Museu Maré a Céu Aberto: Núcleo de Memória e Identidade da Maré prepara Estações de Memória na Favela

por Miriane Peregrino, em RioOnWatch

O projeto Maré a Céu Aberto promete trazer uma nova perspectiva museológica para a favela da Maré, na Zona Norte. Roteiro histórico, instalação de estações de memória e arte urbana são alguns dos componentes do projeto que lembram uma galeria ao ar livre dentro da favela ou, ainda, um museu territorial, de percurso, como denominaria a museologia social.

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Audiência pública para debater medidas de valorização da memória de João Cândido será realizada pelo MPF

Reunião acontecerá dia 23/05, em São João de Meriti (RJ)

Procuradoria da República no Rio de Janeiro

O Ministério Público Federal (MPF) promove, dia 23 de maio, às 10 horas, audiência pública em São João de Meriti (RJ) para promover o debate sobre medidas de valorização da memória de João Cândido Felisberto. A audiência pública será realizada no auditório da Procuradoria da República em São João de Meriti, localizado na Avenida Automóvel Clube, nº 2435 – Vilar dos Teles – São João de Meriti.

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O 13 de maio de Lima Barreto: o grande romancista popular

Artigo relembra vida e obra de Lima Barreto, em comemoração aos 131 anos de seu nascimento

Por Gerson Oliveira, na Página do MST

Afonso Henriques de Lima Barreto é o primeiro grande escritor negro formado após a falsa abolição do 13 de maio de 1888. Nasceu neste mesmo dia, no bairro das Laranjeiras, no Rio de Janeiro, sete anos antes da data que foi institucionalizada como o “fim da escravatura”. Ele entraria para a história como um dos grandes nomes da nossa literatura, ainda que para isso tenha enfrentado resistências por parte da academia e passado longos anos no total esquecimento.

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Dulce Pandolfi: “Fui objeto de uma aula de tortura”

Mulheres perseguidas relembram as situações e os sentimentos ao longo da ditadura e comentam o momento negacionista vivido sob o governo Bolsonaro: “Nós temos uma dor que jamais será apagada”

Por Redação Agência Pública

“Este é um momento político muito oportuno para relembrar que existiu uma ditadura civil-militar no Brasil”, introduz a repórter Tatiana Merlino, sobrinha do jornalista Luiz Eduardo Merlino, morto e torturado pelos militares em 1971. A convite da Pública, Tatiana entrevistou ao vivo Victória Grabois, do Grupo Tortura Nunca Mais, e parente de desaparecidos políticos da Guerrilha do Araguaia, e Dulce Pandolfi, historiadora que foi torturada no DOI-Codi da Tijuca.

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Ministério diz que trabalho sobre Perus continua: ‘Legado humanitário’

Representante do governo afirma que grupo de trabalho continua em atividade e que ações não serão interrompidas. Prefeitura paulistana e Unifesp também se manifestam

por Redação RBA

Depois da controvérsia sobre as atividades do Grupo de Trabalho Perus, que analisa ossadas encontradas em vala clandestina em 1990, o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos divulgou nota na noite de ontem (22) para afirmar que o GTP “não foi encerrado” com a publicação, por Jair Bolsonaro, do Decreto 9.759, que extinguiu conselhos sociais. Segundo o ministério, o grupo foi formado em 2014 como resultado de uma ação civil pública que envolve União, o estado e o município de São Paulo.

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Bolsonaro encerra grupos responsáveis por identificar ossadas de vítimas da ditadura

Decreto que extingue conselhos e comissões atinge o Grupo de Trabalho Perus e o Grupo de Trabalho Araguaia

Redação Brasil de Fato

O governo Jair Bolsonaro (PSL) determinou na última semana o encerramento do Grupo de Trabalho Perus, responsável por identificar corpos de desaparecidos políticos da ditadura militar (1964-1985) entre as 1.047 caixas com ossadas da vala comum de um cemitério na zona oeste de São Paulo (SP), e o Grupo de Trabalho Araguaia, responsável pela busca e identificação dos restos mortais da guerrilha do Araguaia. A informação foi confirmada na manhã desta segunda-feira (22) pelo jornal O Estado de S. Paulo. Ambos os grupos são atingidos pelo decreto 9.759, que extinguiu conselhos e comissões que permitiam a participação da sociedade civil no governo federal.

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Ministério dos Direitos Humanos nega 33 pedidos de anistia para cada solicitação aprovada

Presidida por ex-advogado de Bolsonaro, com histórico de ações contra reparações a presos políticos, Comissão de Anistia tem seis militares e apenas um representante de perseguidos pela ditadura

Por Ana Karoline Silano e Bruno Fonseca, em Agência Pública

Aos três meses do governo Bolsonaro, a Comissão de Anistia ainda não se reuniu formalmente depois da cerimônia de posse. Conforme a Pública apurou, o primeiro encontro está sendo agendado para o final de abril. A ausência de reuniões com os conselheiros (como são chamados os membros da comissão) não impediu que a ministra Damares Alves, titular do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos – ao qual se vincula a comissão – assinasse 367 portarias, até o final de março, decidindo sobre pedidos de anistia. O resultado: apenas oito pedidos foram aprovados, contra 271 negados e 88 arquivamentos.

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Audiência discute divulgação de vídeo em comemoração ao golpe de 64

Da Agência Câmara Notícias

O ministro da Secretaria de Governo, General Carlos Alberto, participa nesta terça-feira (16) de audiência pública na Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Câmara dos Deputados. Ele deve prestar esclarecimentos sobre a divulgação de um vídeo, em uma das redes sociais do Palácio do Planalto, em defesa do golpe militar de 1964. O material foi divulgado no último dia 31 de março, data em que o golpe completou 55 anos.

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CDHM pede informações ao Palácio do Planalto sobre divulgação de vídeo comemorativo do golpe de 1964; ofício para a PGR solicita apuração do caso

A Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados solicitou ao ministro chefe da Secretaria de Governo, Carlos Alberto dos Santos Cruz, informações sobre a divulgação de vídeo comemorativo do Golpe Militar de 1964. A veiculação foi feita pela assessoria de imprensa do Palácio do Planalto.

Por Pedro Calvi, CDHM

O vídeo, apócrifo, foi divulgado por número oficial de WhatsApp da Secretaria de Comunicação da Presidência da República, subordinada à Secretaria de Governo.

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