Território quilombola Rosário é reconhecido no Pará

No Incra

Publicada no Diário Oficial da União de 5 de julho (sexta-feira), portaria do Incra reconheceu uma área de 3.721 hectares como terras da comunidade remanescente de quilombo Rosário, localizada no município de Salvaterra, na região do Marajó, no estado do Pará. Continue lendo “Território quilombola Rosário é reconhecido no Pará”

Ler maisTerritório quilombola Rosário é reconhecido no Pará

Um olhar sobre a expansão dos parques eólicos no semiárido brasileiro

Avanço da energia renovável pode reproduzir e intensificar desigualdades e processos de exploração já existentes

Walisson Rodrigues*, Brasil de Fato

O Brasil alcançou um marco significativo na expansão de energia renovável com os 890 parques eólicos já instalados este ano, somando 25,04 gigawatts (GW) de capacidade instalada em operação comercial. Esses parques beneficiam aproximadamente 108,7 milhões de habitantes e 85% desses parques estão na região Nordeste do país. Continue lendo “Um olhar sobre a expansão dos parques eólicos no semiárido brasileiro”

Ler maisUm olhar sobre a expansão dos parques eólicos no semiárido brasileiro

Sem demarcação de território, Mundurukus sofrem com garimpo e desmatamento ilegal

FUNAI reconheceu área em abril de 2016 e iniciou estudos para sua delimitação, mas ainda não houve homologação; enquanto isso, atividades criminosas crescem na região.

No ClimaInfo

Com uma área de 178.173 hectares entre os municípios de Trairão e Itaituba, no oeste do Pará, a Terra Indígena Sawré Maybu quer ampliar o território pertencente aos Mundurukus. Atualmente, eles ocupam a TI Munduruku, de 2,4 milhões de hectares, no Alto Tapajós, próximo à cidade de Jacareacanga, no sudoeste paraense. Mas enquanto a demarcação não vem, os indígenas estão cada vez mais expostos a atividades criminosas. Continue lendo “Sem demarcação de território, Mundurukus sofrem com garimpo e desmatamento ilegal”

Ler maisSem demarcação de território, Mundurukus sofrem com garimpo e desmatamento ilegal

Queimadas: pesquisadoras da Fiocruz detalham a devastação da vida no Pantanal

Barbara Souza, Informe Ensp

Maior área úmida continental do planeta e casa de uma biodiversidade tão diversa quanto ameaçada, o Pantanal passa por mais uma intensa série de queimadas. Estima-se que, nos últimos cinco anos, os incêndios tenham degradado cerca de 9% da vegetação do bioma. A destruição gera prejuízos para a saúde das espécies que habitam o Pantanal e também das que vivem fora. Os danos são incontáveis e atingem, a curto, médio e longo prazos, populações humanas e de outros animais de formas variadas. O Informe Ensp conversou com as pesquisadoras Sandra Hacon e Marcia Chame, ambas da Fiocruz. Elas são biólogas e há décadas têm se dedicado a estudar questões ligadas à relação entre saúde e ambiente, inclusive no Pantanal. Continue lendo “Queimadas: pesquisadoras da Fiocruz detalham a devastação da vida no Pantanal”

Ler maisQueimadas: pesquisadoras da Fiocruz detalham a devastação da vida no Pantanal

Pescadores protestam por justiça aos atingidos pelo crime da Samarco/Vale-BHP

Ato na Assembleia Legislativa vai distribuir três toneladas de peixe durante audiência sobre repactuação

Elaine Dal Gobbo, Século Diário

Os atingidos pelo rompimento da Barragem de Fundão, crime cometido pela Samarco/Vale-BHP contra o Rio Doce em novembro de 2015, vão distribuir três toneladas de um peixe chamado valinha, em frente à Assembleia Legislativa. A manifestação será nesta quarta-feira (10), durante a audiência pública “Os impactos e a revitalização da Bacia do Rio Doce”, quando serão discutidos os impactos do crime socioambiental e a necessidade de reparação, com a participação dos atingidos no processo de repactuação em curso. Continue lendo “Pescadores protestam por justiça aos atingidos pelo crime da Samarco/Vale-BHP”

Ler maisPescadores protestam por justiça aos atingidos pelo crime da Samarco/Vale-BHP

Fome não é destino inevitável, mas escolha política

Políticas que garantam acesso à terra são essenciais para construir sistema alimentar eficaz

Fabiana Pinto e Gabi Coelho*, Brasil de Fato

A fome não é um fenômeno natural, mas um reflexo de escolhas políticas e econômicas. No Brasil, a coexistência de um agronegócio influente e milhões de pessoas em insegurança alimentar é a prova certa de que o sistema alimentar atual é falho e excludente. Diante desse cenário, iniciativas como as Cozinhas Solidárias surgem como um ato de resistência e um farol de esperança, mas não podem ser vistas como solução definitiva. Continue lendo “Fome não é destino inevitável, mas escolha política”

Ler maisFome não é destino inevitável, mas escolha política

MPF e DPU promovem audiência pública para discutir políticas de proteção aos defensores de direitos humanos no Rio de Janeiro

Evento será no dia 26 de julho, às 15h, no auditório da PR/RJ e terá transmissão on-line

Procuradoria da República no Rio de Janeiro

O Ministério Público Federal (MPF) e a Defensoria Pública da União (DPU) vão promover audiência pública no Rio de Janeiro para discutir o futuro do Programa Estadual de Proteção aos Defensores de Direitos Humanos (PEPDDH/RJ) e a política pública de proteção aos defensores dos direitos humanos no estado. O evento será no dia 26 de julho, uma sexta-feira, às 15h, no auditório da Procuradoria da República do Rio de Janeiro (PR/RJ). Os interessados em participar presencialmente devem enviar sua inscrição até o dia 25 de julho para o e-mail [email protected]. O evento será transmitido pelo Canal do MPF no YouTube. Continue lendo “MPF e DPU promovem audiência pública para discutir políticas de proteção aos defensores de direitos humanos no Rio de Janeiro”

Ler maisMPF e DPU promovem audiência pública para discutir políticas de proteção aos defensores de direitos humanos no Rio de Janeiro

MPF recomenda regularização urgente do assentamento PAE Lago Grande (PA), onde lideranças são alvo constante de ataques

Para MPF, demora na regularização é a principal causa da violência e de outras violações de direitos no assentamento

Ministério Público Federal no Pará

O Ministério Público Federal (MPF) recomendou que órgãos públicos adotem medidas urgentes para a regularização do Projeto de Assentamento Agroextrativista (PAE) Lago Grande, em Santarém (PA). Apesar de ter sido criado há quase 20 anos, o assentamento ainda não teve sua área regularizada, o que viola uma série de direitos das famílias assentadas e expõe as lideranças a constantes ataques de grupos criminosos. Continue lendo “MPF recomenda regularização urgente do assentamento PAE Lago Grande (PA), onde lideranças são alvo constante de ataques”

Ler maisMPF recomenda regularização urgente do assentamento PAE Lago Grande (PA), onde lideranças são alvo constante de ataques

“O discurso da culpa dos homens, especialmente dos jovens, mobiliza para a extrema-direita”. Entrevista com Alfredo Ramos

IHU

Perfurar as masculinidades para que possa entrar oxigênio. Não para criar modelos de homens ideais, mas para ampliar o que é ser um homem e mudar significados e hierarquias sociais. Em Perforar las masculinidades (Bellaterra), Alfredo Ramos (Madrid, 1978) reflete sobre um tema recorrente nos últimos tempos, mas com a carência de novas abordagens. Doutor em ciências políticas, Ramos tem participado de diversas experiências de economia social e por vários anos trabalhou no grupo do Podemos, na Comunidade de Madrid, experiência da qual provém um dos capítulos mais afiados do livro. Continue lendo ““O discurso da culpa dos homens, especialmente dos jovens, mobiliza para a extrema-direita”. Entrevista com Alfredo Ramos”

Ler mais“O discurso da culpa dos homens, especialmente dos jovens, mobiliza para a extrema-direita”. Entrevista com Alfredo Ramos

Cidades: convite a outras cosmovisões

O pensamento de Krenak e Nêgo Bispo sobre a crise urbana sugere: o modelo de “concreto, aço e asfalto” só levou às catástrofes. Mas a ancestralidade pode contribuir para superá-lo. Rever a cisão entre Natureza e Cultura é o primeiro passo

por Rôney Rodrigues, em Outras Palavras

Ideias fora do lugar

Escuta? São os gritos de socorro das cidades. A catástrofe no Rio Grande do Sul, deixando rastros de lama e mortes, é o mais recente deles no Brasil. Afinal, são tempos de eventos climáticos extremos – de grandes inundações e secas a ondas de calor extremo – nas cidades. E o preço da inação é mais alto que o boleto enviado ao poder público por consultorias estrangeiras e grandes empreiteiras para a reconstrução de cidades. Continue lendo “Cidades: convite a outras cosmovisões”

Ler maisCidades: convite a outras cosmovisões