Único da turma, indígena cursa direito na Bahia para tentar ajudar comunidade: ‘Necessidade da luta pelo meu povo’

Jovem conversou com o G1 nesta quinta-feira (19), Dia do Índio. Reportagem fez levantamento sobre alunos autodeclarados indígenas em universidades públicas.

Por Juliana Almirante*, G1 BA

estudante de direito da Universidade Federal da Bahia (Ufba) Kâhu Pataxó, de 27 anos, saiu da aldeia Coroa Vermelha, na cidade de Santa Cruz Cabrália, na região da Costa do Descobrimento, no extremo sul da Bahia, para estudar em Salvador e tentar ajudar seu povo na luta por direitos. Ele conversou com o G1 nesta quinta-feira (19), Dia do Índio.

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Dia do Índio: amazonense que fez vaquinha para estudar conta trajetória até UnB

Ingrid Rodrigues é 1ª indígena do povo Paumari a ingressar em universidade. Estudante de direito espera por bolsa para permanecer no curso

Por Marília Marques, G1 DF

Primeira indígena do povo Paumari – aldeia no sul do Amazonas – a entrar em uma universidade, a estudante de direito Ingrid Rodrigues, de 20 anos, tem sonhos ainda mais altos: ser a primeira indígena do país a se tornar juíza.

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Estudantes indígenas são os que menos contam com apoio público para pagar a universidade

Estudantes indígenas são os que menos contam com apoio público para pagar a universidade

Por Carolina Dantas, G1

Os estudantes indígenas formam o grupo com menor percentual de atendimento nas três principais políticas públicas de acesso ao ensino superior. Segundo os dados mais recentes do Censo da Educação Superior, 63% dos indígenas que estavam matriculados em 2016 não conseguiram vaga na rede pública, não foram selecionados para contratos do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e nem para obter bolsas do Programa Universidade para Todos (Prouni) para custear faculdade privada.

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Escola Sem Partido: Depois do esculacho, como fica a vida?

Três professores expostos pelo Escola Sem Partido contam o que sofreram e por que não desistiram de seguir lecionando

Na Revista Digital Nova Escola

Três datas que mudaram a vida de três professores. Para Valéria Borges, foi 22 de maio de 2017. Numa sala de 3º ano do Ensino Médio do Liceu Nilo Peçanha, em Niterói (RJ), a professora concluía uma explicação sobre a ascensão da juventude hitlerista. Fez um aparte para responder a um aluno que comparava Adolf Hitler com o deputado Jair Bolsonaro, pré-candidato do PSL à presidência. “Ele era LGBT e se sentia oprimido pelas falas de Bolsonaro. Empatizei com ele, sou uma professora de discurso forte quando atacam direitos humanos”, afirma. Durante o breve comentário – pouco mais de dois minutos numa aula de 1 hora e 40 minutos –, Valéria criticou o deputado e seus apoiadores, chamando-os de homofóbicos e misóginos. A intervenção foi gravada. Acabou caindo na internet, onde viralizou. (mais…)

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MPF participa de reunião com lideranças indígenas das aldeias Wajãpi

Saúde, educação e regularização fundiária foram assuntos tratados no encontro

Ministério Público Federal no Amapá

O Ministério Público Federal (MPF) no Amapá participou, no fim de março, da Assembleia Geral promovida pelo Conselho das Aldeias Wajãpi (Apina). Representado pelo procurador da República Alexandre Guimarães, o MPF discutiu demandas apresentadas pelas lideranças indígenas, em especial, sobre saúde, educação e regularização fundiária. O encontro ocorreu na Terra Indígena Wajãpi, em Pedra Branca do Amapari, a 200 km da capital Macapá (AP). (mais…)

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Estado do RS deverá ampliar duas escolas indígenas no noroeste gaúcho

Decisão do TRF4 acolhe pedido do MPF e mantém sentença que buscou oferecer condições mínimas aos alunos, que aguardam as obras desde 2010

Ministério Público Federal na 4ª Região

O Tribunal Regional Federal da 4ª Região decidiu, por unanimidade, que o Estado do Rio Grande do Sul deve ampliar duas escolas existentes na Terra Indígena Guarita, no noroeste gaúcho. O processo foi movido pelo Ministério Público Federal (MPF) em 2015, tendo em vista as condições precárias oferecidas aos alunos e que as melhorias constam da lista de prioridades da Coordenadoria Regional de Educação desde fevereiro de 2010. (mais…)

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Ao fechar Escola, Estado corta vínculo com comunidades do Campo

Na Asa Brasil

No semiárido paraibano, na pequena Sumé que tem 16.872 mil habitantes, três escolas do campo acolhem crianças e jovens que vivem no meio rural. São 33 instituições de ensino a menos, segundo a professora Maria Liliana da Silva. Ela conta que no ano 2000, a cidade contava com 36 unidades escolares. Em Piracuruca, no Piauí, funcionavam 28 escolas no campo há cerca de três anos, e agora só estão funcionando nove. Basta chegar a qualquer cidade do Semiárido para saber de alguma história de fechamento de escola. Para alguns, um processo naturalizado, para muitos o enterro de um projeto de vida da comunidade. (mais…)

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Coalizão da sociedade civil lança mobilização nacional pela revogação do teto dos gastos

Mobilização vai até 28 de abril e propõe a realização de rodas de conversa pelo país em prol do fim da política econômica de austeridade e da Emenda Constitucional 95.

Por Terra de Direitos

Redes e entidades de sociedade civil, movimentos sociais, conselhos nacionais e pesquisadoras e pesquisadores de várias áreas das políticas sociais realizam a primeira mobilização nacional da Campanha Direitos Valem Mais, Não aos Cortes Sociais: por uma economia a favor da vida e contra todas as desigualdades. A Campanha foi lançada em março deste ano no Fórum Social Mundial (FSM), realizado em Salvador (BA). (mais…)

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As violações sobre o direito à Educação Escolar Indígena do povo Maku Nadëb (AM)

O objetivo é trazer ao conhecimento público e das autoridades competentes as violações de direitos na Educação Escolar Indígena do povo Maku Nadëb, que vive nas aldeias Jeremias e Jutaí, pertencentes à Terra Indígena (TI) Paraná do Boá-boá, município de Japurá, e Nova São Joaquim, TI Uneuxi

por Cimi e Cáritas de Tefé (AM)

Estudo de caso sobre as violações do direito à Educação Escolar Indígena nas aldeias Jutaí, Jeremias e Nova São Joaquim do povo Maku Nadëb

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MPF assegura na Justiça escola indígena para crianças xavantes

Finalidade é evitar risco iminente da morte da língua e da cultura do povo Ofayé-Xavante

Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3)

A Sexta Turma do Tribunal Regional Federal (TRF3), por maioria, negou provimento ao recurso do estado do Mato Grosso do Sul e manteve sentença que o obriga a compartilhar com o município de Brasilândia (MS) a responsabilidade de assegurar o ensino da língua Ofayé-Xavante. (mais…)

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