Cercados pelo monocultivo de eucalipto, quilombolas apostam na agroecologia

Por Vitor Taveira, da Rádio Brasil de Fato

A agroecologia vem sendo uma aposta para a retomada do território tradicional e fortalecimento da cultura quilombola no Norte do Espírito Santo. Entre os municípios de Conceição da Barra e São Mateus se encontra o chamado território do Sapê do Norte, onde há o maior número de comunidades quilombolas do estado.

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Seminário em Minas aponta avanços na agroecologia

Evento encerrou uma etapa do Programa de Segurança Alimentar, implementado pelo movimento em parceira com a Cáritas e a gestão passada do governo do Estado

Por Geanini Hackbardt, na Página do MST

Produtores Sem Terra de Minas Gerais se reuniram no último fim de semana, 13 e 14 de abril, para fazer um balanço do Programa de Segurança Alimentar (PSA), que atendeu 4 mil famílias. Cerca de 60 representantes das famílias atendidas pelo projeto participaram dos debates. Os temas trataram dos avanços na produção de alimentos agroecológicos, a partir das linhas de produção do MST e dos próximos passos para ampliar este modo de produção no campo.

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“Nossa paixão pela terra vem do nosso berço”: lições da luta pela terra. Por Gilvander Moreira*

Na luta pela terra, pela moradia ou pelo território, o despejo não põe fim à luta. Ser despejado é sempre algo traumático, mas se for elaborado, divulgado e tirado todas as lições possíveis, até os despejos podem se tornar fontes de emancipação. O Sem Terra Cesário Pereira Da Silva, do acampamento Sidnei Dias, no latifúndio da Ariadnópolis, em Campo do Meio, sul de Minas Gerais, narra: “Eu vim para o acampamento aqui na Ariadnópolis, porque vi na televisão a notícia de um despejo aqui. Aí fiquei sabendo que tinha luta pela terra aqui no sul de Minas e eu resolvi vir. Aqui na terra trabalhando, eu reconquistei minha saúde. Muito melhor do que estar em Campinas, SP. Para agradar meus filhos, eu já estive oito meses na Serra Pelada, no Pará, em busca de melhorar a vida, mas a Serra Pelada matou muito pai de família. Fui levado pela mulher e pelos filhos, pois eu nunca gostei de mexer com garimpo. Já estive também no garimpo em Parauapebas, no Pará. Eu já fui ofendido por três cobras. Agora, aqui no Acampamento na luta pela terra, sou feliz.”

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17Abril |Dia Internacional de Luta Camponesa 2019: Direitos Camponeses Já! Com Reforma Agrária e Justiça Social

As organizações que compõem a Via Campesina lançaram um chamado de ação para as atividades e mobilizações da Jornada Nacional de Lutas pela Reforma Agrária que este ano tem como lema: “Direitos camponeses já, com Reforma Agrária e Justiça Social”. A Via reitera no comunicado o compromisso com a Reforma Agrária e com a justiça social.

Via Campesina / MST

Neste 17 de abril, Dia Internacional da Luta Camponesa, com nossa memória viva e com a rebeldia herdada por nossos 19 camaradas sem-terra assassinados impunemente no chamado “Massacre de Eldorado dos Carajás” no Pará, Brasil; como a cada ano chamamos nossas organizações membras de LVC, amigas e amigos e aliadas/os para unificar ações de luta em nível global; afirmando que só é possível ter Direitos Camponeses com Reforma Agrária e Justiça Social.

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Escola promove o fortalecimento de alimentação saudável para todos

A Escola do campo Estrela do Che, no extremo sul da Bahia incentiva a produção de alimento sem agrotóxico

Por Coletivo de Comunicação da Bahia, na Página do MST

“Alimentação saudável: um direito de todos”. É com esse tema que os educandos e educadores da Escola Municipal Estrela do Che, localizada no Acampamento Paulo Kageyama, município de Eunápolis, extremo sul baiano, desenvolvem estudos e práticas agroecológicas buscando contribuir com uma alimentação de qualidade para as famílias acampadas e os educandos.

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Adalberto Martins: “A resistência ativa é a negação enquanto prática dessa atual forma de produção vinda do agronegócio”

Militante fala em livro sobre a produção ecológica de arroz dentro do MST

Por Maura Silva, na Página do MST

Lançado pela Editora Expressão Popular, durante a 16ª Festa da Colheita do Arroz Agroecológico, no Rio Grande do Sul, o livro: “A produção ecológica do arroz e a Reforma Agrária Popular”, de Adalberto Martins, que integra a coordenação do setor de produção do MST, é uma análise do processo produtivo que transformou o MST no maior produtor de arroz orgânico da América Latina. O livro trata o modelo de produção do MST como uma prática social que mostra como um outro caminho de produção é possível.

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Los dueños del agro y la alimentación

Informe revelan que grandes empresas del sector de alimentos no muestran preocupación por “el hambre, el cambio climático, la sostenibilidad, la enfermedad y la injusticia”. El modelo de agronegocio sobreexplota los ecosistemas. Más del 20 por ciento de las superficies agrícolas sufre degradación del suelo y ese mal avanza a la velocidad alarmante de doce millones de hectáreas por año.

Por Darío Aranda, en EcoPortal / Servindi

Un informe de organizaciones alemanas muestra cómo unas pocas corporaciones manejan el sistema alimentario del planeta. El agronegocio y la complicidad de los gobiernos. El caso argentino: los pueblos fumigados y la expulsión de Monsanto de una localidad cordobesa.

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Sem Terra organizam produção agroecológica na Bahia em área degradada por monocultura

Mais de 70 famílias serão assentadas na área; processo faz parte da luta do MST contra a monocultivo no estado

Por Cristiane Sampaio, em Brasil de Fato / MST

A semana começou com um clima diferente para as 73 famílias do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) que agora integram o Assentamento José Martí, no município de Alcobaça, região Extremo Sul da Bahia. Na última sexta-feira (22), durante um ato político, os agricultores do local que se organizavam num esquema de acampamento receberam os lotes definitivos para a prática da agricultura familiar.

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Marcelo Firpo: ‘Se quisermos retornar a democracia teremos que construir um outro modelo de desenvolvimento’

Por Daiane Batista, no blog do CEE-Fiocruz

“Temos uma relação de neoextrativismo e envenenamento, não só dos trabalhadores e da população, mas das bases civilizatórias da democracia e da proteção da vida e do meio ambiente. Estamos em um grande abismo civilizatório”. A análise é do pesquisador Marcelo Firpo da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz). Coordenador do Núcleo Ecologias, Epistemologias e Promoção Emancipatória da Saúde (Neepes) da instituição, Marcelo discute o atual cenário brasileiro no que tange à liberação desregulamentada de agrotóxicos no país, em comentário ao blog do CEE-Fiocruz. Em 2019, já são 74 produtos ligados a agrotóxicos – cerca de um por dia – liberados, sendo já com formalização no Diário Oficial da União. “A forma com que a regulação está sendo violentamente quebrada, só é possível porque o Brasil é um caso absurdo do que alguns autores chamam de paraíso da poluição”, explica.

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A esperança tem nome de Marielle Franco

No Maranhão, Sem Terra produzem alimentos em vez de eucalipto e soja em acampamento

Por Reynaldo Costa, na Página do MST

O acampamento de Sem Terra que leva o nome de Marielle Franco possui hoje cerca de 150 famílias, presentes desde junho de 2018 uma área do município de Itinga do Maranhão (MA). Com muita resistência, trabalho e organização, as famílias já colhem os alimentos da terra fértil que estava grilada por uma empresa siderurgias. Ainda assim, as famílias hoje estão ameaçadas de despejos.

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