Assassinato de Marielle Franco completa 1.000 dias sem solução enquanto suas herdeiras políticas entram na mira

Mulheres que assumiram a luta da vereadora negra e ativista assassinada no Rio sofrem graves ameaças. “Tenho que ser escoltada até a padaria”, diz a deputada federal Talíria Petrone, que teve de deixar o Estado

por Naiara Galarraga Gortázar, em El País

Quando Marielle Franco foi assassinada, há mil dias nesta terça-feira, poucos brasileiros fora do Rio de Janeiro conheciam essa vereadora negra, forjada no ativismo social, de favela, bissexual e mãe. O crime fez dela um símbolo da esquerda brasileira e uma inspiração para outras mulheres de origem semelhante que entraram na política. Seu desembarque no Congresso, Assembleias e Câmaras Municipais rompeu tabus e revirou águas enlameadas. Muitas delas são sistematicamente ameaçadas nas redes, mas alguns casos são mais graves, como o da deputada federal Talíria Petrone, de 35 anos. “Tenho que ser escoltada até a padaria”, disse ela nesta segunda-feira ao telefone de seu refúgio secreto.

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Nota da Coalizão Negra Por Direitos sobre o “Comitê Externo de Diversidade e Inclusão” do Carrefour Brasil

COALIZÃO NEGRA POR DIREITOS, articulação com mais de 150 organizações, coletivos e entidades do movimento negro e antirracista de todo o Brasil, que atuam coletivamente na promoção de ações de incidência política nacional e internacional na defesa dos direitos da população negra brasileira, vem a público expressar seu mais profundo repúdio à postura adotada pela Rede Carrefour na tentativa de tentar invisibilizar a violência racista que levou à óbito João Alberto Silveira de Freitas no interior de uma de suas lojas da cidade de Porto Alegre, Rio Grande do Sul. 

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Documentário relembra maior crime industrial da história

Bhopal 84 estreia no Dia Mundial Contra os Agrotóxicos e aborda tragédia que já soma 600 mil vítimas na Índia

Do Brasil de Fato

Em 3 de dezembro de 1984, em Bhopal, na região central da Índia, 27 toneladas do gás isocianato de metila vazaram de uma fábrica de agrotóxicos da empresa estadunidense Union Carbide, matando imediatamente cerca de 2,2 mil pessoas e gerando aproximadamente 600 mil vítimas, segundo a Campanha Internacional por Justiça em Bhopal.

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Silvio Almeida: “Acho impossível e até absurda a existência de um ‘capitalismo humanista’”

Filósofo, advogado e uma das maiores autoridades na luta contra o Racismo, Almeida rebateu críticas por ter aceitado fazer parte de um comitê externo antirracista criado pelo Carrefour após assassinato de João Alberto

Por Plinio Teodoro, na Revista Fórum

O filósofo e advogado Silvio Almeida, um dos maiores pesquisadores do racismo no Brasil, rebateu em uma sequência de tuites na manhã desta sexta-feira (27) as críticas por ter aceitado fazer parte de um comitê externo independente que foi criado pela rede de supermercados Carrefour após o assassinato de João Alberto Silveira Freitas por dois seguranças brancos em uma loja de Porto Alegre na última sexta-feira (20).

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“O racismo estrutura a sociedade brasileira, está em todo lugar”. Entrevista com Djamila Ribeiro

IHU On-Line

Foi pelas redes sociais que, na manhã de 20 de novembro, data em que o Brasil celebra o Dia da Consciência Negra, a filósofa, escritora e feminista negra Djamila Ribeiro soube do espancamento e assassinato de João Alberto Freitas, ocorrido em um supermercado Carrefour de Porto Alegre. “Fui ver a fundo do que se tratava e não consegui assistir ao vídeo”, conta. “Até hoje não assisti.”

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Carrefour tergiversa há décadas porque conta com o silêncio da mídia e da Justiça

Por Mario Cesar Carvalho, no Poder360

O Carrefour tergiversa, enrola e seria maravilhoso se a multinacional francesa estivesse sozinha nessa política da infâmia. Basta colocar um problema diante das empresas que elas recorrem à encenação de que fizeram tudo certo. Dizem que estão colaborando com as autoridades, quando não estão, como fazia a Odebrecht antes de assinar os acordos de colaboração. Que a intenção não era enganar o consumidor, quando entregam um produto que não era o contratado. Que estão cobrando uma taxa que não estava no contrato porque a situação mudou, mas essa condição não estava prevista.

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