Empresários invadem território indígena no AM e ameaçam destruir escolas

Justiça Federal determinou que a Polícia Federal e o Exército Brasileiro garantam proteção aos indígenas da etnia Mura, em Careiro Castanho

por Cley Medeiros, em A Crítica

Munidos com motosserra e machados, o grupo de empresários que invadiu o território indígena Mura, localizado no município de Careiro Castanho, distante 120 quilômetros de Manaus, no sábado (16), ameaça destruir escolas e casas dos indígenas da aldeia Piranha.

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Melhorias na educação básica é tema de audiência pública em Amajari (RR) nesta sexta (23)

Projeto MPEduc visita o município para fiscalizar aplicação das verbas públicas para Educação

Procuradoria da República em Roraima

O Ministério Público Federal (MPF) e o MP do Estado de Roraima (MPRR) vão realizar, no dia 23 de agosto, o projeto Ministério Público pela Educação (MPEduc). O objetivo é fiscalizar a execução das políticas públicas estabelecidas pelo Ministério da Educação (MEC), bem como a adequada destinação de recursos públicos, além de identificar os motivos dos baixos índices de desenvolvimento da educação básica (IDEB).

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‘O capital está reivindicando para si o direito de fazer a base curricular e a formação do professor’

por Marco Weissheimer, em Sul21

Em 2006, um grupo de banqueiros e empresários criou o movimento Todos pela Educação , um articulação do setor privado que se colocava à disposição de governos para construir projetos de parceria com o setor público e ofertar tecnologias educacionais. Com uma estratégia suave de atuação, esse movimento empresarial foi crescendo e se entrelaçando cada vez com o setor público. Eles elaboraram um diagnóstico, identificando uma série de problemas que existiam na organização e gestão do ensino público, e passaram a oferecer seus serviços para resolver esses problemas. Nos últimos anos, esse movimento vem ganhando cada vez mais espaço e, partir da derrubada da presidente Dilma Rousseff e agora da eleição de Jair Bolsonaro, vem aprofundando a ofensiva sobre recursos públicos até então destinados à educação pública.

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Future-se e o capitalismo universitário. “Trata-se de transformar a universidade, de um bem comum, em investimento lucrativo”. Entrevista especial com Boaventura de Sousa Santos

Por João Vitor Santos e Wagner Fernandes de Azevedo, em IHU On-Line

capitalismo compreendeu que mercantilizar a educação é extremamente lucrativo. No entanto, essa construção não é recente. A ciência construiu-se como um conhecimento colonizador, subjugando e exterminando os conhecimentos que buscavam a interligação do ser humano e a natureza. O conhecimento abstraído, separado e fragmentado, constitui-se como base da exploração da Terra e dos povos que a ela se identificavam. O sociólogo português Boaventura de Sousa Santos explica, em entrevista concedida por e-mail à IHU On-Line, que “a concepção [de natureza] que foi adotada nas colônias foi a concepção cartesiana porque era essa a que permitia explorar os recursos naturais sem limite e mesmo considerar os povos nativos como parte da natureza e, tal como ela, totalmente disponíveis para os interesses coloniais”.

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Projeto ‘Para Acabar com Escravidão Somente com Educação’ é realizado em escola de Rondonópolis (MT)

O projeto foi desenvolvido em parceria da Pastoral da Terra, através de Campanha de Prevenção e Combate ao Trabalho Escravo, com Escola Municipal do Assentamento Chico Mendes, no Mato Grosso.

por CPT-MT

Na última quarta-feira, 14 de agosto, a Comissão Pastoral da Terra no Mato Grosso (CPT-MT) realizou, em parceria com a Escola Municipal 14 de Agosto, situada no Assentamento Chico Mendes, no município de Rondonópolis, o encerramento do projeto ‘Para Acabar com Escravidão Somente com Educação’, que ganhou esse nome pelos próprios estudantes.

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Por que a educação voltou às ruas?

Só neste ano, governo já cortou R$5,8 bilhões na área. Nessa cruzada contra o conhecimento, já não há recursos para livros didáticos na educação básica, para auxiliar estudantes de baixa renda e para a produção científica

por Cleo Manhas, em Outras Palavras

O novo contingenciamento do orçamento federal afeta a educação frontalmente. Com a suspensão de R$ 348 milhões, novamente, os livros didáticos ficaram em último plano. Considera-se dentro desta ação, de acordo como o SIOP/Ministério da Educação, os seguintes insumos: obras didáticas e literárias, de uso individual ou coletivo, acervos para bibliotecas, obras pedagógicas, softwares e jogos educacionais, materiais de reforço e correção de fluxo, materiais de formação e materiais destinados à gestão escolar, entre outros materiais de apoio à prática educativa, inclusive em formatos acessíveis. 

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Em tempos de democracia iliberal, a proposta é aprofundar e radicalizar a democracia. Entrevista especial com Tatiana Roque

Por: João Vitor Santos, em IHU On-Line

De um lado, o Governo de Jair Bolsonaro prega, através do Future-se, a emergência de qualificar e tornar mais produtivo o trabalho de ensino e pesquisa nas universidades públicas. De outro, insufla um negacionismo do caos climático, enquanto fazendas avançam sobre áreas de mata  e  agrotóxicos passam a ser mais liberados do que nunca. Para a professora  Tatiana Roque, tudo isso são faces de uma mesma moeda e revelam uma intenção muito clara do Governo Bolsonaro. “Este governo não tem nenhum projeto para a universidade pública e para a pesquisa científica”, dispara. E segue: “a ala mais bolsonarista do governo tem uma agenda ideológica que identifica a universidade à esquerda e incentiva, com esse discurso, uma perseguição à comunidade universitária. Já a ala ultraliberal tem a única agenda de diminuir o financiamento público”.

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Nota da Associação Brasileira de ONGs contra o desmonte da Educação e a privatização das universidades

Por ocasião da movimentação popular para o “Tsunami da Educação” e contra o desmonte da Previdência Social, com atos públicos realizados em ao menos 80 cidades do Brasil no dia 13 de agosto de 2019, a Abong reafirma sua posição a favor do investimento na educação essencialmente pública, laica, de qualidade e contra a proposta de reforma do sistema previdenciário que tramita no Congresso Nacional.

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Ranking que avalia produção científica classifica a USP como a 8ª melhor do mundo

Centro de Estudos da Universidade de Leiden tem como base de dados a plataforma Web of Science

Por Adriana Cruz, no Jornal da USP

ranking produzido pelo Centro de Estudos em Ciência e Tecnologia (CWTS, na sigla em inglês) da Universidade de Leiden, na Holanda, classificou a USP como a 8ª melhor universidade do mundo. A Universidade manteve a mesma posição alcançada em 2018.

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Democracia não funciona quando há pessoas passando fome, diz pesquisadora alemã

Por Ligia Guimarães, na BBC News Brasil

É errado culpar a popularidade das redes sociais por fenômenos que parecem enfraquecer a democracia atual, como a polarização do debate eleitoral, a propagação de notícias falsas durante as campanhas e os ataques virtuais a adversários políticos. Mesmo antes da digitalização, os modelos tradicionais de democracia e política já tinham seu futuro ameaçado pela própria decepção do eleitorado com seus representantes.

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