O voto inútil e o beija-flor no Museu de Uberlândia. Por José Ribamar Bessa Freire

No Taqui Pra Ti

“Enquanto os leões não tiverem seus próprios historiadores, as histórias de caça sempre glorificarão o caçador” (Provérbio Igbo da Nigéria).

Ocupadíssimo (a) e politizadíssimo (a) leitor (a), desculpa a minha insistência em retomar aqui um tema que – eu sei, eu sei – é considerado por muitos brasileiros como insignificante, além de inoportuno, mormente num período eleitoral, em que todo mundo está obsessivamente preocupado com a eleição presidencial definidora do destino do Brasil. Já estou até ouvindo algum defensor do voto útil murmurar: (mais…)

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Grande Assembleia Guarani e Kaiowá aprofunda debate sobre impactos da desterritorialização, em defesa do tekohá

Durante o encontro os Nhanderu’s (nosso pai) e nhandesi’s (nossa mãe), lideranças homens, mulheres e jovens puderam fazer memória de como “era a vida no passado”, como eram as roças, como se plantava, colhia, e partilhava os bens dentro das comunidades indígenas

por Lídia Farias, em Cimi

Indígenas das comunidades Guarani e Kaiowá estiveram reunidos, nos dias 5 e 6 de setembro, para discutir sobre os impactos da desterritorialização no modo de ser do tekohá. O Aty Guasu – Grande Assembleia Guarani e Kaiowá – abordou o tema “Bem Viver Kaiowá e Guarani: Roça, espaço de afirmação e resistência em defesa do tekohá”. O encontro foi realizado no Tekohá Guira Kambi’y, T.I Panambi- Lagoa Rica, município de Douradina-MS. (mais…)

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Líder indígena califica de etnocidio cultural el incendio del Museo de Río

“Fue un lingüicidio, un epistemicidio, cuando se extermina todo el conocimiento, toda la cultura de un pueblo”, lamentó José Urutau, líder indígena lingüista e investigador del Museo Nacional de Río

Servindi

El Museo Nacional de Río, considerado el mayor museo de historia natural y antropológico de Latinoamérica con más de 20 millones de piezas y una biblioteca de más de 530 mil títulos, fue devastado por un incendio que ocurrió el último domingo. (mais…)

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Seminário Reparação da Escravidão e os Ancestrais de Santa Rita: 20/09, no Arquivo Nacional

Por Ipeafro

No centro do Rio de Janeiro, na região da Igreja de Santa Rita, realiza-se a construção da linha 3 do VLT. No local se dava o sepultamento de africanos recém-chegados na época da escravidão, durante o século dezoito, quando muitos foram trazidos ao Brasil. Até a transferência para o Cemitério de Pretos Novos na Gamboa, neste lugar eram enterrados aqueles que, ao chegar, não sobreviviam às durezas da travessia e aos sofrimentos impostos durante a captura em sua terra mãe. Trata-se do mesmo fenômeno que ocorreu na região do Cais do Valongo: a presença de restos humanos e artefatos da vida de ancestrais escravizados, encontrados em local remodelado urbanisticamente. (mais…)

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Nota da INA de apoio ao Museu Nacional e de repúdio à precarização dos órgãos públicos

A INA – Indigenistas Associados vem a público manifestar o seu apoio ao corpo técnico e científico do Museu Nacional do Rio de Janeiro e o seu repúdio ao descaso governamental quanto à manutenção física desta instituição, palco de uma das maiores tragédias envolvendo o patrimônio cultural brasileiro.

A história da antropologia se confunde com a história da instituição, pela qual passaram Roquette Pinto,  Luis de Castro Faria, Darcy Ribeiro, entre outros antropólogos, indigenistas e indígenas, que hoje têm seus lugares garantidos no Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social da UFRJ, que até então funcionava no local. (mais…)

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Quem não protege nossa arte deve devolvê-la, diz arqueólogo e ex-ministro do Egito sobre incêndio no Museu Nacional

Por João Fellet, na BBC News Brasil

Ex-ministro de Antiguidades do Egito, o arqueólogo Zahi Hawass diz que o incêndio que destruiu boa parte do acervo do Museu Nacional – que incluía a maior coleção de arte egípcia da América Latina – foi uma tragédia também para seu país.

“Como pode um grande museu numa cidade tão grande ficar desguarnecido e desprotegido contra incêndios?”, questiona Hawass em entrevista à BBC News Brasil. (mais…)

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A Abrasco, consternada, se solidariza com o Museu Nacional

Abrasco

É um aviso, trágico como foi a morte do reitor Cancellier. A ruína do Museu Nacional nos adverte de que o caminho que o país está trilhando, com os discursos de condenação de tudo o que é público e estatal, pode nos levar a um desastre científico e cultural inimaginável. Ao lado do Jardim Botânico do Rio de janeiro, o Museu Nacional é a instituição fundadora das atividades de ciência e cultura no Brasil. É inadmissível que o destino deste último seja esse que o país assistiu ontem. (mais…)

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Algumas notícias sobre o que restou do Museu Nacional

As informações abaixo foram retiradas de postagens de pesquisadoras nas redes sociais (TP)

Da página de Myrian Sepulveda:

Parte do acervo foi salva. Agradeço aos bombeiros que lutaram contra o incêndio, mesmo não tendo água para apagar o fogo, e a todos aqueles, funcionários e amigos do Museu, que lá estiveram para salvar as coleções possíveis. O meteorito de Bendegó está salvo. O prédio não ruiu. Segue ainda o relato de Paulo Buckup: (mais…)

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