Suspenso cumprimento de liminar de reintegração de posse da Fazenda Santa Lúcia, área do Massacre de Pau D’Arco (PA)

No dia 03 de fevereiro foi realizada audiência pública na Vara Agrária de Redenção (PA) para elaboração do plano de despejo das famílias da Fazenda Santa Lúcia, local do Massacre de Pau D’Arco, ocorrido em maio de 2017, quando dez trabalhadores foram cruelmente executados por policiais civis e militares.

por Regional CPT Pará

A audiência foi designada pela juíza substituta que estava respondendo pela Vara Agrária,  Elaine Neves de Oliveira, em despacho que suspendeu temporariamente o cumprimento da liminar de reintegração de posse marcada, até aquele momento, para o dia 27 de janeiro deste ano, ante à inexistência de um plano de remoção, contrariando a Resolução nº 10 do Conselho Nacional de Direitos Humanos.

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Simões Filho: principal suspeito da morte de ‘Binho do Quilombo’ é preso

Por Yanara Cardeal, no Fala Simões Filho

Foi preso na noite desta segunda-feira 03, o homem apontado como principal suspeito da morte do líder negro e ativista social Flávio Gabriel Pacífico, conhecido como “Binho do Quilombo”, que era morador do quilombo de Pitanga de Palmares em Simões Filho, Região Metropolitana de Salvador.

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Mãe do líder quilombola Binho do Quilombo, morto em 2017, pede ajuda ao MPF para esclarecer assassinato do filho

Assassinos de Binho do Quilombo e de outros 19 quilombolas mortos entre 2013 e 2017 permanecem impunes

Procuradoria-Geral da República

O aumento da violência e a impunidade de crimes praticados contra quilombolas no Brasil foi pauta de reunião realizada na Câmara de Populações Indígenas e Comunidades Tradicionais do Ministério Público Federal (6CCR/MPF) nessa quarta-feira (29), em Brasília. Bernadete Pacífico, da Comunidade Quilombola Pitanga dos Palmares, localizada na cidade de Simões Filho, região metropolitana de Salvador (BA), pediu ajuda do órgão para esclarecer o assassinato de seu filho, Binho do Quilombo, ocorrido em setembro de 2017.

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Ato reúne familiares e servidores para cobrar justiça por mortes de auditores fiscais

Quatro empresários do agronegócio foram condenados pelo crime, em Minas Gerais, mas nunca foram presos

Erick Gimenes, Brasil de Fato

Familiares e servidores fizeram um ato público em frente ao prédio do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1), em Brasília, nesta terça-feira (28), para cobrar punição aos responsáveis pela Chacina de Unaí, em Minas Gerais.

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Justiça suspende despejo na Fazenda Santa Lúcia, palco do Massacre de Pau D’Arco (PA)

Juíza responsável pelo caso manteve a decisão de reintegração de posse, porém, mediante plano de realocação das famílias

Catarina Barbosa, Brasil de Fato

Na manhã desta segunda-feira (27), a Associação de Trabalhadores Rurais Nova Vitória – Acampamento Jane Júlia conseguiu impedir, na Justiça, o despejo de cerca de 200 famílias que ocupam a Fazenda Santa Lúcia, no município de Pau D’Arco, no sul do Pará. A reintegração de posse está suspensa até 3 de fevereiro, quando será realizada uma audiência pública para a elaboração de um plano de remanejamento das famílias. O local foi palco de um massacre em maio de 2017, quando dez trabalhadores rurais foram assassinados.

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A covardia dos “mais iguais que os outros”

Maria Teresa Cruz, da Ponte Jornalismo

Lucas Eduardo Martins dos Santos, 14 anos, negro, morador da Favela do Amor, sumiu no dia 13 de novembro do ano passado. O corpo dele foi encontrado pouco tempo depois em um lago em Santo André, na Grande São Paulo. Desde o princípio, a família afirma que ele desapareceu depois de ser abordado pela Polícia Militar. A existência do Lucas foi reduzida a um corpo boiando num lago.

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MPF denuncia ex-agente da ditadura e legistas por morte de militante política em 1976

Audir Maciel deve responder por homicídio qualificado; Harry Shibata e Pérsio Carneiro cometeram falsidade ideológica ao emitirem laudo falso

O Ministério Público Federal (MPF) denunciou um ex-agente da ditadura e dois médicos legistas por envolvimento na morte da militante política Neide Alves dos Santos, registrada em 7 de janeiro de 1976. Audir Santos Maciel, então comandante do Destacamento de Operações e Informações (Doi-Codi) do II Exército, em São Paulo, participou da operação que resultou na captura e no assassinato de Neide. Já os médicos Harry Shibata e Pérsio José Ribeiro Carneiro foram responsáveis por forjar um laudo necroscópico que omitia as verdadeiras circunstâncias do óbito. O documento procurou corroborar a versão oficial de que as extensas queimaduras identificadas no corpo da vítima seriam fruto de suicídio por ateamento de fogo.

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