Dança, identidade e guerra

A milenar história beduíno-palestina da dança pela água em missão de PAZ!

Por Amyra El Khalili*

Raks el Chark foi popularmente denominada no Brasil como “dança do ventre” por consequência dos movimentos de dobradura da moeda no abdômen, imagem que impressionou os latino-americanos e os americanos. Em inglês, “belly dance” (dança do ventre), e, pelos franceses, com muito mais distinção, como “bela dança” (belle danse). A “dança do leste”, ou “dança oriental”, tradução do árabe para o português, desenvolveu-se no Brasil muito diferente das autênticas técnicas orientais, misturando samba, bolero, ballet e até lambada, sem a necessária base técnica. Algumas dançarinas, mal-orientadas, chegaram a confundir músicas folclóricas e religiosas com músicas de dança. Para os eufóricos leigos, tudo é lindo! (mais…)

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Filosofias invisíveis

Por Renata Machado, Rádio Yandê

Nossas histórias não fazem parte dos seus mitos. A palavra mithós de origem grega carregada de significado é frequentemente utilizada de forma pejorativa, inferiorizando as histórias de outras culturas consideradas sem base científica para o espaço acadêmico. Sabemos que dentre muitas outras fazem parte do vocabulário adotado por grande parte das pessoas que utilizam a base acadêmica padrão. E principalmente ao explicar usam bibliografias que descrevem como mitos, afinal são quase as únicas existentes.  (mais…)

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Defensoria MS firma compromisso com indígenas para garantir direito à convivência familiar de crianças e adolescentes

A Defensoria Pública de Mato Grosso do Sul, por meio do Núcleo de Promoção e Defesa dos Direitos da Criança (Nudeca), participou de reuniões com lideranças indígenas na semana passada para pensar em estratégias que garantam o direito à convivência familiar de crianças e adolescentes das aldeias do Estado.

Na quinta-feira, 30, as defensoras públicas de segunda instância Neyla Ferreira Mendes e Marisa Nunes dos Santos Rodrigues, coordenadora do Nudeca, estiveram em Bela Vista, na comunidade Tekoha Pirakuá e se encontraram com representantes do Conselho Aty Guassu, maior representação política dos indígenas Guarani Kaiowá. (mais…)

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O que os jovens indígenas querem?, por Denilson Baniwa

Da Rádio Yandê

“Às vezes é preciso ser louco para se dizer o óbvio”, essa é uma frase que lembro ser dita por uma professora do ensino médio que algum tempo depois aqui no Facebook descobri que era do Erasmo de Roterdã, escrito em um livro chamado “O elogio da loucura”.

Mas, o que isso quer dizer? Não sei. Não consigo dormir há alguns meses: a cabeça com mil pensamentos, ansiedade, medo de falhar e cair? Não sei ao certo! (mais…)

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Ifam de São Gabriel faz primeira seleção do Brasil com redação em língua indígena

São Gabriel da Cachoeira é o município mais indígena do país; 18 idiomas indígenas são falados no município e todos podem ser utilizados na prova do processo seletivo

Por Vitor Gavirati, de Manaus, em A Crítica

O campus do Instituto Federal do Amazonas (Ifam) de São Gabriel da Cachoeira lançou o primeiro processo seletivo do Brasil em que o candidato pode escrever a redação em uma língua indígena. No município que fica a 856 quilômetros de Manaus, 90% da população é indígena, sendo que a cidade é a com maior predominância de indígenas no país. (mais…)

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Quilombo do Camorim, Recentemente Tombado pelo IPHAN, Comemora Dandara e Zumbi em Jacarepaguá

Tânia de Oliveira – RioOnWatch

No dia 26 de novembro, finalizando a semana da Consciência Negra, foi realizada a 16ª edição da tradicional feijoada em homenagem a Dandara e Zumbi dos Palmares pela Associação Cultural Quilombo do Camorim (ACUCA), em Jacarepaguá, Zona Oeste do Rio de Janeiro, sendo a primeira no próprio território quilombola, o que tornou esse dia ainda mais especial. (mais…)

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Duelo na Escola da Magistratura do Rio: Las Casas versus Sepúlveda. Por José Ribamar Bessa Freire

No Taqui Pra Ti

Se William Bonner anunciar no Jornal Nacional – não, espera lá, o JN não vale porque ninguém acredita nele – mas se o Ricardo Boechat noticiar no Jornal da Band que uma nave espacial pousou no planeta Marte e descobriu a existência de seres extraterrestres, como é que nós, humanos, iremos classificá-los e tratá-los? ET é gente como a gente?   (mais…)

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Solidão, falta de acolhimento e discriminação: barreiras para a permanência de indígenas na universidade

Por Luís Eduardo Gomes, no Sul 21

Quais são as principais dificuldades que levam os indígenas a abandonarem a universidade? Essa foi uma das questões debatidas no II Encontro Regional dos Estudantes Indígenas da Região Sul (2º Erei-Sul), realizado na Faculdade de Direito da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), entre quinta (30) e sexta-feira (1º) da semana que passou, e que também discutiu temas como ingresso do indígena na universidade, sua permanência, formação, pós-formação, avanços já registrados nas políticas afirmativas, no acolhimento aos estudantes e o que pode melhorar no futuro. (mais…)

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Projeto sobre plantas medicinais desenvolvido por professor indígena de RO concorre a prêmio nacional

Alexandre Surui concorre a etapa nacional do prêmio ‘Respostas para o Amanhã’. Uma das etapas do projeto é a escolha feita pela população pelo voto popular

Por Magda Oliveira, G1 Cacoal e Zona da Mata

O ‘Plantas Medicinais do Povo Paiter: Resgatando os Conhecimentos Tradicionais’, desenvolvido pelo professor indígena Alexandre Suruí, está concorrendo a etapa nacional do prêmio ‘Respostas para o Amanhã’.

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