Livro retrata realidade indígena no Espírito Santo entre a colônia e o império

Por Vítor Taveira, no Século Diário

A história é feita de lembranças e apagamentos. Algumas coisas são ocultadas de propósito ou por outras razões. No Espírito Santo, a história dos povos indígenas é muito pouco conhecida e isso tem suas consequências.

“Há uma visão muito negativa do indígena. É preciso construir uma visão mais realista, pois eles representam uma peça importante na história nacional e do Espírito Santo, não só como fundadores, mas por sua contribuição cultural, social e econômica”, afirma a historiadora Vânia Maria Losada Moreira, que lança nesta quinta-feira (24) o livro Espírito Santo Indígena: conquista, trabalho, territorialidade e autogoverno dos índios 1798-1860. O evento terá início às 18h30 na Biblioteca Pública Estadual, na Enseada do Suá, Vitória, com distribuição gratuita da obra. (mais…)

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Ação do governo militar em execuções de presos precisa ser investigada, diz Dallari

Após confirmação da CIA, veio à tona a participação de presidentes na morte de brasileiros

Brasil de Fato

A revelação dos conteúdos de documentos secretos da CIA, agência de inteligência estadunidense, dá conta da estreita relação entre o primeiro escalão do governo militar com a execução de presos políticos. Deste modo, cai por terra o senso comum que as atrocidades da ditadura teriam acontecido nos porões do regime. Ao contrário, as mortes de brasileiros contrários à ditadura faziam parte, como se sabe agora, da engrenagem principal do governo, entre 1964 e 1985. (mais…)

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Procuradora Eugênia Gonzaga fala sobre os crimes da ditadura no ‘Voz Ativa’, com informações importantes para o momento atual

Presidente da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos explica trabalho para localizar vítimas do regime militar

No El País

Após a repercussão do documento da CIA a respeito da ditadura militar no Brasil, divulgado pelo pesquisador Matias Spektor, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que revela a decisão do general Ernesto Geisel de dar prosseguimento às execuções de opositores do regime, o Voz Ativa desta segunda-feira entrevista Eugênia Gonzaga, procuradora da República e mestre em Direito Constitucional pela PUC-SP. Em parceria com o EL PAÍS Brasil, o programa vai ao ar pela Rede Minas sempre às 22h15 e é retransmitido pelas redes sociais, nas páginas de Facebook do Voz Ativa e do EL PAÍS. (mais…)

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Guia politicamente incorreto: as falácias de Narloch sobre os índios

Ao falar sobre os índios em seu livro “Guia politicamente incorreto da história do Brasil”, Narloch desinforma e se revela eurocêntrico

Por Renato Venancio, no Voyager

A leitura de livros de História permite uma compreensão mais profunda do presente. O que se pensa a respeito do passado orienta decisões atuais e futuras. Daí a importância de se criticar o livro Guia politicamente incorreto da história do Brasil, que apresenta graves deficiências de pesquisa e interpretação. (mais…)

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Família de Raimundo Ferreira Lima, assassinado pela ditadura, aguarda novas revelações sobre documentos da CIA

Raimundo Ferreira Lima era conhecido como Gringo e atuava como agente da Comissão Pastoral da Terra

Renata Martins, da Radioagência Nacional, no Brasil de Fato

Família de paraense assassinado durante a ditadura no governo  João Figueiredo acredita em novas revelações após divulgação de documento da CIA e pede a revisão da Lei da Anistia. (mais…)

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Guerrilha do Araguaia: MPF cobra providências do Amapá sobre localização de guerrilheiros desaparecidos

Conforme relatório da Comissão Estadual da Verdade, corpos de desaparecidos políticos podem estar enterrados no Estado

Ministério Público Federal no Amapá

O Ministério Público Federal (MPF) requisitou informações ao Governo do Amapá sobre a busca por desaparecidos políticos durante a Guerrilha do Araguaia, ocorrida entre as décadas de 1960 e 1970. Segundo relatório final da Comissão Estadual da Verdade (CEV), corpos de guerrilheiros podem ter sido enterrados na vila de Clevelândia do Norte, em Oiapoque, a cerca de 600 quilômetros da capital Macapá. A localização de vítimas desaparecidas durante a ditadura militar é uma das obrigações impostas ao Brasil em sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH). (mais…)

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Roberto Leher, reitor da UFRJ: “O irracionalismo na História é a antessala do fascismo”

Bafafá

Reitor da Universidade Federal do Rio de Janeiro desde 2015, o professor Roberto Leher é um intelectual respeitadíssimo no mundo acadêmico. Graduado em Licenciatura em Ciências Biológicas pela UFRJ em 1984, é professor titular da Faculdade de Educação e do Programa de Pós-Graduação em Educação da universidade e servidor da instituição desde 1988. De 1997 a 1999, foi presidente da Seção Sindical dos Docentes da UFRJ (Adufrj-Ssind) e, de 2000 a 2002, do Andes-SN, sindicato nacional dos docentes das instituições de ensino superior. (mais…)

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Procuradora Federal dos Direitos do Cidadão acredita que STF pode rever anistia após documentos da CIA

Por Débora Brito, repórter da Agência Brasil

A Procuradora Federal dos Direitos do Cidadão, Deborah Duprat, disse hoje (14) que acredita que o Supremo Tribunal Federal (STF) pode rever a decisão que considerou constitucional a Lei da Anistia, depois da divulgação do documento do serviço de inteligência dos Estados Unidos que revela que o ex-presidente Ernesto Geisel autorizou a continuidade da política de execuções de opositores da ditadura militar. (mais…)

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A Abolição veio, mas não libertou e nem democratizou o país

Neste 13 de maio só a continuidade da luta e da rebeldia são plausíveis, não há comemorações, pois o Estado continua assumindo o papel repressivo do senhor de engenho

Por Raumi Joaquim de Souza*, na Página do MST

A Lei Áurea, sancionada em maio de 1988, não aboliu somente a escravatura, mas também a esperança de ser livre. Mas, como já diria o ditado: “a esperança é a última que morre”. E neste 13 de maio completou 130 anos de uma abolição inacabada e o povo negro prossegue ainda explorado construindo sua história e edificando a preço de sangue e suor a sonhada liberdade. Decretou-se abolição, mas no sentido político e social não se resolveu o problema da desigualdade social e racial, pelo contrário, intensificou e institucionalizou o racismo. (mais…)

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‘Sempre soube que tinha sido o Geisel’, diz irmã de guerrilheiro do Araguaia morto na ditadura

Memorando da CIA afirma que ex-presidente militar autorizou execuções de opositores. Família de Antônio Teodoro mora no DF e busca por restos mortais do estudante

por Marília Marques, em G1

Irmã de um dos guerrilheiros mortos durante a ditadura militar no Brasil, a terapeuta ocupacional Eliana de Castro diz que a família sempre soube quem mandou matar o estudante de farmácia Antônio Teodoro de Castro em 1974, aos 29 anos: o general Ernesto Geisel, então presidente do Brasil. (mais…)

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