Cuba em perigo. Por Valerio Arcary

Após o assalto à Venezuela, a situação da ilha caribenha, já castigada, piorou muito. Um golpe pode se concretizar até final de 2026. Defendê-la é questão de princípios. Pois Cuba não é prova de que o socialismo não dá certo – é exatamente o contrário

Por Valerio Arcary, em Outras Palavras

O que significa dizer defesa “incondicional” da URSS? (…) Quer dizer que, independentemente do motivo (…) defendemos as bases sociais da URSS, se esta for ameaçada pelo imperialismo.[1]
                                                                                                                      Leon Trotsky (mais…)

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Os “acordos de paz” de Trump

O “pacifista” já bombardeou sete países, só no segundo mandato. Tentativas fracassadas de resolução na Faixa de Gaza, no sudeste asiático e na África Central expõem o rebaixamento dos EUA. Enquanto sequestra um presidente e cobiça territórios, Casa Branca constrói seu “Conselho de Paz”

Por Wagner Sousa, em Outras Palavras

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tem se jactado em muitos de seus discursos como o sendo o “líder da paz” que “terminou oito guerras”, desde o início deste segundo mandato, o que claramente não procede. Algumas das “guerras” mencionadas não estavam em curso, como entre Sérvia e Kosovo ou entre Egito e Etiópia, tratando- se de tensões entre vizinhos. Outros conflitos como entre Paquistão e Índia, que cessaram, não têm o reconhecimento das duas partes sobre um suposto papel decisivo dos EUA como intermediador. Mas na habitual autocongratulação do republicano, estes “feitos” e outros supostos o credenciariam a tornar-se merecedor do Prêmio Nobel da Paz. (mais…)

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A importância da união latino-americana

Boletim Venezuela em Foco #18

Da Página do MST

Em discurso no Fórum Econômico Internacional da América Latina, no Panamá, o presidente Lula defendeu a união dos países latino-americanos contra intervenções militares ilegais, em uma crítica direta à ação dos Estados Unidos, que resultou no sequestro do presidente Nicolás Maduro. A posição brasileira reforça o debate sobre a soberania e legalidade internacional diante da ofensiva norte-americana. (mais…)

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Geopolítica em perspectiva gângster. Por Jayati Ghosh

Nos últimos séculos, os países que exerceram liderança souberam combinar poder superior com instituições internacionais e regras estabilizadoras. Ao romper com elas, Trump espalha a instabilidade e o risco de conflitos devastadores. Só a ação coletiva pode enfrentá-los

Em Outras Palavras

Há método por trás da aparente loucura da abordagem — transacional e baseada em esferas de influência – de Donald Trump, em relação à geopolítica e à economia global. Em nenhum momento essa lógica ficou mais clara do que no sequestro ilegal do presidente venezuelano Nicolás Maduro e em seus esforços contínuos para garantir o controle das reservas de petróleo do país. (mais…)

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“O que está em jogo é a nossa sobrevivência como povos”. Entrevista com Raúl Zibechi

IHU

O ataque dos Estados Unidos à Venezuela e seu anúncio do controle político sobre o país, juntamente com a extração e venda de seu petróleo, “confirmam que na América Latina estamos em um momento de inflexão histórica, que não será de dois dias e que nos afetará como povos, não mais como governos”, afirmou Raúl Zibechi, em entrevista à Rádio Alas, na Argentina. (mais…)

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Gigante produtor de Petróleo

Boletim Venezuela em Foco #17

Da Página do MST

A Venezuela prepara um novo impulso estratégico para se afirmar como potência produtora de petróleo. A presidenta interina Delcy Rodríguez liderou uma consulta pública decisiva para a reforma parcial da Lei Orgânica de Hidrocarbonetos, apresentada à Assembleia Nacional em 15 de janeiro, com o objetivo de consolidar um marco jurídico capaz de ampliar a produção, atrair investimentos e transformar o país em um “gigante produtor” de energia. (mais…)

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Nas eleições, o necessário resgate da Questão Nacional

O conturbado início de 2026 mostra que o Brasil precisa repensar sua posição no mundo. Um caminho é combater a cultura de subordinação interna e construir plataforma pela soberania para gerar autonomia política – e alavancar desenvolvimento nacional

Por Ivandilson Miranda Silva*, em Outras Palavras

O ano de 2026 será decisivo para o futuro do Brasil. As eleições que se aproximam não dizem respeito apenas à escolha de um presidente, mas à definição do próprio projeto de país que estará em disputa. Em jogo está uma decisão histórica: o Brasil seguirá como uma nação soberana ou continuará preso a uma trajetória de subordinação a interesses externos e às suas elites internas associadas? (mais…)

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