Toda agressão a um país muçulmano leva à mesma ladainha: as bombas são para “libertar” as mulheres
Eu nunca fui um grande usuário do Twitter. Fui ativo por pouco tempo na plataforma; na verdade, nunca muito ativo. Sempre achei chato, exigindo investimento de tempo e energia ainda maior que outras redes. O limite de tamanho favorece lacração e agressividade em vez de debate. Os “fios” que o burlam são um contrassenso e um pé no saco. (mais…)
