“Políticas Urbanas e Movimentos Sociais” 2020: IPPUR oferece curso para militantes de organizações e movimentos

As inscrições para o processo seletivo de candidatos ao Curso de Especialização / Extensão Cidades “Políticas Urbanas e Movimentos Sociais” estarão abertas no período de 21 de janeiro a 07 de fevereiro de 2020 e deverão ser feitas através do formulário eletrônico acessado AQUI.

A documentação exigida deverá, obrigatoriamente, ser enviada para o e-mail ettern@ippur.ufrj.br . O edital e todas as informações necessárias para a inscrição estão disponíveis no site do IPPUR/UFRJ, AQUI.

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A catástrofe da água como síntese do Rio

Cidade deixou de investir em abastecimento há décadas – e, como todo o país, vomita esgotos nas represas. Tudo piorou com corte de verbas de Bolsonaro e planos para sucatear e vender a Cedae. Que venha a rebeldia civilizatória de nova Revolta da Vacina!

Por Tainá de Paula, no Outras Palavras

O título do texto é provocador. O Rio de Janeiro entra em 2020 como a capital mundial da arquitetura, signatária de tratados internacionais, incluindo a agenda 2030 da ONU que pontua uma série de objetivos de desenvolvimento sustentável para as cidades, ou seja, temos uma década para acertar o passo com nossas pactuações mundiais.

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A exaltação da sexualidade e o ascetismo pentecostal. Funk e pentecostalismo estão em permanente contato nas periferias. Entrevista especial com Réia Silvia Pereira

Por João Vitor Santos, em IHU On-Line

Participar de um culto evangélico e frequentar um baile funk parecem, à primeira vista, experiências antagônicas, mas fazem parte da sociabilidade dos jovens da periferia e “estão em permanente contato”, diz Réia Silvia Pereira à IHU On-Line. A jornalista e socióloga é autora da dissertação intitulada “Fé em Deus, DJ: Funk e pentecostalismo entre jovens das camadas populares”, e pesquisa como a juventude da periferia de Vitória, no Espírito Santo, transita entre os bailes e os cultos.

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UFRJ: Nota sobre os problemas da qualidade da água provida pela Cedae

A pedido da Reitoria, grupo de docentes da UFRJ elaborou nota técnica contendo constatações e recomendações

UFRJ

Face aos questionamentos recentes sobre a qualidade da água potável distribuída para consumo na Região Metropolitana do Rio de Janeiro (RMRJ) e cientes da responsabilidade acadêmica e social que a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) tem com toda a população, a Reitoria da UFRJ solicitou a um grupo de docentes que desenvolve suas linhas de pesquisa em assuntos relacionados à ecologia aquática, recursos hídricos, saneamento e saúde pública, a elaboração de nota técnica contendo constatações e recomendações.

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Em 2019, número de pessoas baleadas em residências no Grande Rio aumentou 79%

Na última semana, Ana Carolina Neves, de 8 anos, foi atingida por um tiro na cabeça enquanto assistia TV em casa

Jaqueline Deister, Brasil de Fato 

No último sábado (11) ocorreu o velório de Ana Carolina de Souza Neves, de 8 anos. A menina foi baleada na cabeça na noite de quinta-feira (9), no bairro de Três Setas, em Belford Roxo, baixada fluminense, enquanto assistia televisão no sofá de casa junto à família. Ana Carolina foi a primeira criança vítima de bala perdida em 2020 no estado do Rio de Janeiro. 

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Problema da Cedae não é água, é administração escolhida pelo governo, diz funcionário

Água com cor está sendo distribuída no Rio; servidor afirma que atual gestão é responsável por desmonte da estatal

Eduardo Miranda, Brasil de Fato

As tentativas de privatização da Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae) no governo de Luiz Fernando Pezão (MDB) e, agora, no de Wilson Witzel (PSC), são apontadas por funcionários da estatal como as razões para que a empresa venha enfrentando problemas de funcionamento. Em entrevista ao Brasil de Fato, o funcionário da Cedae e presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Saneamento de Niterói, Ary Girota, afirmou que administração escolhida pelo atual governo estadual é “responsável direta pelo desmonte da empresa”.

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Quatro bairros de Maceió podem desaparecer por conta da ação de mineradora

Braskem pagará R$ 1,7 bilhão para realocar 17 mil pessoas. A empresa foi responsabilizada por afundamento do solo

Igor Carvalho, Brasil de Fato

Um acordo intermediado pelo Ministério Público Federal (MPF), Ministério Público de Alagoas, a Defensoria Pública da União (DPU) e de Alagoas (DPE-AL), determinou a remoção de 17 mil pessoas de quatro bairros de Maceió: Pinheiro, Bebedouro, Mutange e Bom Parto.

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Quando seu bairro é definido como zona de risco por um app de transporte

99 e Uber estabelecem seus próprios indicadores de quais regiões representam perigo. Segundo especialista, medida pode causar impactos sociais e estigmatização

Por Regiane Oliveira, no El País

“Moça, você mora em uma área de risco? É perigoso eu ir te buscar?” Foi assim que um motorista da 99 me contou, em setembro de 2019, que a Vila Marari, bairro onde moro na zona sul de São Paulo, é considerada zona de risco, segundo indicador interno da empresa de tecnologia. O relato não surpreendeu. Antes mesmo dos carros de aplicativos chegarem ao bairro, muitos taxistas se recusavam a fazer o trajeto de cinco quilômetros entre o metrô Jabaquara e a Marari. É verdade que o roubo de carros frequente e o assassinato de um motorista na região, há muitos anos, ajudou a cristalizar a percepção de insegurança. Essas justificativas não diminuem o transtorno de quem vive ali. Motoristas de aplicativos já me fizeram descer de seus carros de madrugada, no centro da cidade, ao entenderem qual o destino da viagem.

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Resistência na cidade, no quintal e no prato

Agricultura urbana avança no país em um contexto em que se busca produzir alimentos saudáveis, novas formas de sociabilidade e geração de renda

Viviane Tavares – EPSJV/Fiocruz

Bem no meio de uma praça com ponto de ônibus e comércio tem alface, mamão e ervas aromáticas – e tem também alimentação saudável, autoestima, educação ambiental, sociabilidade, ocupação do espaço urbano e trabalho coletivo. Essa é a horta comunitária da Praça Edmundo Rego, que fica no Grajaú, bairro da zona norte do Rio de Janeiro, que desde 2015 se mantém por trabalho voluntário dos moradores da região. Hoje, além de fazer a manutenção do cultivo em eventos mensais, o coletivo promove debates sobre segurança alimentar com estudantes, manejo de águas e incentivo à multiplicação de hortas em outros espaços públicos em parceria com o movimento InterHortas.

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A potência sufocada das periferias brasileiras

Não falta dinheiro: mudanças de impacto custariam 0,2% do PIB. Nem saídas: também os bairros medievais da Europa foram favelas. Duro é romper a lógica da segregação, e enfrentar os preconceitos de neoliberais e desenvolvimentistas

Por Ion de Andrade*, em Outras Palavras

A tragédia de Paraisópolis nos traz, num flash, um cenário devastado. Ele mostra, para além do massacre de nove jovens, uma vida cheia de precariedades e sofrimentos. Pela tragédia vêm aos jornais notícias sobre a qualidade de vida no bairro, os conflitos étnicos com a comunidade bem-nascida próxima e detalhes sobre o teatro de operações. Sabemos, então, que o baile funk era o único espaço de lazer para a juventude, não a de Paraisópolis, mas a de toda a região.

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