A democracia depende, como regime que promove a ruptura e superação de padrões autoritários de relacionamento, de pôr fim a um ciclo de repetição das repressões
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A memória pode ser um lugar de coisas boas ou ruins. Ou, tentando ser mais objetivo, é o registro de fatos que ajudaram a construir relações mais saudáveis ou, ao contrário, que perturbaram os laços sociais. Daí a importância de relembrar datas como a de 31 de março ou 1º de abril de 1964, quando um golpe de Estado interrompeu a democracia no Brasil por 21 anos. Continue lendo “Memória e democracia. Por Renato Janine Ribeiro”










