Vitória: Suspensão de obra da Vale em Ponte das Almorreimas, em Brumadinho, MG! Parem de destruir nosso território!

A mineradora Vale está querendo transformar o território da comunidade rural Ponte das Almorreimas e arredores, em Brumadinho, MG, em uma grande zona de sacrifício e de injustiça socioambiental, realizando obras que estão devastando a região na perspectiva socioambiental e cultural, alegando se tratar de projetos de “caráter emergencial” ou de “interesse social” no já tão devastado município de Brumadinho em decorrência da Tragédia-Crime da Vale com a anuência do Estado, que ocorreu no dia 25 de janeiro de 2019, com o rompimento da Barragem da mina do Córrego do Feijão. A sequência de tragédias se instalou desde então em Brumadinho. Ponte das Almorreimas merece atenção especial em função das inúmeras injustiças e arbitrariedades que ali vem sendo realizadas contra a sua população e o meio ambiente.

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Boletim de Segurança Pública 2019 mostra crescente violência armada na Maré e contínua impunidade do Estado

Por Nadine Terasa e Pauline Beaumont, no Rio On Watch

As 16 favelas que compõem o Complexo da Maré, na Zona Norte do Rio de Janeiro, registraram 49 mortes resultantes de violência armada em 2019, mais do que o dobro do registrado em 2018. Dessas mortes, 34 ocorreram pelas mãos da polícia e 15 por grupos civis armados. Ao longo de 2019, o conjunto de favelas viveu 117 dias de tiroteios e quase 300 horas totais de operações policiais. Esses e outros indicadores do aumento da violência na Maré foram compilados no Boletim Direito à Segurança Pública na Maré 2019, um relatório anual produzido pela Redes da Maré e lançado em 14 de fevereiro.

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MAB se reune com justiça e prefeitura na luta por creche em Congonhas/MG

No Mab

O Movimento dos Atingidos por Barragens reuniu-se na última quarta-feira (19) com o prefeito de Congonhas/MG, José de Freitas Cordeiro (Zelinho), na busca de solução urgente para a questão da Creche Dom Luciano, que atendia 130 crianças no bairro Residencial e está fechada desde o início de 2019 pela insegurança gerada pelo complexo de barragem Casa de Pedra (CSN).

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Atingidos pela mineração da Hydro apontam contaminação e cobram mudanças em acordo

Na última segunda-feira, 17, completaram dois anos do vazamento de rejeitos da refinaria norueguesa em Barcarena. 

Catarina Barbosa, do Brasil de Fato, no IHU

Cerca de 70 moradores de comunidades atingidas pelo vazamento de rejeitos da refinaria Hydro Alunorte em fevereiro de 2018, se reuniram na manhã da última segunda-feira (17), em frente à sede do Ministério Público Federal (MPF), em Belém, para cobrar ajustes do Termo de Ajuste de Conduta (TAC) assinado pela empresa em setembro de 2018.

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Decisão do STJ obriga Harsco e CSN a limitar lançamento de escória às margens do Paraíba do Sul

Atuação conjunta do MP/RJ e MPF busca reparação dos danos ambientais causados pelo pátio de escória em Volta Redonda (RJ)

Procuradoria da República no Rio de Janeiro

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) revogou o efeito suspensivo concedido a recurso especial interposto pela Harsco Metals sobre decisão do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) que a obriga a limitar o lançamento de escória de minério de ferro no pátio junto ao rio Paraíba do Sul em Volta Redonda (RJ). A medida cautelar foi protocolada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MP/RJ), que atua em conjunto com o Ministério Público Federal (MPF) para reverter o impacto ambiental causado pelo depósito da escória do mineral beneficiado pela Companhia Siderúrgica Nacional (CSN).

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Plano Municipal de Segurança de Barragem de Congonhas é inócuo para quem tem 30 segundos na fuga da morte

No Mab

A Prefeitura Municipal de Congonhas fez lançamento do Plano Municipal de Segurança de Barragem na quinta-feira (13), no Museu local, contando com presença de autoridades municipais e de representantes da Associação dos Municípios Minerários, das mineradoras Vale, CSN, Guerdau e Ferrous Ressources, dos órgãos ambientais do Estado, de alguns populares e do MAB. 

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Favelas do Brasil: acreditar em si mesmo é a única alternativa. Entrevista especial com Renato Meirelles

Por: Ricardo Machado, em IHU On-Line

A produção e a circulação econômica das favelas do Brasil ultrapassam a ordem de R$ 119,8 bilhões por ano, o que corresponde a uma grandeza maior que o Produto Interno Bruto – PIB de Honduras. Vivendo, na maior parte dos casos, no hiato das políticas públicas e das benesses sociais do  capitalismo, o empreendedorismo de si torna-se não propriamente uma alternativa, mas a única saída para muitos moradores. “Se por um lado é verdade que ela [a população da favela] é vítima do sistema [capitalista], de outro não parecem existir muitas alternativas a não ser acreditar em si mesmo. Esses brasileiros já entenderam que não há outro jeito de ir para frente se não for com as próprias forças”, relata o pesquisador Renato Meirelles, um dos autores da pesquisa Economia das favelas. Renda e consumo nas favelas brasileiras, em entrevista por e-mail à IHU On-Line.

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“Zona de sacrifício”: dois anos após crime, Barcarena sofre com rejeitos da mineração

Pesquisadora aponta que pessoas são “escolhidas” para morrer em nome do desenvolvimento na região

Catarina Barbosa, Brasil de Fato

A lista de crimes ambientais em Barcarena é extensa. Nesta segunda-feira, 17, completam dois anos do último grande crime ambiental noticiado no município: o transbordo da bacia de rejeitos da refinaria norueguesa Hydro Alunorte, que inundou as comunidades com metais pesados advindos do processo de beneficiamento da alumina.

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