Na Argentina, cortes de Milei aumentam índices de HIV. No Equador, ajuste de Noboa leva a crise no acesso a remédios. Em El Salvador, Bukele demite milhares de trabalhadores da saúde. Casos são alerta para o Brasil: derrotar o fascismo é defender o SUS
Por Guilherme Arruda, em Outra Saúde
A passagem de Flávio Bolsonaro (PL) ao segundo turno da eleição presidencial gera crescentes temores de uma grande onda de cortes no orçamento público da Saúde, caso o candidato de extrema-direita seja eleito. Já circula publicamente uma proposta em que a equipe do candidato avalia acabar com o piso de investimento na Saúde e retirar dos gastos sociais (Saúde, Educação, Previdência) o equivalente a 2% do PIB, ou R$250 bilhões.
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