Comunidades Geraizeiras recebem representantes do Estado e equipe de estudiosos para abertura dos trabalhos do Relatório Antropológico em MG

Nos dias 06 e 07 de maio, as comunidades Geraizeiras do norte de Minas Gerais se reuniram para dar início aos trabalhos da construção do Laudo Antropológico do seu território dos Núcleos de Lamarão e Tinguí.

“Animados pela Fé, e bem certos da vitória, vamos fincar nosso pé e fazer a nossa história e fazer a nossa História, animados pela fé!”

Na CPT

Estavam presentes a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (SEAPA), representada por Gideão Cardoso Mendes, assessor técnico na Superintendência de Arrecadação e Gestão Fundiária e a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (SEDESE), representada por Cléver Alves Machado, coordenador estadual de promoção da Igualdade Racial e ainda as equipes técnicas multidisciplinares da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), coordenadas pelos professores Aderval Costa Filho (UFMG/BH) e Hélder dos Anjos Augusto (UFMG/Montes Claros).

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A luta pela terra cura as pessoas. Por Gilvander Moreira

Para os Sem Terra do Acampamento Dom Luciano Mendes, hoje assentados no Assentamento Dom Luciano Mendes, no município de Salto da Divisa, no Baixo Jequitinhonha, MG, a ignorância e o coronelismo impediram o início da luta pela terra em Salto da Divisa e percebem que a chegada das Irmãs Dominicanas, da Comissão Pastoral da Terra (CPT) e do MST[2] trazendo conhecimento e apoio foi o que desencadeou o processo de luta pela terra no município. Como se deu isso? Em uma Roda de Conversa, no Acampamento Dom Luciano Mendes, dia 21 de setembro de 2014, Aulerino Lopes do Nascimento, um abnegado lutador pela terra explica:

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Arpilleras do MST: Mulheres, memória e resistência na luta por Reforma Agrária Popular

A Rede de Combate à Violência Doméstica do MST/SP está em seu 4° ciclo de Arpilleras

Por Camila Miranda, Giulia Mafort e Marília Fonseca, na Página do MST

A Rede de Combate a Violência Doméstica do MST em São Paulo (RCVD/SP) completou 2 anos nesse mês de abril de 2022. Organizada através de várias reflexões e debates por um coletivo intersetorial, a Rede atua com duas frentes: de comunicação e de cuidados profissionais (assessoria jurídica e saúde mental).

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Relatório implica Bunge e outras multinacionais em cadeias da soja oriundas de grilagem

Pesquisa da Rede Social de Justiça e Direitos humanos evidencia vínculos de empresas com queimadas, desmatamento e expropriação de comunidades rurais; SLC, Insolo, BrasilAgro, Dahma e Radar/Tellus também são citadas

Por Mariana Franco Ramos, em De Olho nos Ruralistas

Empresas de soja divulgam políticas de desmatamento zero, mas se  beneficiam do processo violento de destruição ambiental e apropriação indevida de territórios. A conclusão é do relatório “Desmatamento, grilagem de terras e financeirização: Impactos da expansão do monocultivo da soja no Brasil”, lançado nesta semana pela Rede Social de Justiça e Direitos Humanos, que implica diretamente multinacionais como a Bunge.

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O caçador de jazidas: quem é o empresário que lidera a corrida pelo ouro em terras indígenas

Nos últimos 40 anos, as empresas da família de Paulo Carlos de Brito Filho fizeram 255 requerimentos para pesquisar minérios em áreas dentro ou no entorno de 42 terras indígenas. Mais de 95% dos pedidos é para encontrar ouro na Amazônia

Por Marina Rossi, Gisele Lobato e Daniel Camargos, em Repórter Brasil

Um pedido para realizar pesquisas minerais no Brasil custa menos de um salário mínimo, valor insuficiente para comprar duas garrafas do vinho nacional Guaspari. Mas, assim como as parreiras, essas requisições minerárias podem render bons frutos. Dono da vinícola, o empresário Paulo Carlos de Brito Filho atua também em pelo menos oito empresas que, juntas, ocupam o primeiro lugar na corrida pela mineração em terras indígenas (TIs).

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“Racismo é crime e como crime deve ser tratado”

Defensoria Pública do Estado do Ceará

A Escola Superior da Defensoria Pública (ESDP) promoveu na última sexta-feira (6/5) o workshop “Racismo e política de igualdade racial” destinada a defensoras (es), colaboradoras (es) e estagiárias (os). A capacitação foi facilitada por Zelma Madeira, uma das mais renomadas pesquisadoras do tema no Ceará.

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MPF pede suspensão de garimpo em terras indígenas no Amazonas liberado por Heleno

Por João Gabriel, no Yahoo

BRASÍLIA, DF (FOLHAPRESS) – O Ministério Público Federal (MPF) pediu, nesta segunda-feira (9), a suspensão da autorização de exploração do garimpo em trechos do rio Negro que banham terras indígenas praticamente intocadas na Amazônia.

O MPF pede que a Agência Nacional de Mineração (ANM) providencie a “imediata suspensão de todos os requerimentos ativos de pesquisa ou lavra minerária incidentes sobre as Terras Indígenas Médio Rio Negro 1 e Médio Rio Negro 2, no Município de São Gabriel da Cachoeira/AM”.

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Série de vídeos acompanha arqueólogos e retrata a presença indígena ocupando e transformando a Amazônia

Povoada há cerca de seis mil anos, floresta amazônica preservou vestígios dos povos antigos em Rondônia. Produção do Sesc TV acompanhou o trabalho de pesquisadores da USP e nativos no local

Por Tabita Said, no Jornal da USP

Disponível no Canal Cultural do Sesc na internet e na TV, a série Amazônia, Arqueologia da Floresta  mostra um território vivo e repleto de artefatos arqueológicos que ajudam a compreender a longa ocupação humana na Amazônia. Os vídeos exploram a relação de transformação do local a partir da vivência e sobrevivência dos indígenas Tupari no sítio arqueológico Monte Castelo, em Rondônia.

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Governo boicotou fiscalização contra garimpo em terras Yanomami, diz entidade de servidores

Associação afirma que última operação na região ocorreu há 5 meses; “sou psicopata”, declara presidente do Ibama

Murilo Pajolla, Brasil de Fato

A Associação Nacional dos Servidores Ambientais (Ascema), que representa funcionários públicos federais da área ambiental, divulgou uma nota que acusa o governo federal de boicotar ações de fiscalização na Terra Indígena (TI) Yanomami.

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