Nota da Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro (Foirn) contra a Municipalização da Saúde Indígena

A Federação das Organizações Indígenas do Rio Negro – FOIRN, Órgão representativo dos povos e do movimento indígena da região do Rio Negro, situada no extremo noroeste do estado do Amazonas, que inclui os municípios de Barcelos, Santa Isabel e São Gabriel da Cachoeira, na tríplice fronteira (Brasil-Colômbia-Venezuela), considerando a conquista da III Conferencia Nacional de Saúde, que aprova a criação do Subsistema de Saúde Indígena;

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Meias Verdades à Meia Luz. O Ministro da Saúde e a Saúde Indígena

Na Apoinme Brasil

Em menos de um mês de governo nenhum grupo social do país foi alvo de tantas ações contra seus direitos constitucionais quanto nós, povos indígenas do Brasil. A FUNAI foi retirada do Ministério da Justiça, a demarcação de terras foi para o Ministério da Agricultura, retirando assim as principais atribuições da FUNAI, dentre as quais os estudos de identificação e delimitação de terras indígenas, a fiscalização e proteção das áreas demarcadas e daquelas onde estão localizados os parentes que ainda vivem em isolamento voluntário. É preciso lembrar que o Ministério da Agricultura é comandado por fazendeiros que se opõem historicamente aos nossos direitos e agora detém a atribuição de realizar estudos de identificação, delimitação, demarcação, desintrusão e registro dos territórios que requeremos e os requeremos por conta de nossa ligação histórica com eles, ainda que tenhamos sido expropriados dos mesmos ao longo do processo colonizatório ainda em curso no Brasil.

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Nove filmes para debater a reforma psiquiátrica e os retrocessos do governo Bolsonaro

Reforma psiquiátrica brasileira é um movimento social, político e institucional pela extinção do modelo manicomial

Por Cecília Figueiredo, no Brasil de Fato

A reforma psiquiátrica brasileira é um movimento social, político e institucional pela extinção do modelo asilar-manicomial, ou seja, do tratamento desumano dispensado a pessoas com sofrimento mental. Por décadas, elas eram internadas em hospitais psiquiátricos, submetidas a tratamentos violentos, muitas vezes sem comprovação científica. Esta semana, uma nota técnica do Ministério da Saúde do governo Bolsonaro (PSL) fez renascer o fantasma dos manicômios no Sistema Único de Saúde (SUS).

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“É inevitável a volta dos manicômios”, lamenta ex-ministro Temporão

Para o médico, texto do Ministério da Saúde que libera eletrochoque e internação de crianças traz de volta uma velha disputa política

Por Thais Reis Oliveira, na CartaCapital

Na ultima quarta 6, o Ministério da Saúde propôs novas diretrizes para as políticas nacionais de saúde mental e drogas. Em linhas gerais, o texto ampara o fim da política que substitui o atendimento em hospitais psiquiátricos – alvo de várias denúncias de violações – por serviços abertos e de base comunitária como os CAPS (Centros de Atendimentos Psicossociais).

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Texto do Ministério da Saúde dá aval ao eletrochoque

Nota técnica orienta compra de aparelhos no SUS, além de pregar abstinência para usuários de drogas e leitos psiquiátricos infantis

Por Lígia Formenti, em O Estado de S.Paulo

BRASÍLIA – Documento do Ministério da Saúde publicado esta semana dá sinal verde para a compra de aparelhos de eletroconvulsoterapia (os eletrochoques) para o Sistema Único de Saúde (SUS) e reforça a possibilidade da internação de crianças em hospitais psiquiátricos. O texto ainda prega a abstinência para o tratamento de dependentes de drogas.

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Especialistas consideram que plano de carreira não conseguirá substituir Mais Médicos

Pretensão do governo Bolsonaro de encerrar o programa foi confirmada por uma secretária do ministério da Saúde

por Rute Pina, em Brasil de Fato

O governo de extrema direita de Jair Bolsonaro (PSL) deve substituir o programa Mais Médicos por um novo plano de carreira público, para tornar regiões remotas do país mais “atrativas” para os profissionais de saúde.

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Manifesto do SINDCOPSI em defesa do subsistema de atenção à saúde indígena

O Sindicato dos Profissionais e Trabalhadores da Saúde Indígena se posiciona em relação a declarações do novo Ministro da Saúde e contra a municipalização da saúde indígena

“A Secretaria Especial de Saúde Indígena – SESAI, foi instituída pelo decreto nº 7.336, de 19 de outubro de 2010. É a unidade integrante da estrutura do Ministério da Saúde responsável por coordenar a Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas e, também, por todo o processo de gestão do Subsistema de Atenção à Saúde Indígena no âmbito do Sistema Único de Saúde – SasiSUS.

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Saúde indígena tem déficit de R$ 27 milhões por ano em MS

Por Valéria Araújo, no Dourados Agora

Apesar de concentrar a maior população indígena, com 80 mil índios, o Distrito Sanitário Especial de Saúde Indígena (Dsei/Sesai) de Mato Grosso do Sul é o que recebe o menor orçamento (per capita) do País. De acordo com a Conselho Distrital de Saúde Indígena, o déficit é de R$ 27 milhões por ano. Enquanto o ideal seria em torno de R$ 71 milhões, o setor recebe apenas R$ 44 milhões.

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#2019indigena: MPF/SC visita a terra indígena Toldo Chimbangue em Chapecó

Na oportunidade, foi realizada uma reunião com lideranças Guarani

Ministério Público Federal em SC

Dando seguimento à atuação prioritária em 2019 na defesa dos direitos dos povos indígenas, o Ministério Público Federal em Santa Catarina (MPF/SC) visitou os indígenas Guarani que residem há alguns anos, provisoriamente e de forma precária, no interior da terra indígena Toldo Chimbangue, da etnia Kaingang, localizada no município de Chapecó. O encontro com as lideranças e os demais indígenas presentes ocorreu no dia 15 de janeiro.

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O tempo da medicina virtual

O anúncio, pelo Hospital Albert Einstein, de que vai passar a oferecer consultas médicas online está causando polêmica entre profissionais. Até o CFM já se manifestou contra

Por Luiz Vianna Sobrinho, no Outra Saúde

Nosso tempo será diferente. Deixará marcas na história. Pela própria forma e velocidade com que os fatos estão surgindo e embaralhando a nossa noção de tempo, nos atropelando.

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