CNDH emite recomendação para suspensão imediata de despejos e apuração da violência policial contra as famílias da ocupação União Recanto Cinco Estrelas, em Mato Grosso

Na CPT

O Conselho Nacional dos Direitos Humanos – CNDH publicou uma recomendação ao governo do estado do Mato Grosso e a outras instituições para a adoção de medidas para suspender imediatamente a realização de despejos administrativos e extrajudiciais e para a apuração rigorosa de eventual abuso de autoridade praticado por policiais militares durante despejo sem ordem judicial de juízo competente, ocorrido na Fazenda Cinco Estrelas, na cidade de Novo Mundo, no norte do estado. (mais…)

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Comitiva da ONU visita comunidades quilombolas na região metropolitana de Salvador (BA)

Organização avaliou proteção e garantia de direitos de comunidades tradicionais, como acesso a território e água

Da Redação Brasil de Fato*

Os povos e comunidades tradicionais são responsáveis pela preservação de um terço das florestas do Brasil, de acordo com o Instituto Socioambiental (ISA). No entanto, muitos vivenciam a frequente violação de seus direitos, como o acesso ao território, à água e a políticas públicas em geral. Esses são alguns dos problemas que as comunidades quilombolas do Alto do Tororó e do Rio dos Macacos enfrentam na Região Metropolitana de Salvador (RMS), na Bahia. (mais…)

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Braskem contraria CPI e acelera obra considerada ilegal por moradores de bairro isolado em Maceió

Ações de revitalização são aceleradas nos Flexais, onde 74% da população deseja ter o direito de sair do bairro

Afonso Bezerra e Pedro Stropasolas, Brasil de Fato

Há 20 anos vivendo nos Flexais, a família de Maria e Josefa deseja ser realocada após o crime da Braskem em Maceió. Segundo a estimativa do Ministério Público Federal, das cerca de 2,7 mil famílias, somente 20% desejam permanecer no bairro. (mais…)

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Risco de perder assessoria técnica e reparação lenta: atingidos do rio Doce seguem com direitos violados

Decisão judicial pode terminar com o trabalho das assistências independentes que trabalham no território

Ana Carolina Vasconcelos, Brasil de Fato

Famílias impactadas pelo rompimento da barragem da Vale/BHP/Samarco em Mariana lutam contra o encerramento das atividades de assessoria técnica independente (ATI) às comunidades. (mais…)

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Só para ricos: como privatização fez o povo sumir das praias na Itália. Por Estevam Silva

Para ingressar em uma praia privatizada, italianos precisam pagar tarifas que vão de 20 a 150 euros — isso é, de R$ 114 a R$ 912

No Opera Mundi

Com seu território projetado sobre as águas cálidas do Mar Mediterrâneo e um extenso litoral de quase 8.000 quilômetros, a Itália concentra algumas das mais belas praias da Europa. Das enseadas de areias brancas e águas cristalinas da Calábria às encostas rochosas da Ligúria, as praias italianas atraem turistas de todo o mundo e contribuem de forma significativa para as receitas do país. A cultura praieira é um fenômeno enraizado na identidade italiana, e o êxodo massivo de famílias que se dirigem ao litoral para curtir as férias de verão — a “vacanza al mare” — é uma tradição bastante popular no país. Ou ao menos era, antes das praias serem privatizadas. (mais…)

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Nota Pública: Por Missão, a Comissão Pastoral da Terra acompanha famílias acampadas há mais de 20 anos em Mato Grosso

Amaldiçoados sejam aqueles que acumulam casas e campos’. Isaias 5,8.

Na CPT

A Comissão Pastoral da Terra – CPT é um organismo ligado à Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB, fundada em 1975, com a Missão “Ser Presença, Solidária e Profética junto aos pobres da terra, das águas e das florestas, levando a Prática de Jesus de Nazaré” e vem a público repudiar as ações truculentas da Polícia Militar de Mato Grosso, contra seus Agentes Pastorais, trabalhadores/as, acampados/as e Defensora Pública de Mato Grosso. (mais…)

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Do fogo à água: morador de abrigo em Porto Alegre sobrevive a incêndio e inundação

Luiz Bueno estava no abrigo da prefeitura que pegou fogo em abril; realocado, fugiu na madrugada da inundação de maio

Por Jaqueline Sordi, Agência Pública

Primeiro, foi o fogo. Era uma madrugada abafada naquele 26 de abril quando Luiz Antônio Bueno, 58 anos, foi despertado pelos gritos de socorro que se mesclavam com os estalos nas paredes de madeira. A pousada Garoa, conveniada com a prefeitura de Porto Alegre para receber pessoas em situação de vulnerabilidade social, começava a queimar. Dezenas de moradores corriam pelos corredores, alguns pulavam das janelas e muitos rolavam pelas escadas na tentativa de escapar da fumaça e das labaredas. Cerca de 20 conseguiram sair, quase todos com ferimentos. Dez morreram. Era o maior incêndio em número de mortes na capital gaúcha desde 1976. (mais…)

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