Comunidade consegue na justiça reabertura de escola do campo na Paraíba

Por Lanna Cecília, do MPA, e Áurea Olímpia, da ASPTA, na Asa

Numa região em que 676 escolas foram fechadas em apenas nove anos, uma comunidade organizada e mobilizada mostra que é capaz de lutar contra este desfecho. Foi o que aconteceu com a Escola Municipal Maria Emília Maracajá, que funciona há 31 anos na zona rural de Areia, município do Brejo paraibano. O prefeito João Francisco de Albuquerque (PSDB) decidiu fechá-la em janeiro passado. Entendendo que a instituição é um bem público, a comunidade escolar resolveu correr atrás de seus direitos. (mais…)

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Estudantes indígenas e quilombolas marcham e fazem ato em Brasília por política de permanência nas universidades

Em primeiro dia de mobilização na capital federal, estudantes indígenas e quilombolas buscaram agenda com governo federal e apoio parlamentar

por Guilherme Cavalli e Tiago Miotto , em Cimi

Dando início a uma semana de mobilização nacional, os estudantes indígenas e quilombolas realizaram ontem (19) pela manhã uma marcha em Brasília e um ato em frente ao Palácio do Planalto, onde bloquearam as vias de trânsito. Estudantes reivindicam a consolidação de políticas públicas de permanência no ensino superior e cobram a garantia da Bolsa Permanência a todos os indígenas e quilombolas que já se matricularam no primeiro semestre do ano e que vão se matricular no segundo. (mais…)

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Unifap acata recomendação do MPF e abre processo seletivo diferenciado para indígenas e quilombolas

Oitenta e oito vagas em sete cursos são ofertadas no campus Binacional, em Oiapoque-AP

Ministério Público Federal no Amapá

Após recomendação do Ministério Público Federal (MPF), a Universidade Federal do Amapá (Unifap) abriu Processo Seletivo Extraordinário para indígenas e quilombolas para o 2º semestre letivo de 2018. São disponibilizadas 88 vagas nos cursos de graduação do campus Binacional, localizado no município de Oiapoque (AP). Com a medida, o MPF espera que a participação dos indígenas e quilombolas no ensino superior se torne mais igualitária, levando em consideração o processo diferenciado de ensino das comunidades.  (mais…)

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Estudantes indígenas e quilombolas marcham hoje (19) em Brasília por Bolsa Permanência

A marcha por políticas públicas de inclusão e permanência nas universidades sai da Catedral de Brasília às 9h e segue até a Praça dos Três Poderes

Cimi

Estudantes indígenas e quilombolas de todo o Brasil realizarão uma marcha hoje (19) pela manhã em Brasília, lutando por políticas públicas de acesso e, principalmente, de permanência no ensino superior. A garantia da Bolsa Permanência a todos os estudantes indígenas e quilombolas na universidade, inclusive os que estão se formando e os que vão ingressar no segundo semestre deste ano, é a principal pauta do movimento – que, além da pauta imediata, quer que o programa de bolsas seja transformado em lei. (mais…)

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Estudantes indígenas e quilombolas reivindicam Projeto de Lei para a Bolsa Permanência

O movimento estudantil indígena e quilombola realiza durante esta semana, em Brasília, mobilizações e debates ao redor da demanda, entre outros debates

No Cimi

“Não aceitaremos retirada de direitos. Nos mobilizamos por se tratar de uma causa de justiça, vida e dignidade dos povos que desejam ter condições de ocupar e pintar de jenipapo e urucum a academia”. Este é o recado dado em nota pública pelo Movimento Nacional dos Estudantes Universitários Indígenas e Quilombolas ao Ministério da Educação, que pretende reduzir e até acabar com a Bolsa Permanência. (mais…)

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Em Brasília, encontro nacional celebra os 20 anos do Pronera

800 educadores e educadoras se reuniram em quatro dias de debates sobre a educação popular

Texto e imagem por Juliana Adriano, em Página do MST

Entre os dias 12 e 15 de junho, cerca de 800 camponeses e camponesas, educadores de escolas, institutos federais, centros familiares de formação por alternância, universidades, gestores públicos e integrantes de movimentos sociais populares e sindicais, se reuniram na Universidade de Brasília (UnB) para o Encontro Nacional 20 anos da Educação do Campo e do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera). (mais…)

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Índios na Universidade: a bolsa ou a vida? Por José Ribamar Bessa Freire

“Eu não falo bem o português, porque não nasci dentro dessa língua.
Eu nasci fora dela. Eu nasci dentro da minha língua Ticuna”.
(Adélia Bittencourt)

No Taqui Pra Ti

Novecentos reais é muito ou pouco? Depende. Para 4.000 índios e quilombolas, essa quantia mensal é a própria vida mantida pela bolsa permanência na universidade. Mas para o bolso do ministro da Educação, Rossiele Soares (DEM vixe vixe), é uma gorjeta, uma merreca que sai na urina. Com perfil ideal para compor o ministério do Temer, ele já foi condenado pelo Tribunal de Contas do Estado a devolver R$1.4 milhões por não comprovar o uso dos recursos financeiros, quando gestor do Fundo Estadual de Incentivo à Educação no Amazonas. Tal bufunfa, se dividida em R$900,00 mensais, mantém um índio na Universidade durante 130 anos. (mais…)

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PFDC destaca papel da educação para a garantia de direitos no campo

“A escola tem papel central nesse desafio, pois é a partir dela que se poderá apresentar as narrativas, saberes e conhecimentos até então silenciados – fruto de uma sociedade fortemente marcada pelo colonialismo, a escravidão e o patriarcado, e que estabeleceu uma cultura de privilégios para um determinado grupo e de exclusão para outros”.

PFDC

O papel da educação para a garantia de direitos no campo foi tema central do ato realizado quinta-feira (14/6), em Brasília, durante o encontro nacional que celebra os 20 anos do Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária (Pronera). (mais…)

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‘A educação está nocauteada’. Entrevista com Gaudêncio Frigotto

Michel Temer completou no mês de maio dois anos à frente do Executivo. Desde que assumiu, seu governo vem implementando uma agenda de reformas na educação que é alvo de críticas de educadores. Medidas como a reforma do ensino médio, a Base Nacional Comum Curricular e também a Emenda Constitucional 95 estão entre as medidas que mais impactaram a educação no período. Para Gaudêncio Frigotto, professor do Programa de Pós Graduação de Políticas Públicas e Formação Humana da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), o governo Temer representa o maior retrocesso para as políticas de educação dos últimos 70 anos. Nesta entrevista, ele fala sobre porquê chegou a essa conclusão.

André Antunes e Cátia Guimarães – EPSJV/Fiocruz (mais…)

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