Um dia, a mãe de Isaura Carvalho decidiu, à revelia dos avós, ir viver com o homem por quem se apaixonara. Ela, negra, era a única filha. O avô não queria que vivesse como amante de um português branco, destino mais que provável para um casal misto naquele tempo. Mas os pais de Isaura “bateram de frente” um no outro e apaixonaram-se. Nessa altura não era permitido socialmente em São Tomé e Príncipe um branco e uma negra casarem-se, constituírem família, deixarem descendência mestiça. Continue lendo “São Tomé e Príncipe: Não podiam ser chefes. Resistiam a ser escravos”








