Depois da eleição, a grande questão colocada será o destino de Jair Bolsonaro
“Aqueles que fazem revoluções pela metade, não fazem senão cavar uma sepultura onde serão enterrados”
(Antoine de Saint-Just, Relatório à Convenção, 3 de março de 1794).
“Nenhuma liberdade para os inimigos da liberdade” (Antoine de Saint-Just).
O PT tem tido vários acertos táticos, mas insiste em uma estratégia errada. Está certa a tática de unidade na ação para o próximo dia 11 de agosto com todas as forças sociais e políticas, inclusive a Fiesp e a Febraban que reúnem a fração mais poderosa dos capitalistas brasileiros, que subscreveram os manifestos em defesa da legitimidade do processo eleitoral. A orientação de disputa nas ruas da supremacia contra a mobilização neofascista que sustenta a chantagem golpista de Bolsonaro para o 7 de setembro está correta, também.
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