Depois de ter sofrido perdas na enchente do RS, ativista conseguiu participar do evento através de vaquinha online
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Por Rafael Custódio | Edição: Mariama Correia, Agência Pública
Em uma mistura de ansiedade com deslumbre, ao embarcar no metrô de São Paulo pela primeira vez, o historiador e ativista Luis Mahin, homem trans de 64 anos, se tornou novamente um menino, quando se pendurou nas hastes do vagão e tentou uma cambalhota no ar. O momento do êxtase estava a poucos minutos de distância: a sua estreia na Parada do Orgulho LGBTQIA+ da capital paulista, considerada a maior do mundo, a convite da organização do evento. (mais…)

