Alvo de denúncia do MPF, usuário do Facebook vira réu por apologia ao nazismo

Postagens de 2017 exaltam Hitler e utilizam suástica e outros símbolos do regime ditatorial alemão

Ministério Público Federal em São Paulo

Denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF), um cidadão argelino que vive no Brasil tornou-se réu por publicar imagens que fazem apologia ao nazismo no Facebook. As postagens, realizadas em 2017, enaltecem símbolos e personalidades do regime ditatorial alemão, entre elas Adolf Hitler. Apesar de identificar-se com um nome falso no perfil da rede social, o usuário foi descoberto a partir do número de telefone vinculado à conta, registrado em São Paulo (SP).

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Levantando a tampa do bueiro: de onde saiu a nova leva de neonazistas brasileiros

Especialistas relatam que atual governo reforça histórico de adesão ao fascismo existente no país. Capital paulista teve novos episódios de violência e palavras de ordem nazistas na última semana

Por Gil Luiz Mendes, na Ponte

Ataques recentes atribuídos a neonazistas e a demonstração pública de racismo e intolerância  trazem de volta ao debate a existência e crescimento desses grupos no Brasil. Números da Polícia Federal mostram como discurso de ódio está se expandindo. Além de usarem a internet e redes sociais para propagar ideais fascistas, membros desses grupos retornam às ruas sem pudor e com violência.

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Para juiz, negar o holocausto é como duvidar se o homem foi à Lua

Por Lenio Luiz Streck e Martonio Mont’Alverne Barreto Lima, no Conjur

A sentença que aceita que holocausto não existiu

Nos tempos de pós-verdades, tudo é permito, especialmente proteger a mentira com decisões judiciais que absolvem acusados da prática de crime de racismo. Foi o caso recente do juiz federal substituto da 32ª vara federal no Ceará, Danilo Dias Vasconcelos de Almeida, nos autos da ação penal nº 0809172-03.2020.4.05.8100.

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Itamaraty admite à ONU que grupos neonazistas se intensificaram no Brasil. Por Jamil Chade

  • Documento da relatoria da ONU indica que dados submetidos pelo Brasil apontaram que esses grupos ganharam força a partir dos anos 80
  • O movimento neonazista será alvo de um debate no Conselho de Direitos Humanos da ONU nesta segunda-feira
  • Segundo os dados brasileiros, esses grupos continuam ativos no país

No Uol

Em informações submetidas às Nações Unidas, o governo brasileiro admite: o movimento neonazista passou por uma expansão no país desde os anos 80 e hoje está ativo. Os dados fazem parte de um informe da ONU que será debatido na segunda-feira, no Conselho de Direitos Humanos, em Genebra.

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Negros, as vítimas esquecidas da era nazista

Das 75 mil pedras comemorativas dedicadas às vítimas dos nazistas, apenas quatro são em memória de negros. Indícios de uma perseguição que foi, em grande parte, apagada.

Por Harrison Mwilima, na DW

Os negros são as vítimas esquecidas da Alemanha nazista, diz Marianne Bechhaus-Gerst, professora de Estudos Africanos na Universidade de Colônia. A perseguição deles sob os nazistas definitivamente “não é enfatizada o suficiente”, acrescenta.

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Extrema direita mundial estreita laços com Governo Bolsonaro, que segue passos de Orbán e Trump. Por Jamil Chade

Após troca de comando nos EUA, Brasil ganha centralidade entre nações que pregam contra o que chamam de comunismo e defendem pautas ultraconservadoras. País emula modelo húngaro de controle

El País

A deputada bolsonarista Bia Kicis (PSL-DF) exibiu orgulhosa uma foto com a deputada alemã Beatriz von Storch, do partido de extrema direita AfD. “Hj recebi a deputada Beatrix von Storch, do Partido Alternativa para Alemanha [AfS], o maior partido conservador daquele país. Conservadores do mundo se unindo p/ defender valores cristãos e a família”, escreveu a deputada em sua rede social. A foto causou choque, especialmente pelo fato de Storch ser neta de Lutz Graf von Krosigk, ministro de Finanças do Governo nazista de Adolph Hitler. Nascido em 2013, o partido AfD é alvo de investigação do serviço secreto alemão por conexões com atos extremistas no país.

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