“Si el Amazonas cae, todos caeremos”

Los pueblos nativos son la ‘mejor solución’ al cambio climático, los ‘mejores guardianes’ de los bosques y la biodiversidad, afirma Eloy Terena, defensora y asesora legal de la Articulación de los Pueblos Indígenas de Brasil (APIB).

TRT / Servindi

En la región amazónica de América del Sur las vidas de los pueblos indígenas corren un gran riesgo ya que la deforestación de las selvas tropicales continúa a pesar de los llamamientos mundiales a la acción, según Eloy Terena, líder y defensora de la comunidad indígena brasileña.

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Antártica, 20 graus: o continente gelado emite sinal de alerta

Registro de recorde não é motivo de celebração

Por Sucena Shkrada Resk*, em Cidadãos do Mundo

Nem sempre os recordes são sinais de celebração. O que dizer, então, sobre o registro da temperatura de 20,75 graus C na Ilha Seymour, na Antártica, no último dia 9 de fevereiro? É bom frisar – GRAUS POSITIVOS, no continente gelado. O anúncio foi feito pelo cientista brasileiro Carlos Schaefer, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), que integra o Projeto brasileiro Terrantar (que monitora os impactos das mudanças climáticas em 23 locais na Antártica), ao jornal britânico The Guardian.

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Adaptação à Mudança do Clima: do papel à ação, uma longa distância

Reflexo de temporal em SP, nesta semana, abre uma discussão importante sobre o papel do planejamento urbano

Por Sucena Shkrada Resk*, Blog Cidadãos do Mundo

Vocês já devem ter ouvido dizer pelo menos uma vez que o Brasil é um dos países com maior arcabouço legal na área socioambiental. Isso não quer dizer, entretanto, que reflita na execução destes instrumentos. Maior prova recente disso são os efeitos desastrosos dos temporais na região metropolitana de São Paulo e interior, que se avolumaram devido ao mau planejamento urbano de décadas e séculos, e ausência de sistemas de precaução e adaptação. Se o Plano Nacional de Adaptação à Mudança do Clima, criado em 2016,  e a Política Estadual de Mudanças Climáticas (2009), realmente estivessem regulamentados  e em vigor, mortes, desabamentos, deslizamentos e enchentes, entre outros danos, poderiam ter sido amenizados mesmo com os altos índices pluviométricos. Vale dizer, índices que tendem a ser mais rotineiros no nosso dia a dia.

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Mudanças climáticas e planejamento urbano defasado agravam enchentes em SP

Para especialistas, urbanização selvagem e destruição do meio ambiente são responsáveis por grandes alagamentos

Lu Sudré, Brasil de Fato

A cidade de São Paulo (SP) amanheceu nesta terça-feira (11) lidando com as consequências das enchentes que inundaram e travaram a cidade no dia anterior. O volume de água registrado no intervalo de 24 horas entre domingo e segunda foi o maior dos últimos 37 anos para o mês de fevereiro, conforme informações do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). 

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Ex-consultor para desmatamento do Reino Unido é o 4º mais multado pelo Ibama em 25 anos

Empresa do bilionário Johan Eliasch está entre as dez mais autuadas por crimes contra a flora desde 1995; uma das autuações milionárias, em 2008, ocorreu quando ele trabalhava para o governo Gordon Brown; ONG do sueco é financiada pela União Europeia

Por Yago Sales, em De Olho nos Ruralistas

Quarto lugar no ranking dos mais multados pelo Ibama nos últimos 25 anos, o bilionário sueco Johan Eliasch ganha dinheiro e prestígio como ambientalista. Até a União Europeia financia sua ONG, a Cool Earth. Amigo do príncipe Andrew, ele foi consultor sobre clima e desmatamento durante a gestão do primeiro-ministro Gordon Brown (2007-2010). Exatamente nesse período, em 2008, ele levou a primeira autuação milionária no Brasil.

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Nas enchentes de BH, síntese de um projeto fracassado

Rio Leitão foi canalizado para dar espaço à urbanização e ao automóvel; mas sua força ainda ressurge em dias de tempestade como as da última semana. Catástrofes poderiam ser evitadas, caso tivéssemos aprendido a conviver com nossos rios

Por Roberto Andrés, em Outras Palavras

Na terça-feira, diversos rios de Belo Horizonte transbordaram, entrando em casas, bares, arrastando carros. Esses eventos serão cada vez mais frequentes com o aquecimento do planeta. Mas o stress ambiental que a ocupação humana gera vem de longe.

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Alemanha descarta liberação de verba para Amazônia

Berlim diz que financiamentos congelados continuam suspensos após Mourão afirmar que pedirá dinheiro a países ricos para proteção florestal. Para governo alemão, os dois países ainda têm ideias distantes sobre o tema.

Na DW

A Alemanha descartou a liberação da verba para a Amazônia suspensa em agosto. A negativa do governo em Berlim foi divulgada neste sábado (25/01) pela agência de notícias alemã DPA, depois de o vice-presidente Hamilton Mourão admitir aceitar dinheiro de países ricos para a preservação da região.

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Austrália: o outro crime ambiental da direita

Ao contrário da Amazônia, a floresta seca é mais sujeita ao fogo. Mas catástrofe atual foi produzida também por um governo que nega o aquecimento global, incentiva os combustíveis fósseis e desmonta o sistema público de prevenção

Por Carolyn Kormann, no The New Yorker | Tradução: Antonio Martins, em Outras Palavras

O atual primeiro ministro da Austrália, Scott Morrison, assumiu o posto, em agosto de 2018. Seu antecessor, Malcolm Turnbull, igualmente do Partido Liberal, era pressionado havia meses, quiçá anos, pela própria coalizão de direita no poder, que reúne os partidos Liberal e Nacional. Mas o golpe final veio quando Turnbol apoiou um plano nacional de energia que, para controlar a emissão de gases de efeito estufa, teria reduzido, ainda que de forma moderada, a dependência do setor de energia em relação aos combustíveis fósseis. Numa tentativa de salvar seu mandato, na décima primeira hora, Turnbull desistiu de tornar a redução das emissões obrigatória por lei.

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As mudanças climáticas desenham o cenário de urgência em saúde, na próxima década

Inação diante da crise pode ter um preço muito alto, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS)

Por Sucena Shkrada Resk, Blog Cidadãos do Mundo

A saúde pública é, em última análise, uma escolha política e a crise climática é uma crise de saúde. Esta afirmação ecoa um dos principais alertas em relatório divulgado neste mês de janeiro pela Organização Mundial da Saúde, sobre a situação da saúde no mundo na próxima década. A construção de cenários preocupantes exige ações mais efetivas dos governos, pois o recado nas entrelinhas é: corremos contra o tempo e quem quer pagar para ver?

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Emergência Climática: Estudo confirma que os modelos climáticos estão acertando as projeções de aquecimento futuro

Por Alan Buis*, Laboratório de Propulsão a Jato da NASA / EcoDebate

Uma animação de uma simulação de modelo climático do GISS (Instituto Goddard de Estudos Espaciais) feita para o Quarto Relatório de Avaliação do Painel Intergovernamental das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, mostrando anomalias médias de cinco anos da temperatura do ar da superfície em graus Celsius, em graus Celsius, de 1880 a 2100. A anomalia de temperatura é uma medida de quanto está mais quente ou mais frio em um local e tempo específicos do que a temperatura média de longo prazo, definida como a temperatura média no período de 30 anos entre 1951 e 1980. As áreas azuis representam áreas frias e amarelo e amarelo. áreas vermelhas representam áreas mais quentes. O número no canto superior direito representa a anomalia média global (Crédito: Instituto Goddard de Estudos Espaciais da NASA)

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