MPF se reúne com representantes do povo Fulkaxó para assegurar ensino para indígenas em Sergipe

Indígenas pedem implementação do ensino e participação na elaboração das políticas de educação

Ministério Público Federal em Sergipe

O Ministério Público Federal (MPF) realizou reunião com a comunidade indígena Fulkaxó e a Secretaria de Estado da Educação e da Cultura de Sergipe (Seduc) para tratar sobre a implementação do ensino na reserva indígena, localizada próxima ao município de Pacatuba (SE). No encontro, os Fulkaxó defenderam a necessidade de que a comunidade tenha acesso à educação escolar, ainda que as escolas da aldeia não tenham sido construídas. Foi informado que, inicialmente, cerca de 30 a 40 alunos do Ensino Infantil e do Fundamental I e II, além de aproximadamente 40 alunos do Ensino de Jovens e Adultos (EJA) aguardam o início das aulas. Continue lendo “MPF se reúne com representantes do povo Fulkaxó para assegurar ensino para indígenas em Sergipe”

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Amazônia: primeiro fraturada e depois fragmentada. Por Eduardo Gudynas*

A Amazônia está mais uma vez no centro das atenções. Em poucos meses, será realizado um novo Fórum Social Pan-Amazônico, para abordar questões como a situação dos povos indígenas e as ameaças dos extrativismos. Com esse propósito, movimentos e organizações sociais se reunirão em Rurrenabaque e San Buenaventura, na Amazônia boliviana. Continue lendo “Amazônia: primeiro fraturada e depois fragmentada. Por Eduardo Gudynas*”

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Como Eduardo Bolsonaro e comitiva articulam com parlamentares dos EUA punições ao Brasil

Comitiva bolsonarista passa uma semana nos EUA e tenta convencer republicanos e lobistas de que Brasil viveria ditadura

Por Laura Scofield | Edição: Ed Wanderley, em Agência Pública

No início de março, uma comitiva de deputados brasileiros capitaneada por Eduardo Bolsonaro (PL-SP) passou cerca de uma semana em Washington (EUA) para angariar apoio político e tentar convencer os parlamentares republicanos de que o Brasil não é mais uma democracia. Continue lendo “Como Eduardo Bolsonaro e comitiva articulam com parlamentares dos EUA punições ao Brasil”

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Governo demarcará seis novas Terras Indígenas em abril, diz Guajajara

Sob cobrança de organizações e lideranças indígenas, governo federal prepara entrega de meta inicial de homologação de 14 novas áreas, prevista em plano de transição.

ClimaInfo

A ministra dos Povos Indígenas, Sônia Guajajara, confirmou nesta 4ª feira (10/4) que o governo federal está finalizando os últimos detalhes para anunciar a demarcação de seis novas Terras Indígenas até o final de abril. A declaração foi feita em Oxford, no Reino Unido, durante um evento sobre empreendedorismo social. g1, SBT e Valor abordaram a notícia. Continue lendo “Governo demarcará seis novas Terras Indígenas em abril, diz Guajajara”

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Periferias: o projeto-limpeza da ditadura

Dicionário Marielle Franco sugere: nos 60 anos do golpe, é preciso relembrar violações do regime nas favelas. Militarização do cotidiano e remoções eram políticas da alta cúpula; e não exceções. E ela temia as “subversivas” associações comunitárias

por Lucas Pedretti, em Outras Palavras

Presentes em todos os grandes centros urbanos do país, as favelas e periferias são parte da história do Brasil, bem como a luta constante de seus moradores e moradoras por direitos de cidadania. A estrutura racista e classista do Estado, desde o início da ocupação e da organização política das favelas, tem trabalhado para sua remoção – ou para sua criminalização, seja pelo apagamento ou pela marginalização. Isto ocorre porque estamos falando de um Brasil fundado em uma lógica colonial que ainda não se preocupou em reparar as populações que sobrevivem nesses territórios vulnerabilizados. Pelo contrário, a cada ano, governos municipais, estaduais e federais gastam montantes de recursos públicos para controlar de diversas formas a população favelada e periférica. Continue lendo “Periferias: o projeto-limpeza da ditadura”

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Em todo o país, Sem Terrinha se solidarizam com as crianças palestinas

Cerca de 40 escolas, de 13 estados, realizaram atividades pedagógicas contra o genocídio das crianças palestinas

Da Página do MST*

Nesta última sexta-feira (5/4), data em que comemoramos o Dia da Criança Palestina, o Movimento Sem Terra mobilizou crianças Sem Terrinha em 13 estados, nas cinco regiões do país, a partir das escolas do campo, em solidariedade as vítimas do genocídio na Faixa de Gaza, e em especial, as crianças palestinas Continue lendo “Em todo o país, Sem Terrinha se solidarizam com as crianças palestinas”

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Conselho Indigenista Missionário lança documentário “Horizonte aberto: uma história dos 50 anos do Cimi”

Documentário produzido durante Congresso dos 50 anos do Cimi percorre história da entidade, fundada em meio à Ditadura Militar e dedicada a defender os direitos dos povos indígenas

Cimi

O Conselho Indigenista Missionário (Cimi) lança, nesta sexta-feira, 12 de abril, o documentário “Horizonte aberto: uma história dos 50 anos do Cimi”. O vídeo será disponibilizado ao público no youtube do Cimi a partir das 16h desta sexta. Continue lendo “Conselho Indigenista Missionário lança documentário “Horizonte aberto: uma história dos 50 anos do Cimi””

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Gigantes da moda usam algodão “sujo” do Cerrado em suas roupas

Pesquisa da ONG Earthsight identificou que as marcas Zara e H&M, líderes mundiais no setor, usam matéria-prima oriunda dos grupos Horita e SLC Agrícola, acusados de grilagem, desmatamento e violação de direitos humanos na Bahia

Por Luís Indriunas, em De Olho nos Ruralistas

Um vestido “pretinho básico” de algodão da Zara ou da H&M pode custar entre R$ 200 e R$ 400 a depender do modelo, mas o seu custo socioambiental pode ser muito maior. O relatório “Crimes na Moda“, da organização não-governamental britânica Earthsight, aponta que as duas gigantes da moda usam, nos seus produtos, algodão oriundo de duas outras gigantes: Grupo Horita e SLC Agrícola. Instaladas na Bahia, as duas empresas exportadoras da matéria-prima têm um longo histórico de devastação e grilagem. Continue lendo “Gigantes da moda usam algodão “sujo” do Cerrado em suas roupas”

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Comunidades Tradicionais de Fundo e Fecho de Pasto do Oeste da Bahia denunciam ataques em seus territórios novamente

A escalada de violência contra as comunidades e povos tradicionais no Oeste da Bahia parece não ter fim. Na última quinta-feira, dia 04 de abril, os territórios de uso coletivo das comunidades de Fecho de Pasto de Morrinhos, Entre Morros e Gado Bravo, localizados nos municípios de Jaborandi e Correntina, tiveram seus territórios violados por prepostos de fazendeiros do agronegócio.

Na CPT Bahia

Neste ato violento foram destruídos mais de 120m de cerca, arrancaram cancelas e derrubados os ranchos usados como alojamento pelos fecheiros, deixando-os aterrorizados. Relatam eles que seus gados podem se perder, com grandes prejuízos e riscos para a sobrevivência de suas famílias. E, mais que isso, os animais podem se deslocar em direção à rodovia, com risco de provocar acidentes e outros transtornos. No dia 06 as famílias se reuniram  para recolocar a cancela que havia sido retirada, enquanto recolhem o gado solto na área do fecho. Continue lendo “Comunidades Tradicionais de Fundo e Fecho de Pasto do Oeste da Bahia denunciam ataques em seus territórios novamente”

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Diretor da Braskem admite culpa da empresa por afundamentos em Maceió

Arantes depôs nesta quarta-feira em CPI do Senado que investiga o caso

Por Lucas Pordeus León – Repórter da Agência Brasil

Primeiro representante da Braskem ouvido pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Senado que investiga a empresa, o diretor Marcelo Arantes reconheceu nesta quarta-feira (10) a culpa da empresa pelo afundamento de bairros da capital de Alagoas que causou o deslocamento de, ao menos, 40 mil pessoas. Continue lendo “Diretor da Braskem admite culpa da empresa por afundamentos em Maceió”

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