1968 no Brasil

“Presenciamos em 1968 a era das múltiplas explosões e revoltas no mundo todo: dos operários, dos estudantes, das mulheres, dos negros, dos movimentos ambientalistas e dos homossexuais, entre tantas outras formas de levante e de descontentamento social e político. No que se refere ao Brasil, apesar da influência de fatores externos e da identidade com movimentos contestadores de outros países, 1968 teve suas especificidades.”

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Ação do governo militar em execuções de presos precisa ser investigada, diz Dallari

Após confirmação da CIA, veio à tona a participação de presidentes na morte de brasileiros

Brasil de Fato

A revelação dos conteúdos de documentos secretos da CIA, agência de inteligência estadunidense, dá conta da estreita relação entre o primeiro escalão do governo militar com a execução de presos políticos. Deste modo, cai por terra o senso comum que as atrocidades da ditadura teriam acontecido nos porões do regime. Ao contrário, as mortes de brasileiros contrários à ditadura faziam parte, como se sabe agora, da engrenagem principal do governo, entre 1964 e 1985. (mais…)

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Procuradora Eugênia Gonzaga fala sobre os crimes da ditadura no ‘Voz Ativa’, com informações importantes para o momento atual

Presidente da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos explica trabalho para localizar vítimas do regime militar

No El País

Após a repercussão do documento da CIA a respeito da ditadura militar no Brasil, divulgado pelo pesquisador Matias Spektor, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), que revela a decisão do general Ernesto Geisel de dar prosseguimento às execuções de opositores do regime, o Voz Ativa desta segunda-feira entrevista Eugênia Gonzaga, procuradora da República e mestre em Direito Constitucional pela PUC-SP. Em parceria com o EL PAÍS Brasil, o programa vai ao ar pela Rede Minas sempre às 22h15 e é retransmitido pelas redes sociais, nas páginas de Facebook do Voz Ativa e do EL PAÍS. (mais…)

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Família de Raimundo Ferreira Lima, assassinado pela ditadura, aguarda novas revelações sobre documentos da CIA

Raimundo Ferreira Lima era conhecido como Gringo e atuava como agente da Comissão Pastoral da Terra

Renata Martins, da Radioagência Nacional, no Brasil de Fato

Família de paraense assassinado durante a ditadura no governo  João Figueiredo acredita em novas revelações após divulgação de documento da CIA e pede a revisão da Lei da Anistia. (mais…)

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Morre Carlito Jaminawa, um dos últimos pajés do povo Jaminawa

Falecido no dia 4 de maio, o pajé era um dos guardiões das histórias tradicionais do povo Jaminawa, e manteve-se fazendo as rezas e curas de seu povo durante toda sua vida

por Paola Mallmann, em Cimi

“Quando morre um pajé, se vai uma biblioteca inteira”

Na madrugada do dia 4 de maio, faleceu Carlito Jaminawa, um dos últimos pajés vivos do povo Jaminawa. Carlito, que faleceu com 91 anos devido a uma pneumonia, até a morte seguiu firme fazendo suas rezas e curas da cultura Jaminawa. Os familiares próximos se deslocaram da aldeia para ir ao velório, e o pajé foi sepultado no cemitério da cidade. (mais…)

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Guerrilha do Araguaia: MPF cobra providências do Amapá sobre localização de guerrilheiros desaparecidos

Conforme relatório da Comissão Estadual da Verdade, corpos de desaparecidos políticos podem estar enterrados no Estado

Ministério Público Federal no Amapá

O Ministério Público Federal (MPF) requisitou informações ao Governo do Amapá sobre a busca por desaparecidos políticos durante a Guerrilha do Araguaia, ocorrida entre as décadas de 1960 e 1970. Segundo relatório final da Comissão Estadual da Verdade (CEV), corpos de guerrilheiros podem ter sido enterrados na vila de Clevelândia do Norte, em Oiapoque, a cerca de 600 quilômetros da capital Macapá. A localização de vítimas desaparecidas durante a ditadura militar é uma das obrigações impostas ao Brasil em sentença da Corte Interamericana de Direitos Humanos (CIDH). (mais…)

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A Abolição veio, mas não libertou e nem democratizou o país

Neste 13 de maio só a continuidade da luta e da rebeldia são plausíveis, não há comemorações, pois o Estado continua assumindo o papel repressivo do senhor de engenho

Por Raumi Joaquim de Souza*, na Página do MST

A Lei Áurea, sancionada em maio de 1988, não aboliu somente a escravatura, mas também a esperança de ser livre. Mas, como já diria o ditado: “a esperança é a última que morre”. E neste 13 de maio completou 130 anos de uma abolição inacabada e o povo negro prossegue ainda explorado construindo sua história e edificando a preço de sangue e suor a sonhada liberdade. Decretou-se abolição, mas no sentido político e social não se resolveu o problema da desigualdade social e racial, pelo contrário, intensificou e institucionalizou o racismo. (mais…)

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‘Sempre soube que tinha sido o Geisel’, diz irmã de guerrilheiro do Araguaia morto na ditadura

Memorando da CIA afirma que ex-presidente militar autorizou execuções de opositores. Família de Antônio Teodoro mora no DF e busca por restos mortais do estudante

por Marília Marques, em G1

Irmã de um dos guerrilheiros mortos durante a ditadura militar no Brasil, a terapeuta ocupacional Eliana de Castro diz que a família sempre soube quem mandou matar o estudante de farmácia Antônio Teodoro de Castro em 1974, aos 29 anos: o general Ernesto Geisel, então presidente do Brasil. (mais…)

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Muito além da princesa Isabel, 6 brasileiros que lutaram pelo fim da escravidão no Brasil

Conheça a história de Luís Gama, André Rebouças, Maria Tomásia Figueira Lima, Adelina, Dragão do Mar e Maria Firmina Reis, importantes abolicionistas brasileiros

por Amanda Rossi e Camila Costa, em Folha de S.Paulo

O fim da escravidão no Brasil completa 130 anos em 13 de maio deste ano. Em 1888, a princesa Isabel, filha do imperador do Brasil Pedro 2º, assinou a Lei Áurea, decretando a abolição – sem nenhuma medida de compensação ou apoio aos ex-escravos. (mais…)

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130 anos de uma abolição inacabada

A lei que aboliu a escravidão após três séculos de trabalho forçado libertou e ao mesmo tempo abandonou pessoas

Por Juliana Gonçalves, em Brasil de Fato

Conservadora e curta, com pouco mais de duas linhas, a Lei nº 3.353, a chamada Lei Áurea, decretou, no dia 13 de maio de 1888, o fim legal da escravidão no Brasil. Mas se a escravidão teve seu fim do ponto de vista formal e legal há 130 anos, a dimensão social e política está inacabada até os dias atuais. Essa é a principal crítica de estudiosos e militantes dos movimentos negros à celebração do 13 de maio como o dia do fim da escravatura. (mais…)

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