Nota do MAB sobre o desmonte do Conselho Nacional de Recursos Hídricos

No Mab

O Movimento dos Atingidos por Barragens vem, por meio desta, manifestar publicamente o total repúdio em relação a mais um ataque antidemocrático concretizado pelo governo do, até então, presidente Jair Messias Bolsonaro. A revogação efetivada dos Decretos 4.613/2003 e 5.263/2004 são o espelho de um processo contrário ao povo, que o país vem sofrendo de forma significativa e diária.

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O PT foi pragmático para chegar ao poder. Mas se recusa a dar as mãos na hora de defender o país. Por João Filho

No The Intercept Brasil

AS ELEIÇÕES DE 2022 já começaram. Ainda é cedo, mas os ataques mútuos entre Doria e Bolsonaro marcam o início da disputa para atrair o eleitorado identificado com a direita. Enquanto isso, a esquerda segue dividida, desarticulada e paralisada diante da violência do bolsonarismo no poder.

Na última segunda-feira, foi lançado na PUC, em São Paulo, um manifesto que busca reorganizar a oposição. Batizado de “Direitos Já! – Fórum pela Democracia”, o movimento é uma tentativa de formar uma frente ampla em defesa da democracia contra os ataques do governo Bolsonaro. O nome do movimento é uma referência às Diretas Já, criado no início dos anos 1980, quando o campo democrático, ainda sob a ditadura, se uniu para reivindicar eleições presidenciais diretas.

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Janio de Freitas: Futuro do país é jogado aos tubarões

Por Eleonora de Lucena e Rodolfo lucena, no Tutameia

“O impeachment foi uma construção gigantesca, política e institucional. Até a direita diz que ainda estamos pagando o preço do impeachment. Não seria cabível que uma malandragem contábil gerasse aquilo tudo. O tiro de meta pode e deve ter sido brasileiro. Mas não tenho dúvida de que houve –e há–, nos nossos dias ainda, uma presença americana na orientação, na indução e na definição dos caminhos que o Brasil tem seguido, inclusive no impeachment”.

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Seminário exige país soberano e retomada do projeto de desenvolvimento nacional

Conferência “O Brasil é dos Brasileiros” aconteceu na manhã deste sábado (31), durante a 18ª Jornada de Agroecologia

por Lu Sudré e Pedro Carrano, no Brasil de Fato

O terceiro dia da 18ª Jornada de Agroecologia, em Curitiba (PR), foi aberto pela conferência “O Brasil é dos Brasileiros”, um espaço de aprofundamento, preparação e mobilização contra as ameaças à soberania nacional e contra a entrega dos recursos naturais brasileiros que vem ocorrendo nos últimos anos. 

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David Harvey: “O maior perigo hoje é o pessimismo”

Geógrafo marxista vê possibilidade de a esquerda “voltar mais forte do que antes” no Brasil e na América Latina

Por Cris Rodrigues, no Brasil de Fato

“Vocês já passaram por situações piores antes, durante o regime militar, e conseguiram sobreviver. E saíram desse período com um movimento democrático mais forte”, afirma o geógrafo britânico David Harvey. 

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Boaventura: a política em tempos de cólera

Em crise civilizatória aguda, velhas estratégias e táticas não servem. Surgiram dois horizontes. Num, é preciso proteger a democracia. Noutro, acolher novos projetos de política, afeto, produção e consumo, que emergem em especial entre os jovens

por Boaventura de Sousa Santos, em Outras Palavras

Apesar de haver máquinas de secar roupa, a maioria das pessoas do mundo (quase sempre mulheres) secam a roupa em varais de metal, de corda de cânhamo ou de madeira. Ramos de árvore também podem servir de varal. A técnica de estender a roupa varia de país para país, mas há certas regras de observância geral. Assim, a roupa tem de ser bem estendida para garantir a maior exposição ao sol e ao vento, o peso da roupa tem de ser calibrado com a resistência do varal, no caso de a roupa poder cair com alguma turbulência é conveniente segurá-la com um prendedor ou algo semelhante. Estender a roupa no varal é um trabalho minucioso que obriga a ter bem presente a roupa e o varal para a operação ter sucesso. Mas quem se habituou a estender a roupa no varal sabe que, ao mesmo tempo que se olha com atenção para o que está na frente dos olhos, é preciso ter presente a época do ano, a meteorologia, a incidência do sol, a força e a direção do vento, a poluição atmosférica e até a segurança do varal, se há a possibilidade de ladrões roubarem a roupa.

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Observatório promove o Fórum de Resistência Democrática no Rio

Não há democracia sem a convivência com o diferente. Sem tolerância não é possível democracia.” (+) “Não junto a minha voz à dos que, falando em paz, pedem aos oprimidos, aos esfarrapados do mundo, a sua resignação. Minha voz tem outra semântica, tem outra música. Falo da resistência, da indignação,da ‘justa ira’ dos traídos e dos enganados. Do seu direito e doseu dever de rebelar-se contra as transgressões éticas de que são vítimas cada vez mais sofridas.” – Paulo Freire

No Observatório da Democracia

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Em tempos de democracia iliberal, a proposta é aprofundar e radicalizar a democracia. Entrevista especial com Tatiana Roque

Por: João Vitor Santos, em IHU On-Line

De um lado, o Governo de Jair Bolsonaro prega, através do Future-se, a emergência de qualificar e tornar mais produtivo o trabalho de ensino e pesquisa nas universidades públicas. De outro, insufla um negacionismo do caos climático, enquanto fazendas avançam sobre áreas de mata  e  agrotóxicos passam a ser mais liberados do que nunca. Para a professora  Tatiana Roque, tudo isso são faces de uma mesma moeda e revelam uma intenção muito clara do Governo Bolsonaro. “Este governo não tem nenhum projeto para a universidade pública e para a pesquisa científica”, dispara. E segue: “a ala mais bolsonarista do governo tem uma agenda ideológica que identifica a universidade à esquerda e incentiva, com esse discurso, uma perseguição à comunidade universitária. Já a ala ultraliberal tem a única agenda de diminuir o financiamento público”.

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Bolsonaro é o maestro da guerra de ódio no Brasil, diz ex-ministro de FHC

José Carlos Dias defende que é preciso unir no mesmo palanque forças de direita e esquerda contra a “ditadura pelo voto”

Por Anelize Moreira, no Brasil de Fato

Jair Bolsonaro (PSL) é o primeiro presidente da República, desde a redemocratização do Brasil, que exalta a ditadura militar e tem como herói nacional o coronel Brilhante Ustra, chefe do DOI-Codi, militar condenado por tortura. A admiração foi ressaltada durante um almoço com a viúva do torturador, Maria Joseíta Silva Brilhante Ustra, na última quinta-feira (8),  dias depois de ter atacado a memória da família do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Felipe Santa Cruz, que teve o pai morto nos anos de chumbo.

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