Rodrigo Pacheco é empossado para segundo mandato na Defensoria do RJ

Na Conjur

Rodrigo Pacheco foi empossado para seu segundo mandato como defensor público-Geral do Rio de Janeiro nesta quinta-feira (7/1). Reeleito em novembro do ano passado por 87% dos defensores públicos do Rio, Pacheco ficará à frente da entidade até o fim de 2022.

Em seu discurso, Pacheco lembrou que a epidemia de coronavírus trouxe desafios inimagináveis para a gestão, mas que também colocou a Defensoria como protagonista da defesa da população vulnerável, ainda em situação mais delicada por conta da gravíssima crise financeira.

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Julian Assange: por que a Justiça britânica decidiu não extraditar o fundador do Wikileaks para os EUA

Na BBC

Um tribunal em Londres decidiu que o fundador do Wikileaks, Julian Assange, não pode ser extraditado para os Estados Unidos.

A juíza responsável por analisar o caso bloqueou o pedido devido a preocupações com a saúde mental de Assange e o risco de suicídio nos EUA.

A extradição de Assange, de 49 anos, foi requisitada pelo governo americano pela publicação de milhares de documentos oficiais secretos em 2010 e 2011.

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O Brasil despertou para o racismo?

Em meio à pandemia, país acordou para crimes raciais. Ainda que em 2020 tenha havido avanços tímidos sobre a causa, tragédias rotineiras conquistaram repercussão inédita, colocando o debate no centro da sociedade.

Por João Pedro Soares, no DW

O Brasil viu dobrar o número de mortos pela pandemia no país em junho deste ano. A gravidade da crise sanitária se fez evidente e deixou pouco espaço para temas menos urgentes no debate público. Nesse delicado cenário, a morte de George Floyd pela polícia nos Estados Unidos fez o Brasil debater seu racismo e colocou o movimento negro em evidência inédita no ano de 2020.

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Iniciativas que evitaram desastre ainda maior na pandemia

A história de alguns brasileiros e brasileiras que levaram alívio e socorro a muitas pessoas que sofrem com os impactos severos relacionados ao coronavírus.

Por Nadia Pontes, na DW

Quando a notícia da pandemia chegou ao sertão baiano, a apreensão tomou conta das comunidades rurais. Com um cenário constante de escassez de água e solo pouco produtivo nesta porção do semiárido brasileiro, Noilton Pereira, fotógrafo da cidade de Ruy Barbosa que coordena um projeto social, sabia que mais famílias sofreriam com a falta de alimento.

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2020: o ano das verdades inconvenientes. Por Jamil Chade

O ano forçou a suspensão de um cegueira coletiva e deliberada. Poderemos fechar os olhos de novo, mas não há mais como apagar do inconsciente as imagens de um mundo insustentável

No El País

Na Alemanha, quando fronteiras em março e abril foram fechadas para conter o vírus da covid-19, rapidamente se descobriu que a primavera não seria igual às demais. Os dias eram cada vez mais longos e o desabrochar das flores não poderia ser detido. Mas, no campos de legumes da maior economia da Europa, faltava uma peça fundamental: as mãos escuras e ásperas de imigrantes para colher alimentos.

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2020 – O ano da peste. Por Elaine Tavares

No Palavras Insurgentes

O ano que termina foi o ano da peste.  Já em janeiro os primeiros casos do novo coronavírus apareciam na China, ainda sem causar preocupação, visto que poderia ficar isolado naquela parte do mundo. Seguindo a lógica do “não é comigo” o resto do mundo seguiu tranquilo e no Brasil até o carnaval, cheio de aglomeração, aconteceu, apesar de já se saber que o vírus escapara do oriente em direção à Europa.

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“Sobreviver, neste momento, não é pouca coisa”, diz o psicanalista Christian Dunker

Em conversa com BdF, professor da USP reflete sobre acervos pessoais e sobre como seguir em frente para descortinar 2021

Cristiane Sampaio, Brasil de Fato Fortaleza (CE)

Descoberta de um novo vírus, restrições de convivência social, confinamento, solidão, autodesenvolvimento, práticas de solidariedade, descompromisso com as medidas sanitárias, apatia moral ou trabalho voluntário. Como você teceu sua jornada ao longo deste ano? E como sobreviveu a este tão singular 2020? Qual o seu acervo pessoal ao final desta travessia?  

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Não haverá exceção na história humana. O presente nos impõe outra atitude espiritual. Entrevista especial com Flavio Lazzarin

“Quando a pandemia terminar, teremos um mundo pior do que antes”, diz o agente da Comissão Pastoral da Terra – CPT

Por João Vitor Santos, Edição: Patricia Fachin, IHU On-Line

A crise sanitária que já registrou mais de 1,5 milhão de mortes no mundo e mais de 186 mil somente no Brasil, somada às demais crises que perpassam a sociedade, exige de nós “outra atitude espiritual“: “a revisão da convicção de que o nosso tempo seria uma exceção da história humana”, diz Flavio Lazzarin, padre italiano, que reside no interior do Maranhão. Citando o antigo texto sagrado, ele lembra: “não há novidades debaixo do sol”. O mesmo era cantado há 40 anos pelas Comunidades Eclesiais de Base – Cebs: “Ninguém se engana: a nossa história já começou desumana”. A  pandemia, menciona, “desmanchou as nossas ilusórias convicções de que, depois de duas guerras mundiais e algumas ditaduras civis-militares, teríamos aprendido a tratar sabiamente a vida, a economia, a política, a ordem, o progresso e a história”.

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O fim do Auxílio Emergencial e o risco da “desigualdade em V”. Entrevista especial com Pedro Fernando Nery

O benefício garantido a 68 milhões de brasileiros oportunizou a maior redução da desigualdade na nossa economia, mas seu fim pode elevar a pobreza a níveis ainda mais intensos

Por: Ricardo Machado, no IHU On-Line

O ano de 2020 encerra com a menor taxa para a pobreza extrema e para a desigualdade. Se essa aparentemente é a boa notícia, a má é que a expectativa para 2021 é de radical reversão e aumento da desigualdade com o fim do Auxílio Emergencial. “A desigualdade de renda também caiu muito, pela primeira vez abaixo de 0,50, segundo índice de Gini, também um nível que não foi registrado antes. Agora, deve subir para um patamar maior do que era antes. Então temos falado na ‘desigualdade em V’, uma trajetória de algo que cai muito rápido mas depois some muito rápido também – mais ou menos como alguns analistas torcem para que o PIB se comporte”, avalia o economista Pedro Fernando Nery, na entrevista concedida por e-mail à IHU On-Line.

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Enquanto houver racismo não haverá democracia nem nação. Por Ariovaldo Ramos

Há vários tipos de racismo no Brasil. Mas o desfecho é um só: crise da sociedade, impossibilidade de construir uma nação, inviabilização da democracia

Na RBA

As frases foram ditas por pessoas diferentes, com idades distintas, em locais e ocasiões distantes entre si… O que há de comum? Todos foram assassinados… E por quê? Por serem negros! São frases de negros na hora da morte! Todos vítimas do racismo no Brasil. O racismo é agente da morte! O racismo é a morte do conceito de humanidade, é o pior de todos os vírus, é a impossibilidade da unidade humana, é o motor de todas as guerras.

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