PM que sacou arma e apreendeu material de campanha de Talíria Petrone é autuado por abuso de poder

De acordo com o delegado, quase dez testemunhas foram ouvidas, incluindo um membro do Ministério Público com experiência em atividade eleitoral que estava na barca por acaso. Eles confirmaram que não era realizada campanha e que a candidata só fez uma selfie com o grupo (veja AQUI)

Por Gustavo Ribeiro, em O Dia

Rio – O policial militar que apreendeu material de campanha da vereadora Talíria Petrone (Psol), na quinta-feira, saiu da 4ª DP (Praça da República) autuado por abuso de poder e apreensão irregular de documentos. Por pouco, ainda não foi preso. Isso porque o delegado-assistente Tullio Pelosi descartou a hipótese de crime eleitoral e devolveu o material à política. Inconformado, o primeiro sargento Sebastião Jesuíno de Souza e Silva Neto tentou impedir a saída de Talíria do local, momento em que Pelosi o advertiu: “Ou você deixa ela sair ou eu lhe dou voz de prisão”, contou o investigador ao DIA. (mais…)

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Nota do PSOL sobre a arbitrariedade policial sofrida pela vereadora Talíria Petrone

A Executiva Estadual do Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) do Rio de Janeiro vem a público manifestar seu protesto e alerta, além de exigir providências às autoridades, diante do grave episódio de arbitrariedade policial e ameaça de direitos básicos vivido em 16/8, primeiro dia da campanha eleitoral de 2018, por Talíria Petrone, vereadora de Niterói e candidata a deputada federal pela coligação “O Rio tem jeito”. (mais…)

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Serie M – Presidenciáveis no Facebook: uma análise pré-campanha

Por João Feres Júnior, no Manchetômetro

As redes sociais tornaram-se objeto de grande expectativa e especulação por parte de observadores, analistas e marqueteiros políticos. Seu papel nas eleições presidenciais estadunidenses parece ter sido bastante relevante, primeiro na segunda campanha de Barack Obama e, mais recentemente, na campanha vitoriosa de Donald Trump. (mais…)

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Brasil ‘se obriga’ a cumprir decisão da ONU sobre Lula, diz Paulo Sérgio Pinheiro

Ex-ministro do governo FHC, diplomata destaca que ordenamento jurídico brasileiro reconhece a jurisprudência das decisões do Comitê de Direitos Humanos das Nações Unidas

por Redação RBA

O diplomata Paulo Sérgio Pinheiro, ex-ministro de Direitos Humanos no governo Fernando Henrique Cardoso, afirmou que o Estado brasileiro deve acatar a decisão do Comitê de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas anunciada nesta sexta-feira (17) que reafirma os direitos políticos de Lula como candidato. Pela decisão, Lula deve ter livre acesso à imprensa e não pode ter sua candidatura barrada, antes que sejam apreciados os recursos contra a sua condenação em um “julgamento justo”. Em entrevista à Rádio Brasil Atual, Pinheiro destacou o peso da decisão e a relevância do órgão, que tem jurisprudência reconhecida pelo ordenamento jurídico brasileiro.  (mais…)

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PM saca arma dentro das barcas e apreende material eleitoral que candidata do PSOL transportava

“Arma mata”, gritaram militantes do PSOL. “Ideologia mata mais”, respondeu policial

No Jornal do Brasil

No primeiro dia previsto pelo calendário eleitoral para campanhas nas ruas, o fotógrafo do  Jornal do Brasil, Bruno Kaiuca, registrou um tumulto entre um PM e a vereadora de Niterói e candidata à deputada federal pelo PSOL Talíria Petrone, dentro da barca que faz o trajeto Rio-Niterói. A ação do policial envolvia o material de campanha de Talíria Petrone. O PM chegou a sacar sua arma durante o tumulto, o que causou a reação dos militantes. “Arma mata”, gritaram. “Ideologia mata mais”, respondeu o PM. O registro do fotógrafo do JB foi apreendido pelo PM, encaminhado à 4ª Delegacia de Polícia e depois liberado.  (mais…)

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Eleições e novo governo: o que revogar

É preciso propor, desde já, a anulação de quatro grandes retrocessos: o congelamento dos gastos sociais, a contrarreforma trabalhista, a obsessão pelo superávit primário e a política de juros

Por Paulo Kliass*, em Outras Palavras

O aumento da velocidade do calendário político-eleitoral e a elevada instabilidade a respeito das regras e condições do pleito de outubro contribuem para que as questões relativas às disputas dentro e fora dos partidos acabem por consumir o conjunto das prioridades dos grandes meios de comunicação em nosso país. Esse clima também se explica pelo ambiente de final de feira, onde um não-governo ilegítimo vai se rastejando para seu fim catastrófico e ainda disputa seus baixíssimos índices de popularidade com as margens de erro das pesquisas de intenção de voto. (mais…)

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Ao indicar que governo apoia Alckmin, Temer lança maldição sobre o tucano. Por Leonardo Sakamoto

No Blog do Sakamoto

As eleições deste ano contam com um anticabo eleitoral. Por ostentar um índice de aprovação menor que a cotação do dólar comercial, Michel Temer tende a ser escondido pelas campanhas de aliados.

Na verdade, um pouco pior que isso: parte dos seus correligionários, principalmente no Nordeste, querem aparecer em santinhos ao lado de alguém que cumpre pena na carceragem da Polícia Federal, em Curitiba, ao invés daquele que ocupa o Palácio do Planalto. (mais…)

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As eleições do desencanto e do medo

Quase 60% dos cidadãos com direito a voto ainda não sabem se irão às urnas ou anularão

por Juan Arias, jornalista, em El País

As eleições brasileiras deste 2018, que despontavam como as de uma redenção da velha política para dar lugar a um novo ciclo de maior democracia e participação popular, aparecem, a menos de dois meses de ir às urnas, como as do desencanto e até do medo. E da maior incerteza desde os tempos da ditadura. (mais…)

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Do lulismo ao bolsonarismo. Entrevista especial com Rosana Pinheiro-Machado

por Patricia Fachin, em IHU On-Line

O que fez com que “uma grande parcela” da população brasileira e, mais especificamente, de Porto Alegre, passasse de uma adesão ao lulismo para uma identificação com o bolsonarismo? Compreender esse fenômeno tem sido o tema de estudo das pesquisadoras Rosana Pinheiro-Machado e Lúcia Scalco. Essa motivação, explica Rosana, surgiu em “uma roda de conversa” realizada com os estudantes no final de 2016, a qual “demonstrou que muitos jovens achavam as ocupações coisa de vagabundo. A partir destas pistas nas narrativas, não foi difícil encontrar uma rede ampla de pessoas que desde 2016 passaram a se identificar com o bolsonarismo — conceito que, para nós, está muito além da figura do candidato, mas corresponde a uma nova roupagem do discurso conservador (que não é novo, evidentemente, nas classes populares)”. (mais…)

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