Lula lá

Lula é hoje, de novo, a melhor opção para o Brasil dentre as que temos

Por Paulo Nogueira Batista Jr, em A Terra é Redonda

A Eduardo Suplicy e Tereza Campello, incansáveis na luta contra a pobreza e a desigualdade

Vamos sonhar um pouco hoje? Suponha, leitor, que Lula vencerá as eleições e começará um novo governo em janeiro de 2023. Não sou petista nem lulista, devo mencionar, tive ao longo das últimas décadas divergências com o PT e seu principal líder – e as expressei publicamente em diversos momentos, às vezes de forma enfática. Mas parece claro que Lula é hoje, de novo, a melhor opção para o Brasil dentre as que temos.

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“Bolsonaro é um candidato fortíssimo e as instituições estão em colapso”, alerta Marcos Nobre

Por Laércio Portela, no Marco Zero Conteúdo

Para aqueles que acham que o presidente Jair Bolsonaro está enfraquecido e chegará cambaleante à eleição presidencial de 2022, uma conversa com o cientista social e professor da Unicamp Marcos Nobre serve como um choque de realidade. Para Nobre, o apoio a Bolsonaro só deve crescer daqui até a disputa eleitoral com a ampliação da vacinação e a melhora gradual da economia.

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Guilherme Boulos: É possível afastar Bolsonaro antes de 2022

Dirigente do MTST declarou disposição de se candidatar ao Governo de SP, pois ‘sem um palanque forte no estado, fica difícil ganhar a eleição nacional’

Por Camila Alvarenga, Opera Mundi

No programa 20 MINUTOS ENTREVISTAS desta segunda-feira (19/04), o jornalista Breno Altman entrevistou Guilherme Boulos, dirigente do Movimentos dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) e candidato do PSOL às eleições presidenciais de 2018 e à Prefeitura paulista em 2020. O militante, que já disponibilizou seu nome para disputar o pleito ao governo de São Paulo em 2022, analisou o atual cenário político. 

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Boaventura debate impasse nas eleições do Equador

Ultradireita e correísmo disputam o 2º turno. Setores indígenas e de esquerda tendem ao voto nulo. Sociólogo português questiona: seria correto, em nome da crítica ao “desenvolvimentismo”, permitir vitória de um banqueiro da Opus Dei?

por Boaventura de Sousa Santos*, em Outras Palavras

Querida amiga, querido amigo: 

Agradeço-vos todo tempo que gastastes em conversar comigo durante as últimas semanas sobre o processo eleitoral em curso no vosso país. Como vos disse, eu fiquei perplexo perante toda a controvérsia internacional entre várias famílias de esquerda a respeito do vosso processo eleitoral ainda em curso. Para recapitular: parece ser uma astúcia da razão que o processo político do Equador, um país situado no centro do mundo como o nome indica, se tenha transformado nas últimas semanas no campo de uma feroz disputa entre intelectuais e ativistas de esquerda, oriundos não só do Equador como de outros países da América Latina e da Europa, dos EUA, da África do Sul e da Índia.

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Quem são e quais os desafios dos prefeitos indígenas que tomaram posse esta semana

Dados discrepantes, contradições partidárias e questões de identidade marcam a complexidade da eleição com o maior número de indígenas vitoriosos.

Por: Débora Pinto, em Mongabay

  • Segundo dados oficiais do TSE, oito indígenas venceram as últimas eleições para a prefeitura de seus municípios. A Associação dos Povos Indígenas do Brasil, porém, sustenta que seriam dez os prefeitos eleitos.
  • Uma questão são as contradições partidárias: alguns dos prefeitos foram eleitos por partidos alinhados a Jair Bolsonaro e à bancada ruralista no Congresso, duas forças contrárias aos interesses dos povos indígenas.
  • Mesmo em partidos alinhados com a causa indígena, o incentivo a candidaturas dessa natureza ainda está longe de ser uma realidade.
  • Segundo especialistas, o racismo em relação aos indígenas segue sendo um dos principais entraves para o fortalecimento da representatividade político-partidária dessas populações.
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Sinais de Cidadania Viva. Por Cândido Grzybowski

No Ibase

Muito se tem falado e escrito sobre as recentes eleições municipais, quem perdeu, quem ganhou, o que esperar das majoritárias de 2022, o péssimo desempenho dos candidatos apoiados por Bolsonaro, as conquistas de partidos da direita “civilizada” – qualificada pela grande mídia de “centrão” –, o aparecimento de lideranças novas na esquerda como Guilherme Boulos e Manuela D´Ávila, entre tantas outras. Sem dúvida, análises possíveis e, sobretudo, reveladoras das narrativas e disputas políticas que qualquer eleição desencadeia no espaço público. Mesmo nossa agredida democracia mostra, a seu modo, que nada acabou e que tudo é possível. Um dia depois de outro, sem definições a priori, é história em construção permanente, por sujeitos em ação, mesmo em meio a grandes adversidades.

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Cimi manifesta solidariedade ao cacique Marquinhos e ao povo Xukuru

Eleito prefeito no sertão pernambucano, Marcos Xukuru luta pela posse no TSE

Cimi

O Cimi está ao lado do cacique Marcos Luidson, vencedor no pleito eleitoral de 2021 para administrar o município de Pesqueira, no sertão pernambucano. Marquinho Xukuru foi o primeiro indígena eleito para comandar a cidade, onde os povos originários somam mais de um terço da população.

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Impactos das eleições municipais sobre o modo de ser e viver dos povos indígenas

Nas eleições municipais de 2020, em todo país, foram eleitos 237 representantes de povos originários para os cargos de vereador, vice-prefeito e prefeito; 28% a mais do que na eleição municipal anterior. O levantamento é da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil

por Roberto Antonio Liebgott, em Cimi

No Brasil, a Constituição Federal prevê o respeito às culturas dos povos indígenas, suas crenças, costumes, tradições, suas organizações sociais e políticas. Ou seja, a Lei Maior dá aos povos a possibilidade de viverem autonomamente dentro de seus territórios e neles exercerem suas atividades econômicas, culturais, religiosas e tradicionais. Essas previsões constitucionais não inviabilizam a possibilidade de que pessoas – homens e mulheres – das comunidades indígenas participem de forma ativa nas estruturas dos poderes políticos da sociedade envolvente. Nesse sentido, é legítimo e necessário que os indígenas, dos mais diversos povos, se filiem a partidos políticos e através deles concorram a vagas nas câmaras de vereadores, assembleias legislativas, Câmara dos Deputados, Senado Federal e a cargos no âmbito do Poder Executivo.

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A disputa em 2022 será pela narrativa do que poderá tirar o Brasil da lama. Entrevista especial com Sérgio Amadeu da Silveira

As eleições municipais deste ano expressaram o “cansaço cívico” da população, que pode ser observado nos números: mais de um terço do eleitorado não votou em ninguém no segundo turno, avalia o sociólogo

Por Patricia Fachin e João Vitor Santos, no IHU

Se neste ano os brasileiros viram os índices de desemprego e de pobreza urbana aumentarem, em 2021 “a crise social irá se acentuar”, diz Sérgio Amadeu da Silveira à IHU On-Line. No campo da política, especula, “o maior combate será pela narrativa do que poderá tirar o Brasil da lama”. Até lá, assim como fizeram nas eleições deste ano, os partidos vão girar em torno da disputa de três articulações que tentam se rearranjar tendo em vista o pleito de 2022. “As eleições foram o primeiro teste para três grandes tentativas de rearticulação: a primeira, foi a da extrema direita abalada pela incompetência de Bolsonaro e pelas disputas com os lavajatistas; a segunda, trata-se da tentativa de os neoliberais reconstruírem uma direita com cara de centro; a terceira, abriu a disputa pela liderança e pela pauta das esquerdas”, pontua.

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