AGU pede que mineradoras paguem R$ 79 bilhões por danos em Mariana

Pedido de reparação foi feito à Justiça Federal de Minas Gerais

Por Felipe Pontes – Repórter da Agência Brasil

A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu à Justiça Federal de Minas Gerais que obrigue as mineradoras Samarco, Vale e BHP a depositar em juízo, no prazo de 15 dias, R$ 79,6 bilhões em reparação a prejuízos. As empresas respondem pelo rompimento da barragem de Fundão em Mariana (MG), ocorrido em novembro de 2015. (mais…)

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Brumadinho: Trâmites para o início da liquidação coletiva dos danos individuais são iniciados

Decisão foi acompanhada por atingidos da Bacia do Paraopeba na última quinta (02)

por Amélia Gomes / MAB

Na última quinta-feira (2), o juiz Murilo Silvio de Abreu, que trata do caso sobre a reparação dos danos causados pelo rompimento da barragem da Vale em Brumadinho (MG), realizou uma audiência na 2º Vara da Fazenda Pública e Autarquias do Tribunal de Justiça de Minas Gerais. A proposta era discutir uma metodologia capaz de resolver, de forma coletiva, a indenização dos danos individuais dos atingidos. Participaram da reunião integrantes do Ministério Público Federal, do Ministério Público de Minas Gerais e da Defensoria Pública de Minas Gerais, que representam os atingidos no processo, e da mineradora Vale. (mais…)

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Governos federal e do ES não aceitam proposta das mineradoras para repactuação

“Condições inadmissíveis”, justificam os governos ao TRF6. Para o MAB, valor mínimo deve ser de R$ 500 bi

Fernanda Couzemenco, Século Diário

“Condições inadmissíveis” de serem aceitas. É como a União e o Estado do Espírito Santo justificam a rejeição à proposta de repactuação feita pelas mineradoras Samarco, Vale e BHP Billiton, responsáveis pelo crime contra o Rio Doce em novembro de 2015. (mais…)

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Serra do Curral: Atos do governo Zema beneficiaram exploração que gerou danos de R$ 30 mi

Caso envolve coação e uso inapropriado de TACs para manter mineração irregular que pode ter contaminado rio das Velhas

Por Alice Maciel, em Agência Pública

Por mais de três anos, o governo mineiro permitiu a atividade da mineradora Fleurs Global Mineração no entorno da Serra do Curral, cartão-postal de Belo Horizonte, por meio de autorizações “precárias”, mesmo após graves infrações ambientais sucessivas. A operação da empresa,  por mineração irregular desde 2023, foi suspensa em março deste ano pela Justiça a pedido do Ministério Público do Estado de Minas Gerais (MPMG), após ter provocado danos ambientais e coletivos avaliados pela promotoria em R$ 30 milhões. (mais…)

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Consultora da Renova indica filtro artesanal para água contaminada com arsênio

Comunidade de Degredo denunciou ação à Câmara Técnica e aponta desinformação em cursos

Por Fernanda Couzemenco, Século Diário

Filtro caseiro purifica água contaminada com arsênio? Para a Fundação Renova, sim. É o que indica a atividade realizada por uma empresa contratada por ela para realizar atividades de educação ambiental na comunidade quilombola de Degredo, em Linhares, norte do Estado, que teve sua água contaminada por arsênio em decorrência do crime da Samarco/Vale-BHP e é há anos abastecida com água mineral, como parte das medidas de reparação e compensação. (mais…)

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Brumadinho e Mariana: onde a luta se encontra

No Instituto Guaicuy

O aniversário de cinco anos do rompimento da Vale em Brumadinho faz lembrar, também, que esse não foi o primeiro desastre-crime cometido pela mineração predatória em Minas Gerais. Pouco mais de três anos antes, em 2015, o distrito de Bento Rodrigues, em Mariana, também foi atingido pelo rompimento de uma barragem operada pela Samarco, empresa gerida pela Vale e pela BHP Billiton (da Austrália e Inglaterra). (mais…)

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Diretor da Braskem admite culpa da empresa por afundamentos em Maceió

Arantes depôs nesta quarta-feira em CPI do Senado que investiga o caso

Por Lucas Pordeus León – Repórter da Agência Brasil

Primeiro representante da Braskem ouvido pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Senado que investiga a empresa, o diretor Marcelo Arantes reconheceu nesta quarta-feira (10) a culpa da empresa pelo afundamento de bairros da capital de Alagoas que causou o deslocamento de, ao menos, 40 mil pessoas. (mais…)

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