Bispos Amazônia solicitam ao STF que retome o julgamento do Recurso Extraordinário sobre demarcações de terras indígenas

O documento foi protocolado junto à Corte na tarde desta sexta-feira, 24; nesta semana, indígenas se mobilizaram em todo país pedindo a retomada do julgamento

No Cimi

Diante da situação dos povos indígenas no Brasil, os Bispos Católicos da Amazônia Legal reunidos em Santarém, entre 6 e 9 de junho, solicitam ao Supremo Tribunal Federal (STF) que retomem o julgamento do Recursos Extraordinário (RE) 1.017.365, sobre a demarcação de terras indígenas. O documento destinado ao Ministro Luiz Fux, presidente da Corte, foi protocolado nesta sexta-feira, 24, com a presença de lideranças indígenas e representantes do Conselho Indigenista Missionário, organismo vinculado à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

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“Nosso Sangue Clama Por Justiça”: Aty Guasu publica carta sobre ação da PM e do Estado do Mato Grosso do Sul contra o tekoha Guapoy

Após retomada, indígenas foram atacados por policiais e fazendeiros; a comunidade fala em dois mortos, podendo ser maior o número, e pelos menos dez feridos

No Cimi

Na manhã deste sábado, 25 de junho, a Grande Assembleia da Aty Guasu Guarani e Kaiowá tornou público uma Nota, onde externa a dor e total revolta e indignação com a ação covarde da Policia Militar e do Estado do Mato Grosso do Sul contra o tekoha Guapoy, no município de Amambai, no Mato Brosso do Sul.

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Ailton Krenak e Davi Kopenawa abrem ciclo de conferências dos 95 anos da UFMG

Diálogo que une os pensadores indígenas no auditório da Reitoria, nesta segunda, 27, será transmitido pelo canal da Universidade no YouTube

UFMG

Os líderes indígenas Ailton Krenak e Davi Kopenawa Yanomami inauguram nesta segunda-feira, 27 de junho, o ciclo de conferências Futuro, essa palavra, que integra as celebrações dos 95 anos da UFMG, que serão completados em 7 de setembro de 2022. Com o tema Diálogos pela (re)existência em um mundo comum, a atividade está marcada para 14h e será realizada no auditório da Reitoria, com transmissão ao vivo pelo canal da UFMG no YouTube.

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Por que direitos humanos não “pegam” nas polícias

Conhecimento das leis não falta. Mas muitos policiais são premiados por matar “suspeitos”; enquanto nenhum é agraciado por defender direitos dos cidadãos. Para enfrentar brutalidade, é preciso mudar a cultura de “capitão do mato” presente na corporação

Por Alexandre Pereira Rocha*, em Outras Palavras

No mês de maio deste ano, dois eventos representaram o dilema da violência policial brasileira. No Rio de Janeiro, no Complexo da Penha, uma operação policial deixou o saldo de 25 mortes. Noutra situação, policiais rodoviários federais trancaram um homem no cubículo de uma viatura e lançaram gás lacrimogêneo ocasionando-lhe a morte. Tais casos se somam aos mais de 6 mil registros de mortes decorrentes de intervenção policial ocorridos em 2021. Esses números levam-nos a questionar a efetividade da temática direitos humanos nas polícias brasileiras. 

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STF: Líder indígena do Javari relata a ministro Barroso medo e ameaças após morte de Dom e Bruno

Beto Marubo esteve no Supremo Tribunal Federal acompanhado de Eliana Torelly, subprocuradora-geral responsável por grupo sobre povos indígenas.

O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), recebeu nesta terça-feira (21) o líder indígena Beto Marubo, integrante da União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (UNIVAJA), acompanhado da subprocuradora-geral da República Eliana Torelly, responsável pela câmara do Ministério Público Federal (MPF) que cuida de temas indígenas.

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A morte de Dom e Bruno, o crime organizado e a perda de território

Por Vladimir Passos de Freitas, na Conjur

No dia 5 de junho passado, o jornalista inglês Dom Phillips desapareceu com o indigenista brasileiro Bruno Pereira, nas proximidades da comunidade ribeirinha São Rafael e da cidade de Atalaia do Norte, no Vale do Javari, oeste do estado do Amazonas.

Dom praticava o jornalismo investigativo, modalidade que se caracteriza pela tentativa de descoberta de fatos misteriosos, via de regra envolvidos com a prática de crimes, faltas administrativas graves e corrupção de autoridades e servidores públicos. Bruno era servidor da Funai, da qual estava licenciado, e exercia as atribuições de consultor da União dos Povos Indígenas do Vale do Javari.

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PFDC afirma que poder público negligencia sua obrigação de preservar o meio ambiente, os povos originários e os defensores de direitos humanos

Em nota pública, órgão defende apreciação e a ratificação do Acordo de Escazú, bem como reforço na atuação dos órgãos de controle na região do Vale do Javari

A Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC) emitiu nota pública, nesta sexta-feira (17), na qual afirma que o poder público tem sistematicamente negligenciado sua obrigação de preservar o meio ambiente, os povos originários e os defensores de direitos humanos. “Para além de lamentar o ocorrido, as autoridades brasileiras têm o dever de trabalhar para que tragédias como essa não mais aconteçam em nosso país”, afirma o procurador federal dos Direitos do Cidadão, Carlos Alberto Vilhena, em referência ao assassinato do indigenista brasileiro Bruno Araújo Pereira e do jornalista inglês Dom Phillips, na região do Vale do Javari.

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