Petrobras é uma das 5 piores petroleiras do mundo no cumprimento de metas climáticas

ranking das piores companhias de combustíveis fósseis na busca pelas metas do Acordo de Paris conta ainda com ConocoPhillips, ExxonMobil, Saudi Aramco e Pioneer.

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Sempre que possível, o comando da Petrobras gosta de falar em “transição energética”. E geralmente na mesma frase associam esse processo a “aumentar a produção de petróleo”. Afinal, também sempre que pode o presidente da estatal, Jean Paul Prates, reforça que a petroleira vai produzir combustíveis fósseis “até a última gota”. E que a empresa fará uma transição “com responsabilidade”. (mais…)

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Para conter aquecimento global, petróleo na foz do Amazonas não pode ser explorado, mostra estudo

Reservas devem ficar no chão para que aquecimento do planeta se limite aos 1,5ºC do Acordo de Paris, mas comando da Petrobras ignora mudanças climáticas.

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A cada ano, o aquecimento do planeta vem se aproximando perigosamente do limite de 1,5°C acima das temperaturas do período pré-industrial estabelecido no Acordo de Paris. Como apontou o observatório europeu Copernicus, em 4 dias de fevereiro a temperatura média chegou a ficar 2°C acima dos níveis pré-industriais. (mais…)

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Multas ambientais da Petrobras somam quase R$ 1 bi em 10 anos, mas apenas 5% foram pagos

A petroleira recebeu mais de 3 mil multas pelo IBAMA na última década, somando quase R$ 1 bilhão, mas pagamentos não chegam a R$ 50 milhões. 

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Um levantamento da Folha, com base em informações do IBAMA obtidas por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI), mostrou que a Petrobras mantém um passivo quase bilionário de multas ambientais registradas nos últimos dez anos. As mais de 3 mil autuações aplicadas na última década somam R$ 985,6 milhões; no entanto, apenas R$ 49,9 milhões foram efetivamente quitados pela empresa, o que representa míseros 5% do valor total. (mais…)

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Petrobras retarda pagamentos de quase R$ 1 bi em compensações ambientais

Pagamento é previsto em lei para compensar atividades de grande impacto como a exploração de combustíveis fósseis e deveria ser aplicado em unidades de conservação.

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A Petrobras está deixando de pagar R$ 980 milhões em compensações ambientais previstas em lei, em razão das atividades de exploração de petróleo com grande impacto, mostra Vinicius Sassine na Folha. Essa vultosa cifra deveria estar sendo aplicada em Unidades de Conservação em diversas regiões do Brasil. Mas, por enquanto, continua nos cofres da petroleira. (mais…)

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Greenpeace e IEPA vão avaliar impacto da exploração de petróleo na foz do Amazonas

Expedição Costa Amazônica Viva vai apoiar pesquisadores para fomentar produção de conhecimento científico sobre as correntes marinhas da foz do Amazonas, alvo da indústria petrolífera.

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Já está em águas brasileiras o Witness, veleiro do Greenpeace que será a base da Expedição Costa Amazônica Viva, que acontece ao longo do mês de março. A embarcação vai navegar pelas costas do Amapá e do Pará com pesquisadores do Instituto de Pesquisa Científicas e Tecnológicas do Estado do Amapá (IEPA) para coletar dados sobre as correntes marítimas da região. (mais…)

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Renováveis para quê? Petrobras vai ao Oriente Médio buscar parcerias em combustíveis fósseis

Exploração e produção de petróleo e gás fóssil, GNL, petroquímica e Braskem foram os temas das conversas do presidente da estatal brasileira com petroestados árabes.

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Na semana anterior ao Carnaval, o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, foi ao India Energy Week 2024. No evento, disse novamente que manter [leia-se “ampliar”] a produção de petróleo é preciso para financiar a transição energética. De lá, partiu para petroestados do Oriente Médio, a fim de garantir parcerias da petroleira brasileira com estatais de petróleo e gás fóssil desses países. O foco foram combustíveis fósseis, a Refinaria baiana de Mataripe (ex-RLAM) e a Braskem. Ao que se sabe, não se falou de fontes renováveis de energia nos encontros. (mais…)

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As manobras da Petrobras para fugir de compensação ambiental por petróleo na Foz do Amazonas

Processo se arrasta por mais de nove anos e até hoje compensação, que é obrigatória, não foi depositada; valor atualizado é de R$ 282 mil.

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Em 2011, o IBAMA concedeu uma licença ambiental para a Petrobras perfurar um poço no antigo bloco FZA-4, na Bacia do Foz do Amazonas. A perfuração foi abandonada por causa de um acidente com a plataforma que abriria o poço, arrastada pelas fortes correntes da região. A área era vizinha ao atual bloco FZA-M-59, onde a petroleira insiste em perfurar um poço, apesar do que aconteceu antes. (mais…)

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