Paraisópolis: a dinâmica de uma favela que pode inspirar metrópoles a serem mais cidades. Entrevista especial com Eduardo Pizarro

Por: Patricia Fachin, em IHU On-Line

favela de Paraisópolis, em São Paulo, está nas manchetes de todo o Brasil em decorrência da morte de nove jovens depois de uma ação da polícia militar num chamado em um baile funk ao ar livre. O triste episódio revela a esquizofrenia das ações policiais em regiões onde vivem populações mais pobres das grandes cidades. Como questão de fundo, fica o desafio de compreender as dinâmicas sociais próprias desses espaços.

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Artista faz ativismo poético em Paraisópolis para marcar assassinato de jovens em baile funk

Frases como “o seu voto cheira a sangue” e “não acredite em contos de fardas” foram escritas pela artista Ana Letícia Penedo como forma de marcar uma semana do massacre na comunidade

Por Luisa Fragão, na Fórum

A comunidade de Paraisópolis amanheceu neste domingo (8) com diversas intervenções artísticas em seus becos e vielas. Frases como “o seu voto cheira a sangue” e “não acredite em contos de fardas” foram escritas pela artista Ana Letícia Penedo como forma de marcar uma semana do assassinato de nove jovens pela Polícia Militar de João Doria em baile funk no último domingo (1).

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Comissão de familiares das vítimas acompanhará apuração sobre mortes em Paraisópolis

Grupo foi formado em reunião com João Doria e terá representantes do Condepe, da OAB/SP, da comunidade e das famílias

Caroline Oliveira, Brasil de Fato

Uma comissão externa foi criada na noite desta quarta-feira (5) para acompanhar as investigações sobre a atuação da Polícia Militar de São Paulo em Paraisópolis, zona sul da cidade, que resultou em nove mortes.

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Barragem de Pedreira: mais uma tragédia anunciada?

No Mab

Mesmo com forte apelo dos atingidos e atingidas por barragens, ONGS ambientais, inúmeras organizações sociais, parlamentares, e mesmo com o crime anunciado ocorrido neste ano em Brumadinho, o governo do estado de São Paulo insistentemente continua uma obra de barragem no município de Pedreira, no interior do estado, que pode ser chamada de uma bomba relógio, pois a qualquer momento pode causar mais uma tragédia com impacto em milhares de pessoas.

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População de Congonhas se reúne e debate riscos da mineração

No Mab

Na última quarta-feira, 27, ocorreu a primeira Roda de Conversa no município de Congonhas organizada pelo Movimento dos Atingidos por Barragens-MAB com o promotor Vinícius Alcântara. A atividade, agendada há mais tempo, ganha força após o tremor de terra de 3,2 graus na escala Richter do dia 25 de novembro. Cerca de 100 pessoas entre atingidos, sindicalistas, profissionais da assistência social, professores e ambientalistas estiveram na atividade.

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MST repudia violência da PM em Paraisópolis

A ação da Polícia Militar terminou com nove jovens mortos na madrugada do último domingo (1º)

Da Página do MST

O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra vem a público prestar solidariedade aos amigos e familiares de Gustavo Xavier, 14 anos, Denys Quirino da Silva, 16, Marcos Paulo dos Santos, 16, Dennys dos Santos Franca, 16, Luara Victoria de Oliveira, 18, Gabriel de Moraes, 20, Eduardo Silva, 21, Bruno Gabriel dos Santos, 22 e Mateus dos Santos Costa, 23, mortos durante uma operação policial feita para dispersar o Baile da DZ7, na favela de Paraisópolis, na madrugada de sábado (30), para domingo (1º). Além dos mortos mais outras 12 pessoas foram feridas e encaminhadas para hospitais da região.

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Lixões até quando? – Por frei Gilvander Moreira [1]

Acima do antigo Acampamento Dom Luciano Mendes (atualmente Assentamento Irmã Geraldinha), em terra devoluta, ao lado da BR 376, próximo à cidade de Salto da Divisa, no Baixo Jequitinhonha, MG, continua o lixão da prefeitura de Salto da Divisa, a céu aberto, desde 1989 – século passado! -, causando uma tremenda devastação socioambiental: poluindo o ambiente e as águas do rio Jequitinhonha com chorume, enxame de mosquito no acampamento (hoje Assentamento) e adoecendo a população ribeirinha e da cidade de Salto da Divisa. É onde se joga todo tipo de lixo da cidade, lixo hospitalar, inclusive! O lixão soterrou três nascentes. O chorume que o lixão produz cai no curso d’água e a um quilômetro de distância, por meio de uma grota cai no rio Jequitinhonha, acima de onde a COPASA[2] capta água para abastecimento da população da cidade. Agrava a situação o fato de logo abaixo ter o lago artificial da barragem de Itapebi e o esgoto da cidade ser jogado no rio, acima do lago. E a COPASA capta água, logo abaixo. Geralda Magela da Fonseca (Irmã Geraldinha) relata: “Denunciamos o lixão principalmente por causa do extermínio das três nascentes que existiam aqui, um crime ambiental. Se fossem revitalizadas e preservadas, as nascentes poderiam abastecer o Acampamento Dom Luciano (atual Assentamento Irmã Geraldinha). Agora, com as nascentes mortas, o chorume corre por uma grota e vai cair no rio Jequitinhonha, contaminando a água do rio”.

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O AI-5 já se instala na Amazônia (e nas periferias urbanas). Por Eliane Brum

Ações de autoritarismo explícito se multiplicam no país e aceleram a desproteção da floresta, de seus povos e de ambientalistas

No El País

O bolsonarismo é competente ao usar a estratégia de controlar o noticiário e manter a sociedade e a imprensa só na reprodução e na reação. Quando o ministro da Economia, Paulo Guedes, evoca o AI-5, e antes dele o zerotrês Eduardo Bolsonaro (PSL), estão latindo num lugar enquanto a matilha já está mordendo em outro. É na Amazônia e nas periferias urbanas que o autoritarismo já se instalou.

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