Nota de Repúdio das Mulheres da Amazônia contra a fala misógina, machista da Ministra Damares

“Nós, mulheres da Amazônia, ribeirinhas, pescadoras, camponesas, extrativistas, parteiras tradicionais, quebradeiras de coco, erveiras, indígenas, negras, de matriz africana, do campo, da floresta, das águas e das cidades, repudiamos e desaprovamos publicamente a postura da Ministra Damares que devido a sua ignorância e total desconhecimento da realidade dos povos amazônicos, se reporta de forma indigna e desrespeitosa à condição de vida das mulheres e crianças amazônidas.

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Nota de Repúdio da ABA aos novos ataques do governo Bolsonaro aos Direitos Humanos e a questões de Gênero e Sexualidade na ONU

Aba Antropologia

A Associação Brasileira de Antropologia, por meio do seu Comitê de Gênero e Sexualidade, manifesta repúdio às nefastas posturas defendidas recentemente pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil nas reuniões preparatórias da ONU que acontecem em Genebra esta semana. Nos últimos dias os jornais brasileiros têm noticiado novas instruções do Itamaraty que vetam que em assuntos diplomáticos multilaterais seja usada a palavra “gênero”. Tais instruções também definem que “gênero” se resumiria apenas ao “sexo biológico”.[1] Como se não bastasse, o Governo Bolsonaro, no dia de hoje, também se absteve de votar na ONU sobre questões de saúde sexual e reprodutiva de populações afetadas por crises humanitárias, justo em um momento em que abundam notícias sobre violações de direitos humanos de mulheres e crianças em situação de crise humanitária.[2]

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MPF no Rio de Janeiro entra com ação contra misoginia na rede Facebook

Ação pede retirada de comentários discriminatórios e medidas de promoção da igualdade de gênero

O Ministério Público Federal (MPF) no Rio de Janeiro entrou com ação civil pública contra a empresa Facebook Serviços Online do Brasil, responsável no país pela mídia social Facebook, em razão da manutenção de diversos comentários discriminatórios contra as mulheres em página do serviço. A ação, proposta pela Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão, pede, além da retirada dos comentários ofensivos, a adoção de providências voltadas a cumprir as Convenções da ONU.

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Para conselheiro nomeado por Moro, mulher tem tara sexual por policiais

Wilson Salles Damázio associou ainda homossexualidade a “desvio de conduta”

Da Folhapress, na Gaúcha ZH

O ministro da Justiça, Sergio Moro, empossou no Ministério da Justiça um conselheiro que, em entrevistas à imprensa, associou a homossexualidade a “desvio de conduta” e afirmou que, para a mulher, é o máximo “estar dando para um policial”.

As declarações foram dadas pelo delegado federal aposentado e ex-diretor do Sistema Penitenciário Federal Wilson Salles Damázio, que assumiu na semana passada vaga no Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária (CNPCP). 

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Nota Pública da AJD em repúdio às declarações do Desembargador Jaime Machado Júnior

Por AJD

A Associação Juízes para a Democracia (AJD), entidade não governamental e sem fins corporativos, que tem dentre seus objetivos estatutários o respeito aos valores próprios do Estado Democrático de Direito, vem, diante da veiculação, nas redes sociais e em diversas matérias jornalísticas, de vídeo do Desembargador Jaime Machado Júnior, do Tribunal de Justiça de Santa Catarina – TJSC, manifestar o total repúdio às suas declarações, que incitam a cultura do assédio e estupro contra as mulheres.

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A volência contra a Mulher no contexto das remoções no Rio de Janeiro. Parte 1: Introdução

Esta é a primeira parte de uma série de quatro matérias que traz à luz uma pesquisa que evidencia o padrão territorial desigual no qual a violência contra a mulher se materializa na cidade do Rio de Janeiro.

Por Poliana Monteiro, no Rio On Watch

A violência contra a mulher é sistêmica e estrutura brutalmente a realidade e sua materialização no espaço, que se dá sempre de forma seletiva. Assim, é fundamental compreender como esse fenômeno se fixa em alguns espaços e se distribui de forma desigual na cidade, para conceber políticas públicas de habitação de interesse social, mobilidade, educação e saúde que incorporem a dimensão da segurança pública, especialmente da segurança da mulher. A pesquisa territorializada dos dados sobre violência contra a mulher é, portanto, urgente.

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O homem mediano assume o poder. Por Eliane Brum

O que significa transformar o ordinário em “mito” e dar a ele o Governo do país?

No El País

Desde 1 de janeiro de 2019, o Brasil tem como presidente um personagem que jamais havia ocupado o poder pelo voto. Jair Bolsonaro é o homem que nem pertence às elites nem fez nada de excepcional. Esse homem mediano representa uma ampla camada de brasileiros. É necessário aceitar o desafio de entender o que ele faz ali. E com que segmentos da sociedade brasileira se aliou para desenhar um Governo que une forças distintas que vão disputar a hegemonia. Embora existam várias propostas e símbolos do passado na eleição do novo presidente, a configuração encarnada por Bolsonaro é inédita. Neste sentido, ele é uma novidade. Mesmo que seja uma difícil de engolir para a maioria dos brasileiros que não votou nele, escolhendo o candidato oposto ou votando branco, nulo ou simplesmente não comparecendo às urnas. Bolsonaro encarna também o primeiro presidente de extrema direita da democracia brasileira. O “coiso” está no poder. O que significa?

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#16DiasdeAtivismo: integrantes do MPF e visitantes aderiram à Campanha do Laço Branco contra violência à mulher

Banner recebeu dezenas de assinaturas de homens nesta quinta (29) e amanhã segue para o TRT

Nesta quinta-feira (29), o Ministério Público Federal (MPF) em João Pessoa recebeu o símbolo da “Campanha do Laço Branco” em referência aos 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência Contra a Mulher. Durante todo o dia, integrantes do órgão e visitantes assinaram o banner da campanha e ganharam o broche do Laço Branco, comprometendo-se a lutar pela causa.

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Igualdad de género: un Objetivo de Desarrollo Sostenible

Objetivo 5: Lograr la igualdad entre los géneros y empoderar a todas las mujeres y las niñas

Por Servindi

Si bien entre 2000 y 2015 se produjeron avances a nivel mundial con relación a la igualdad entre los géneros gracias a los Objetivos de Desarrollo del Milenio (incluida la igualdad de acceso a la enseñanza primaria), las mujeres y las niñas siguen sufriendo la discriminación y la violencia en todos los lugares del mundo. (mais…)

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