Para conselheiro nomeado por Moro, mulher tem tara sexual por policiais

Wilson Salles Damázio associou ainda homossexualidade a “desvio de conduta”

Da Folhapress, na Gaúcha ZH

O ministro da Justiça, Sergio Moro, empossou no Ministério da Justiça um conselheiro que, em entrevistas à imprensa, associou a homossexualidade a “desvio de conduta” e afirmou que, para a mulher, é o máximo “estar dando para um policial”.

As declarações foram dadas pelo delegado federal aposentado e ex-diretor do Sistema Penitenciário Federal Wilson Salles Damázio, que assumiu na semana passada vaga no Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP). 

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Nota Pública da AJD em repúdio às declarações do Desembargador Jaime Machado Júnior

Por AJD

A Associação Juízes para a Democracia (AJD), entidade não governamental e sem fins corporativos, que tem dentre seus objetivos estatutários o respeito aos valores próprios do Estado Democrático de Direito, vem, diante da veiculação, nas redes sociais e em diversas matérias jornalísticas, de vídeo do Desembargador Jaime Machado Júnior, do Tribunal de Justiça de Santa Catarina – TJSC, manifestar o total repúdio às suas declarações, que incitam a cultura do assédio e estupro contra as mulheres.

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A volência contra a Mulher no contexto das remoções no Rio de Janeiro. Parte 1: Introdução

Esta é a primeira parte de uma série de quatro matérias que traz à luz uma pesquisa que evidencia o padrão territorial desigual no qual a violência contra a mulher se materializa na cidade do Rio de Janeiro.

Por Poliana Monteiro, no Rio On Watch

A violência contra a mulher é sistêmica e estrutura brutalmente a realidade e sua materialização no espaço, que se dá sempre de forma seletiva. Assim, é fundamental compreender como esse fenômeno se fixa em alguns espaços e se distribui de forma desigual na cidade, para conceber políticas públicas de habitação de interesse social, mobilidade, educação e saúde que incorporem a dimensão da segurança pública, especialmente da segurança da mulher. A pesquisa territorializada dos dados sobre violência contra a mulher é, portanto, urgente.

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O homem mediano assume o poder. Por Eliane Brum

O que significa transformar o ordinário em “mito” e dar a ele o Governo do país?

No El País

Desde 1 de janeiro de 2019, o Brasil tem como presidente um personagem que jamais havia ocupado o poder pelo voto. Jair Bolsonaro é o homem que nem pertence às elites nem fez nada de excepcional. Esse homem mediano representa uma ampla camada de brasileiros. É necessário aceitar o desafio de entender o que ele faz ali. E com que segmentos da sociedade brasileira se aliou para desenhar um Governo que une forças distintas que vão disputar a hegemonia. Embora existam várias propostas e símbolos do passado na eleição do novo presidente, a configuração encarnada por Bolsonaro é inédita. Neste sentido, ele é uma novidade. Mesmo que seja uma difícil de engolir para a maioria dos brasileiros que não votou nele, escolhendo o candidato oposto ou votando branco, nulo ou simplesmente não comparecendo às urnas. Bolsonaro encarna também o primeiro presidente de extrema direita da democracia brasileira. O “coiso” está no poder. O que significa?

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#16DiasdeAtivismo: integrantes do MPF e visitantes aderiram à Campanha do Laço Branco contra violência à mulher

Banner recebeu dezenas de assinaturas de homens nesta quinta (29) e amanhã segue para o TRT

Nesta quinta-feira (29), o Ministério Público Federal (MPF) em João Pessoa recebeu o símbolo da “Campanha do Laço Branco” em referência aos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra a Mulher. Durante todo o dia, integrantes do órgão e visitantes assinaram o banner da campanha e ganharam o broche do Laço Branco, comprometendo-se a lutar pela causa.

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Igualdad de género: un Objetivo de Desarrollo Sostenible

Objetivo 5: Lograr la igualdad entre los géneros y empoderar a todas las mujeres y las niñas

Por Servindi

Si bien entre 2000 y 2015 se produjeron avances a nivel mundial con relación a la igualdad entre los géneros gracias a los Objetivos de Desarrollo del Milenio (incluida la igualdad de acceso a la enseñanza primaria), las mujeres y las niñas siguen sufriendo la discriminación y la violencia en todos los lugares del mundo. (mais…)

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A escritora best-seller do século 19 que foi excluída da Academia Brasileira de Letras

Júlia Lopes de Almeida, uma das primeiras romancistas do Brasil, ajudou a criar a ABL, mas não assumiu uma cadeira por ser mulher

Por Fabíola Hauch, no Diálogos do Sul

No Brasil da segunda metade do século 19, Júlia Lopes de Almeida era um caso raro: uma escritora que vivia com o dinheiro da própria escrita. Mãe de família, casada com o poeta português Filinto de Almeida, foi uma das primeiras romancistas do Brasil. No papel de intelectual, que defendia o abolicionismo, assumia posições feminista e era sucesso de vendas junto ao público, ajudou a criar a Academia Brasileira de Letras (ABL). Tudo para ver seu nome rejeitado à uma cadeira dentro da instituição por ser mulher. (mais…)

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‘Vi mulheres brigando com homens que fazem de Bolsonaro sua arma de fogo’. Por Rosana Pinheiro-Machado

No The Intercept Brasil

Vedetes era o apelido das meninas que seguiam os integrantes “bondes” nos rolezinhos no shopping ou no baile funk. Alguns meninos nos relataram, por volta de 2011, que quanto mais roupas de marcas e dinheiro eles ostentassem, mais vedetes “corriam atrás”. Na vanguarda dos “rolês” estavam os homens, cabendo a elas um papel secundário, quase alegórico.

Só que as vedetes viraram o jogo. (mais…)

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