenas no Brasil, os Bispos Católicos da Amazônia Legal reunidos em Santarém, entre 6 e 9 de junho, solicitam ao Supremo Tribunal Federal (STF) que retomem o julgamento do Recursos Extraordinário (RE) 1.017.365, sobre a demarcação de terras indígenas. O documento destinado ao Ministro Luiz Fux, presidente da Corte, foi protocolado nesta sexta-feira, 24, com a presença de lideranças indígenas e representantes do Conselho Indigenista Missionário, organismo vinculado à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

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Saiba quem é o dono da fazenda onde Guarani Kaiowá foi assassinado, no Mato Grosso do Sul

Massacre policial ocorreu nesta sexta-feira, em Amambai, na fronteira com o Paraguai, e deixou oito feridos; pecuarista tem várias fazendas no município, fundou frigorífico no país vizinho e já foi autuado por desmatamento e extração ilegal de madeira

Por Alceu Luís Castilho e Bruno Stankevicius Bassi, no De Olho nos Ruralistas

Um indígena assassinado e oito feridos. Esse foi o saldo de mais uma operação policial contra os Guarani Kaiowá no Mato Grosso do Sul, realizada na manhã de ontem (24), no município de Amambai, na fronteira com o Paraguai. A vítima, identificada como Vito Fernandes, tinha 42 anos. Dois adolescentes da etnia encontram-se em estado grave, ambos com perfurações por balas.

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“Nosso Sangue Clama Por Justiça”: Aty Guasu publica carta sobre ação da PM e do Estado do Mato Grosso do Sul contra o tekoha Guapoy

Após retomada, indígenas foram atacados por policiais e fazendeiros; a comunidade fala em dois mortos, podendo ser maior o número, e pelos menos dez feridos

No Cimi

Na manhã deste sábado, 25 de junho, a Grande Assembleia da Aty Guasu Guarani e Kaiowá tornou público uma Nota, onde externa a dor e total revolta e indignação com a ação covarde da Policia Militar e do Estado do Mato Grosso do Sul contra o tekoha Guapoy, no município de Amambai, no Mato Brosso do Sul.

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Ailton Krenak e Davi Kopenawa abrem ciclo de conferências dos 95 anos da UFMG

Diálogo que une os pensadores indígenas no auditório da Reitoria, nesta segunda, 27, será transmitido pelo canal da Universidade no YouTube

UFMG

Os líderes indígenas Ailton Krenak e Davi Kopenawa Yanomami inauguram nesta segunda-feira, 27 de junho, o ciclo de conferências Futuro, essa palavra, que integra as celebrações dos 95 anos da UFMG, que serão completados em 7 de setembro de 2022. Com o tema Diálogos pela (re)existência em um mundo comum, a atividade está marcada para 14h e será realizada no auditório da Reitoria, com transmissão ao vivo pelo canal da UFMG no YouTube.

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Com apoio de políticos e empresários, violência contra indígenas se espalha no MA

Cinco anos após um ataque que decepou mãos e pernas de indígenas Akroá Gamella, em Viana, as comunidades se apoiam na retomada dos territórios, no uso sustentável dos recursos naturais e no cultivo da espiritualidade para resistir à violência crescente

Por Ed Wilson Araújo (texto) e Gui Christ (fotos), na Ponte

As chuvas generosas nos primeiros seis meses do ano criam paisagens esplendorosas nos campos naturais e lagos da Baixada maranhense. Pelos gigantes espelhos d’água, as canoas guiadas pelos índios Cruupoohré, Rokrã e Rop Prupru rasgam a vegetação sobre o majestoso Lago do Aquiri, até alcançarmos o sítio onde vive um homem mutilado e perseverante.

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