Em defesa do Auxílio Emergencial de 600 reais, movimentos e organizações vão à Brasília nesta terça-feira (27)

A iniciativa é construída junto às Centrais Sindicais, Frentes Brasil Popular e Povo Sem Medo e da Campanha Renda Básica que Queremos

Da Página do MST*

Nesta terça-feira (27/4), dirigentes sindicais, representantes de movimentos populares e de organizações da sociedade civil vão à Brasília para dialogar e pressionar o legislativo a restabelecer o Auxílio Emergencial de R$600.

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O retorno da fome ao Brasil está no centro de interesses econômicos e políticos. Entrevista especial com Maria Emília Lisboa Pacheco

Uma conjugação de fatores levou o país de volta ao Mapa da Fome, com milhões de pessoas em situação de insegurança alimentar e sem perspectiva de melhora

Por: João Vitor Santos, em IHU On-Line

Não obstante os impactos causados pela crise sanitária global da Covid-19, o Brasil assistiu nos últimos anos a uma escalada no desmonte de políticas públicas que visavam garantir uma alimentação acessível e saudável. O cenário passa pela omissão do governo federal em “cumprir a obrigação constitucional de respeitar, proteger, promover e prover o Direito Humano à Alimentação Adequada – DHAA e de reconhecer o princípio da dignidade da pessoa humana”, o que, segundo Maria Emília Lisboa Pacheco, em entrevista por e-mail ao Instituto Humanitas Unisinos – IHU, “escancara a gravidade do contexto que vivemos com recorrente violação de direitos”.

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José Graziano, ex-diretor da FAO, aponta papel do agronegócio no agravamento da fome

Do total de 211,7 milhões de brasileiros, 116,8 milhões convivem com algum grau de insegurança alimentar; diretor do Instituto Fome Zero lembra que desigualdade é maior no campo e que problema não está na falta de alimentos, mas na concentração de renda

Por Mariana Franco Ramos, em De Olho nos Ruralistas

Mais de 70% da população brasileira apresenta algum grau de insegurança alimentar, segundo dados da Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional (Rede Pennsan). Mas o crescimento da fome, sobretudo no campo, não se deve à falta de comida, e sim à pujança do agronegócio. A conclusão é do agrônomo José Graziano da Silva, ex-diretor da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e diretor do Instituto Fome Zero, lançado em outubro do ano passado.

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Fome volta ao Brasil e quase dois terços da população urbana sofrem de insegurança alimentar. Entrevista especial com Renata Motta

O estudo “Efeitos da pandemia na alimentação e na situação da segurança alimentar no Brasil” aponta que nas zonas rurais a situação é ainda mais grave, atingindo 75% da população

Por: Patricia Fachin e Ricardo Machado, em IHU On-Line

Há oito anos a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura – FAO (na sigla em inglês) declarou que o Brasil, pela primeira vez na série histórica, havia eliminado a fome. O índice leva em conta nações em que menos de 5% da população vivem em situação de insegurança alimentar grave. A pesquisa Efeitos da pandemia na alimentação e na situação da segurança alimentar no Brasil revela, no entanto, que a atual situação é, além de grave, inaceitável.

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Fome, estômago e consciência da superexploração

Na rotina de “N” e “V”, duas catadoras de latinhas e mantenedoras de suas famílias, um retrato do trabalho (e das desigualdades) no país. O que há por trás do abismo entre os que consomem e os que sobrevivem à espera de descartes?

Por Roberta Trespadini*, em Outras Palavras

A tontura da fome é pior do que a do álcool. A tontura do álcool nos impele a cantar. Mas a da fome nos faz tremer. Percebi que é horrível ter só ar dentro do estômago.
(Carolina Maria de Jesus, Quarto de Despejo)

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Fome no Brasil cresce e supera taxa de quando Bolsa Família foi criado

Insegurança alimentar grave ou moderada atingiu 27,7% da população no final do ano passado, ou 58 milhões de brasileiros, contra 16,8% em 2004. Pandemia acelerou alta da fome registrada desde 2014, aponta pesquisa.

Bruno Lupion, na Deutsche Welle

As consequências sociais e econômicas da pandemia de covid-19 agravaram a fome no Brasil, que já vinha aumentando e superou em 2020 os níveis registrados no início da década passada, quando foi criado o Bolsa Família.

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