Júri simbólico, realizado em Belém, foi um espaço de relatos de violações de direitos e denúncia de impunidade. Objetivo é expor casos de racismo socioambiental na Amazônia
Por Giovanny Vera, da Amazônia Real
Belém (PA) – O Tribunal Popular em Defesa da Amazônia simbólico e realizado nesta quinta-feira (13) durante a Cúpula dos Povos, como parte da programação da COP30, “condenou” por unanimidade as empresas mineradoras Hydro, Belo Sun, Imerys/Artemyn e Vale a reparar crimes socioambientais e crise climática. Também foram condenadas a tomar medidas de mitigação e financiamento de políticas ambientais e de justiça climática. O governo do Pará e o governo federal receberam punições por omissão. A “sentença” identificou as ações cometidas pelas empresas como crimes contra a humanidade. Algumas dessas empresas patrocinam eventos na COP30, como Hydro e Vale. (mais…)
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