Sem que entregadores saibam, iFood tem contrato que prevê direitos trabalhistas

Segundo documento exclusivo, iFood firmou contrato com terceirizada sobre escala e turno de trabalho; no papel, empresa se compromete em assinar carteira dos entregadores

Por José Cícero, na Agência Pública

No cruzamento da Avenida Faria Lima com a Rua dos Pinheiros — região da capital paulista que concentra muitos bares e restaurantes —, um grupo de entregadores se encontrou no dia 18 de abril para questionar as condições de trabalho para o iFood, como atrasos no pagamento e bloqueios no aplicativo.

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Exército recusa dar apoio a visita de parlamentares à Terra Yanomami

ClimaInfo

O Exército, vendido por este governo como “pau para toda obra”, foi incapaz de (ou, a bem da verdade, não quis) dar apoio logístico a uma comitiva de parlamentares que visitou a Terra Indígena Yanomami na semana passada. O pedido tinha sido feito pelo senador Humberto Costa (PE), que pediu ajuda militar para que o grupo pudesse visitar a aldeia de Aracaçá, palco de um possível caso de violência sexual e homicídio contra uma adolescente indígena por garimpeiros. No entanto, como informou a Folha, o comando do Exército apenas afirmou que a ação não seria possível “tendo em vista a restrição dos meios aéreos disponíveis na região amazônica”. O Metrópolis também repercutiu a negativa do Exército.

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Helio Santos: “O dia 14 de maio de 1888 é o dia mais longo da nossa história”

Ativista histórico contra o racismo alerta que a pauta nunca foi tratada de acordo com sua dimensão

Por Nara Lacerda, no Brasil de Fato

Às vésperas da uma eleição com potência para definir o futuro do país, inclusive em longo prazo, o professor e ativista contra o racismo, Helio Santos, é enfático: “A desigualdade no Brasil é uma decisão política e perpassa todos os governos.”

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Conselho Nacional LGBTI+ denuncia o bolsonarismo e defende a unidade na luta popular

Mais de 200 LGBTQIA+ participam do evento que se estende até terça-feira (17/5), com o Ato Cultural “17M: Bolsonaro Nunca Mais”

Por Wesley Lima, na Página do MST

O Encontro do Conselho Nacional Popular LGBTI+ teve início na tarde deste domingo (15), no Auditório da APEOESP, localizado no centro de São Paulo. A atividade reúne movimentos e organizações populares LGBTQIA+, que juntes constroem o Conselho Nacional Popular LGBTI+ desde 2018, ano de sua fundação.
O Encontro é um espaço de unidade popular em defesa da vida, dos direitos da população LGBTQIA+ e de denúncia ao Governo Bolsonaro. Mais de 200 pessoas participam do evento que se estende até terça-feira (17/5), Dia Internacional de Luta contra a LGBTQIA+fobia, com a realização do Ato Cultural “17M: Bolsonaro Nunca Mais”.

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Mais uma vez gritamos: Já basta! Chega de trabalho escravo!

CPT

Neste 13 de maio, a Campanha de Combate e Prevenção ao Trabalho Escravo da Comissão Pastoral da Terra, “De Olho Aberto para não virar escravo”, publicou carta aberta sobre a realidade do trabalho escravo que, após 135 anos, ainda assombra o Brasil. Desde 1995, mais de 58 mil pessoas foram resgatadas de condições degradantes de trabalho, da servidão por dívidas, do trabalho forçado e de jornadas exaustivas. Somado a isto, a desestruturação completa da vida, provocada por uma má gestão da pandemia, pela precarização do trabalho, pela miséria e pela exploração dos territórios camponeses e tradicionais, coloca em risco a liberdade e os direitos historicamente conquistados.

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Cimi Regional Amazônia Ocidental conta suas memórias, lutas, lutos e resistência ao longo dos 50 anos da entidade

A roda de conversa online será realizada nesta quinta-feira, 19, às 16h (de Brasília); o evento terá transmissão ao vivo pelas redes sociais da entidade e organizações parceiras

Cimi

Para celebrar seu cinquentenário, o Conselho Indigenista Missionário (Cimi) realiza uma série de rodas de conversas online com suas memórias, resistência lutas e principalmente, aqueles e aquelas que se dedicaram a construir a história da entidade, ao longo desses 50 anos. Nesta quinta-feira, 19, às 16h (horário de Brasília), a roda de conversa será com o Cimi Regional Amazônia Ocidental, que compreende o estado do Acre.

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Precisamos nos mobilizar na defesa da vida e das terras dos povos indígenas

O marco temporal, que tramita no Supremo Tribunal Fedral, é a maior ameaça aos povos indígenas na atualidade

Por Luiz Eloy Terena, no Brasil de Fato 

No dia 23 de junho, estará na pauta novamente do STF (Supremo Tribunal Federal), o julgamento do futuro das terras indígenas do Brasil. O presidente da Corte, ministro Luiz Fux, incluiu na pauta de julgamento o recurso extraordinário n. 1.017.365, conhecido como caso Xokleng, e que tem repercussão geral reconhecida. Significa que o entendimento que o Supremo adotar neste caso servirá de parâmetro para todas as terras indígenas do país.

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Multinacionais do café mantêm negócios com fazendas acusadas de trabalho escravo

Casos expõem fragilidade no monitoramento da cadeia produtiva do setor campeão em trabalhadores resgatados

Por Daniel Giovanaz, da Repórter Brasil, no Brasil de Fato

Flagrantes de práticas análogas à escravidão em fazendas brasileiras de café durante a safra de 2021 não foram suficientes para provocar a reação de grandes importadoras do grão nos Estados Unidos e na Europa. 

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Para onde vai o trabalho. Por Marcio Pochmann

No Terapia Política

O projeto ocidental de construção do povo da mercadoria ultrapassou cinco séculos de existência no interior das terras até então habitadas pelos povos indígenas há vários milênios. Durante todo esse período histórico, três módulos distintos de uso do trabalho foram impostos ao que se constituiu como Brasil.

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Os surdos, o carnaval e as milícias digitais. Por José Ribamar Bessa Freire

No TaquiPraTi

Naquele domingo de carnaval, o bloco “Gargalhada”, criado em 2005, desfilava na Av. 28 de Setembro, Vila Isabel, zona norte do Rio. A bateria com oito ritmistas surdos animava foliões cadeirantes, anões, cegos, downs e surdos, que reivindicavam o direito à alegria coletiva. Do alto do carro de som, dois intérpretes traduziam as letras das músicas e ensinavam expressões em Língua Brasileiras de Sinais – LIBRAS – a pessoas ouvintes, entre elas o Rei Momo que, com a voz nas mãos, saudou os brincantes nessa língua.

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