Presidente do TJ-RJ questiona autenticidade de cartas de crianças e moradores da Maré

Extra

O presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, Cláudio de Mello Tavares, questionou a autenticidade das cartas feitas por crianças e moradores do Complexo da Maré, na Zona Norte do Rio. Na segunda-feira, 1.500 relatos, escritos ou em desenhos, foram entregues ao TJ pedindo por menos violência nas comunidades e a volta da Ação Civil Pública (ACP) que regulamentava as operações policiais no local.

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“Não gosto do helicóptero porque ele atira para baixo e as pessoas morrem”

Crianças do Complexo de Favelas da Maré descrevem horror da vida sob fogo cruzado em mais de 1.500 cartas enviadas para a Justiça do Rio, que restabelece regras mínimas para operações policiais no local. Seis jovens morrem nos últimos cinco dias em outras comunidades fluminenses

por Felipe Betim, em El País

A favela sangra. “Não gosto do helicóptero porque ele atira para baixo e as pessoas morrem”, escreveu uma criança, que não especifica nome ou idade, para os desembargadores do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. O colorido desenho que acompanha a mensagem mostra um helicóptero da polícia com agentes armados atirando em direção ao solo, onde há um traficante mas também crianças. Elas correm. No desenho e na vida real. “Isso é errado”, completou o pequeno morador do Complexo de Favelas da Maré, um conjunto de 16 comunidades pobres da zona norte da capital onde cerca de 140.000 pessoas moram. Mais de 1.500 cartas e desenhos foram reunidos pela ONG Redes da Maré e entregues à Justiça na última segunda-feira junto com a petição de que fosse restabelecida uma Ação Civil Pública que regula e restringe as operações policiais no lugar. Aceita pela Justiça no segundo semestre de 2017, ajudou a diminuir todos os índices de violência ao longo de um ano. Mas acabou suspensa em junho de 2019. Diante do apelo dos moradores, acabou revalidada nesta quarta-feira, restabelecendo parâmetros mínimos para as ações, como a exigência da presença de uma ambulância e o veto a operações durante o horário de entrada e saída de alunos das escolas.

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Salivando ódio contra indígenas: um balanço dos seis meses da (anti)política indigenista do governo Bolsonaro

“Há um genocídio indígena em gestação no Brasil, embora se relute em lançar mão deste termo. Não há que se dourar a pílula. Cientistas sociais, ativistas e povos indígenas estão denunciando, mas temo pelo pior, que ainda está por vir”, escreve Leonardo Barros Soares, psicólogo, Mestre e Doutor em Ciência Política pela Universidade Federal de Minas Gerais. 

IHU On-Line

Coube ao agora duas vezes ex-presidente da Fundação Nacional do Índio (FUNAI), o general da reserva Franklinberg de Freitas, resumir de forma bastante eloquente o balanço dos seis primeiros meses da (anti)política indigenista do governo Bolsonaro: “ele saliva ódio contra os indígenas”, afirmou aos funcionários da instituição reunidos no auditório da sede em Brasília, referindo-se ao Secretário Especial de Assuntos Fundiários do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Nabhan Garcia. Disse ainda, num arroubo de candura desnecessária, que as pessoas que assessoram o presidente Jair Bolsonaro na questão indígena são “mal informadas”, como se o desmonte da política indigenista brasileira, sobre a qual discorrerei a seguir, fosse questão de desinformação e não de um projeto político deliberado com raízes profundas na subjetividade do atual presidente da república. 

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Informe concluye que hubo genocidio indígena en Canadá

En la entrevista de la abogada Isabelle Boisvert Chastena se habla sobre el informe de la Comisión que durante dos años investigó en Canadá los asesinatos y violaciones de DDHH contra población LGTBI y mujeres indígenas del país. Investigadora afirna que los asesinatos, la desaparición forzada y la violencia contra ese grupo de personas se enmarca dentro de un genocidio perpetrado por el gobierno canadiense contra las poblaciones indígenas y que las personas que más sufrieron son las mujeres, las niñas y la población 2E LGBTI.

Genocidio indígena en Canadá: analizado por Isabelle Boisvert Chastena

Isabelle Boisvert Chastena, abogada que fue representante de víctimas en una comisión anterior dedicada a la investigación de suicidios en la población indígena. comencemos con este informe presentado esta semana, dinos que otras conclusiones dice este informe.

Servindi

Pues a mí me gustaría empezar un poco con un panorama de los pueblos indígenas porque hay unos datos que son muy importantes para entender el informe. Los pueblos indígenas son el 5 % de la población canadiense y se dividen en 3 grupos: las primeras naciones, los inuit y también los mestizos.

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Vaticano condena extermínio de povos, culturas e gerações na Amazônia

Texto com diretrizes católicas para região ataca interesses políticos e econômicos que ameaçam a vida na floresta

Redação Brasil de Fato 

A igreja católica quer ampliar sua atuação na Amazônia com um processo que ela chama de “conversão ecológica”, combinando intensa atuação nas comunidades tradicionais, combate ao “domínio colonialista” e denúncia dos processos de destruição ambiental, social e cultural da região.

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Raça e as políticas de gestão da morte: sobre mortes silenciosas e silenciadas

Das 65,6 mil pessoas assassinadas em 2017, 75,5% eram negras. O racismo estrutural encontra-se exatamente na constituição de uma população “mais matável”

Por José Clayton Murilo Cavalcanti Gomes, no Justificando

Na quarta-feira, dia 05 de junho de 2019, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e o Fórum Brasileiro de Segurança Pública divulgaram o mais recente Atlas da Violência, documento que utiliza dados do Ministério da Saúde para determinar o número de assassinatos por ano no Brasil. O relatório aborda a violência no ano de 2017, além de fazer um comparativo dos dez anos anteriores ao ano objeto da pesquisa e adensar o entendimento do material com informações como cor, idade, gênero e escolaridade da vítima. O documento constatou que em 2017, as cidades brasileiras registraram cerca de 65,6 mil homicídios, o que representa 179 mortes violentas por dia.

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Arco Minero puede generar etnocidio de pueblos indígenas

Un grupo de activistas se reunió frente al TSJ para exigir respuesta sobre el recurso de nulidad inconstitucional de este proyecto. A su vez, reafirmaron que la soberanía recae en los venezolanos y que, por tanto, es un derecho realizar una consulta sobre la explotación de la minería.

Por Diana Maitta, en Servindi

Cronica Uno – Cada 5 de junio se celebra el Día Mundial del Ambiente. Es por ello que, por tercer año consecutivo, un grupo de ciudadanos organizados de la Plataforma contra el Arco Minero, Observatorio de Ecología Política y la Plataforma Ciudadana en Defensa de la Constitución, se dirigió al Tribunal Supremo de Justicia (TSJ), para denunciar que no se ha cumplido con la solicitud de amparo en contra del acto administrativo mediante el cual se crea el Arco Minero.

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Para combater Moro e seu pacote de barbáries

Genocídio de pretos e pobres é antigo, mas proposta “anticrime” dará verniz legal para prisões em massa e violência policial. Ruas já mostraram que é possível enfrentar truculência do governo. Ato denuncia, hoje, medida autoritária

por Sergio Storch, em Outras Palavras

Na Justiça também as forças se movem, e há este chamamento para o lançamento estadual da campanha “Pacote anticrime é uma solução fake”, hoje, dia 4 de junho, nas Arcadas do Largo São Francisco, às 19 horas.

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Ato ‘Parem de nos matar!’ juntou 2000 na Orla contra a violência de Estado nas Favelas

Por Carolina Medina Zárate, no Rio On Watch

Há uma semana, no dia 26 de maio, no Posto 8 da praia de Ipanema, na  Zona Sul, por volta de 2000 pessoas participaram do ato de protesto Parem de Nos Matar! Organizações comunitárias e da sociedade civil, lideranças de diversos movimentos sociais, moradores de favelas, representantes políticos e cidadãos do Rio, e um número insuportável de mães e famílias de vítimas de mortes extrajudiciais nas mãos da nossa polícia, reuniram-se, na orla, com o objetivo de exigir do Estado o direito à vida e para posicionar-se contra o massacre que está em curso no Rio de Janeiro. Vieram à orla, seguindo os organizadores, para trazer ao conhecimento dos moradores do asfalto o extermínio de inocentes que está acontecendo hoje nas favelas e periferias da cidade. E para que todos juntos, mudemos este cenário.

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