Por vacina, emprego e auxílio: “Fora Bolsonaro” tem 294 atos confirmados

Confira os locais com manifestações agendadas para o próximo sábado no Brasil e no exterior

Do Brasil de Fato / MST

Com mas de 200 atos confirmados até agora, inclusive em mais de dez outros países, movimentos sociais sairão às ruas novamente no próximo sábado, no ato 24J, por mais vacina, auxílio emergencial de R$ 600 e emprego, além do “fora Bolsonaro”, entre outras reivindicações.

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Youtube remove vídeos de Bolsonaro por desinformação sobre covid-19

Regras da plataforma não permitem conteúdo sobre a covid-19 que apresente “sérios riscos de danos significativos”. Entre exemplos citados estão a promoção da hidroxicloroquina e ivermectina para tratar a doença.

DW

O Youtube afirmou nesta quarta-feira (21/07) que removeu vídeos do presidente Jair Bolsonaro da plataforma por disseminarem desinformação sobre a covid-19.

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Centrão no coração do poder ajuda ou atrapalha Bolsonaro?

em Outra Saúde

NO CORAÇÃO DO PODER

Numa das mais importantes manobras de seu governo, Jair Bolsonaro selou ontem o ingresso do Centrão no coração do poder. O presidente nacional do Progressistas, Ciro Nogueira, vai assumir a Casa Civil, dando fim ao ciclo de generais no comando da principal pasta da Esplanada. Caberá a ele, que é senador pelo Piauí, nada menos do que a coordenação entre os ministérios e a nomeação dos principais cargos do governo.    

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Censura, fura-fila, perseguição e blindagem no país em que as instituições não funcionam normalmente

em Outra Saúde

ARAS LÁ

Jair Bolsonaro encaminhou ontem ao Senado a recondução de Augusto Aras ao único cargo capaz de investigá-lo. Se os senadores derem seu aval, Aras ficará por mais dois anos à frente da Procuradoria-Geral da República. Novamente, ele sequer faz parte da listra tríplice resultante das eleições promovidas pela categoria.

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O papel de Paulo Guedes no atraso das vacinas

em Outra Saúde

A PARTE DE GUEDES

A CPI quer saber por que um dispositivo que facilitava a aquisição de vacinas da Pfizer e da Janssen foi eliminado da MP das vacinas, publicada pelo presidente Jair Bolsonaro em janeiro. Uma das minutas desse texto autorizava a União a assumir riscos e custos de eventuais eventos adversos dos imunizantes, exigência das duas farmacêuticas, e poderia ter antecipado a compra dessas vacinas que aconteceu só em março, graças a uma lei do Congresso Nacional. E o Ministério da Economia pode ter muito a ver com isso.

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A pena de morte política para Bolsonaro. Por Juan Arias

Hoje o presidente é acusado até de genocídio por seu comportamento na pandemia. Ele ou quem o aconselha poderia ter entendido que transformar seus ataques de soluço em moeda eleitoral poderia se tornar um bumerangue contra ele

Em El País

Nos últimos dias, quando o presidente Jair Bolsonaro foi internado com urgência por problemas intestinais, logo houve quem desejasse sua morte, lembrando que hoje ele é acusado de ser responsável por muitas vidas perdidas com sua política negacionista e desastrosa da pandemia.

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O método Bolsonaro: um assalto à democracia em câmera lenta

Em quase três anos de Governo, presidente promove corrosão da democracia, quebra pactos sociais do Brasil e, seguindo o modelo ultradireitista de outros países, ameaça um legado de 36 anos de regimes democráticos

AFONSO BENITES, CARLA JIMÉNEZ, FELIPE BETIM, MARINA ROSSI, NAIARA GALARRAGA GORTÁZAR, REGIANE OLIVEIRA e JAMIL CHADE, em El País

Em 20 de janeiro de 2021, uma assessora do Departamento de Saúde e Serviços Humanos dos Estados Unidos durante o Governo de Donald Trump, Valerie Huber, escreveu um último e-mail aos seus aliados de outros países, no qual dedicou especial atenção ao Brasil. Huber ―uma forte defensora da abstinência, que trabalhava em larga escala contra programas de educação sexual e reprodutiva― se despediu de seus colegas com o anúncio: “O Brasil, gentilmente, se ofereceu para servir agora como coordenador dessa coalizão histórica”, escreveu ela no e-mail ao qual o EL PAÍS teve acesso. A “coalizão histórica” era basicamente uma aliança internacional ultraconservadora criada para influenciar as decisões da Organização das Nações Unidas, da Organização Mundial da Saúde e de outros organismos multilaterais. Fracassada a tentativa de Trump de permanecer no poder, a ofensiva da direita global contra os direitos de uma nova geração foi deixada nas mãos do Governo Jair Bolsonaro.

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Empresa que negociou vacina com Pazuello começou com exportação de madeira

World Brands tem sede em Itajaí (SC), município onde fica localizado um dos principais portos de saída de madeira no Brasil, inclusive de origem amazônica; sócio administrador já foi condenado por falsificação de documentos de importação

Por Leonardo Fuhrmann, em De Olho nos Ruralistas

Quando era ministro da Saúde, o general Eduardo Pazuello teria negociado 30 milhões de doses da vacina chinesa Coronavac pelo triplo do preço que o produto é vendido pelo Instituto Butantã, parceiro oficial responsável pela fabricação do medicamento no País. O vídeo em que o militar aparece com quatro supostos representantes da empresa foi publicado pela Folha. A reunião foi no dia 11 de março e não constava na agenda oficial divulgada pelo ministério.

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Impeachment sim ou não? O complexo labirinto do “Fora, Bolsonaro” gritado nas ruas

Para que o Brasil possa, de uma forma ou outra, se ver livre de uma das maiores e mais perigosas crises da sua história, dependerá da força das próximas manifestações, sobretudo as das forças de direita

por Juan Arias, em El País

Segundo a última pesquisa do Datafolha, a maioria dos brasileiros (54%) pela primeira vez é favorável à abertura de um processo de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro, o que revela um índice de rejeição que cresceu com as recentes manifestações de protestos contra ele e seu Governo.

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Bolsonaro está com soluço

Com reprovação recorde e cada vez mais atacado em meio a supostos escândalos de corrupção no combate à pandemia, o presidente engasgou. Ao invés da prometida nova política, vê-se um governo sem rumo.

por Thomas Milz, em DW

Como se não bastassem todas as crises, o presidente Jair Messias Bolsonaro ainda tem que lidar com mais uma: de soluço. Há mais de dez dias seu diafragma está fora de controle. Uma dica, neste caso, seria levar um susto para tentar se livrar do soluço. Mas o presidente garantiu, numa recente entrevista, que, por enquanto, não está “assustado com nada que acontece no governo”. Será que nem as revelações vindas diariamente da CPI da Covid no Senado deixam o presidente preocupado?

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