Tania Pacheco
Durante muitos anos, Elifas Andreato era o artista imediatamente lembrado quando, no Teatro, na Música ou na Literatura, um desafio seria lançado contra a censura, contra a ditadura. Capas de livros, de elepês e, acima de tudo, cartazes de peças teatrais. Dentre esses últimos, recordo salvo erro “Murro em ponta de faca”, de Augusto Boal, cujo cartaz teve de ser refeito, vetado pelos censores. O pau de arara foi proibido, mas estaria presente, tempos depois, em “Mortos sem sepultura”.
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