Desigualdade e extrema pobreza avançam a passos firmes no Brasil em golpe

Juliane Furno, Brasil de Fato

Levantamento da empresa LCA Consultores – com base nos dados recentes do IBGE – indicam que aumentou em mais de 1 milhão o número de  pessoas vivendo na extrema pobreza no Brasil. Esses dados, divulgados nesta quarta (11), apenas comprovam a imagem que qualquer um de nós – andarilhos das nossas cidades – já constatamos na prática.  (mais…)

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Yunus: Como criar um mundo sem pobreza, desemprego e emissões de carbono

por Alex Besser e Eli Nemzer, em RioOnWatch

Em seu novo livro, A World of Three Zeros: The New Economics of Zero Poverty, Zero Unemployment and Zero Net Carbon Emissions (Um Mundo de Três Zeros: A Nova Economia da Pobreza Zero, Desemprego Zero e Emissão de Carbono Zero), o autor, que recebeu o Prêmio Nobel da Paz, Muhammad Yunus, propõe o empreendimento social como forma de redefinir as diversas faces do mundo moderno. Como criador do Banco Grameen e pioneiro do conceito de microcrédito, Yunus ajudou pessoas de baixa renda em todo mundo a se fortalecerem por meio do empreendedorismo local. (mais…)

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Violência, pobreza, desemprego: o que acontece com nossas cidades?

A modernidade capitalista, representada pelo receituário neoliberal conduzido por Temer, rebaixa a condição de vida dos moradores dos municípios do país

por Marcio Pochmann*, na RBA

As cidades no Brasil já foram imaginadas como alento à dominação autoritária e conservadora de mais de quatro séculos amplamente patrocinada pela antiga oligarquia agrarista. Com a Revolução de 1930, as cidades foram sendo convertidas em alvo fundamental do projeto urbano e industrial urdido pelas forças do tenentismo reformista. (mais…)

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Vuelve a crecer el hambre en el mundo, impulsada por conflictos y cambio climático

815 millones de personas padecen hambre, con millones de niños amenazados de malnutrición

Servindi

Tras haber disminuido de forma constante durante más de una década, vuelve a aumentar el hambre en el mundo, que afectó a 815 millones de personas en 2016 —el 11 por ciento de la población mundial—, según la nueva edición del informe anual de la ONU sobre seguridad alimentaria y nutrición publicada hoy. Al mismo tiempo, múltiples formas de malnutrición amenazan la salud de millones de personas. (mais…)

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A chaga da miséria volta a rondar o Brasil. Hoje, a situação brasileira é dramática. Entrevista especial com Nathalie Beghin

Patricia Fachin – IHU On-Line

Depois de dois anos de recessão, aumento do desemprego e queda real dos salários, “a chaga da miséria se torna novamente uma questão no nosso país”, diz a economista Nathalie Beghin à IHU On-Line. Segundo ela, em 2015 “9,2% de famílias tinham o rendimento per capita inferior a um quarto de salário mínimo, um dos indicadores de medição da fome. Em 2014, essa proporção era de 7,9%, o que corresponde a um aumento de 16% em apenas um ano”. Ela informa ainda que a redução no salário real dos brasileiros “foi da ordem de 3,7% em 2015, e a situação só vem se agravando de lá para cá”. A tendência, afirma, é que o número de pessoas vivendo na pobreza extrema aumente “entre 2,5 milhões e 3,6 milhões até o final de 2017”. (mais…)

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A interconexão das desigualdades na América Latina: da violência à pobreza. Entrevista especial com Mara Manzoni Luz

Patricia Fachin – IHU On-Line

Apesar de o tema das desigualdades figurar nos discursos dos governos progressistas da América Latina na última década e meia, os índices de desigualdade “continuam altos”, diz Mara Manzoni Luz, diretora da Christian Aid para a América Latina e Caribe, ao comentar o relatório “O Escândalo da Desigualdade: as múltiplas faces da desigualdade na América Latina e Caribe”, publicado pela organização recentemente. (mais…)

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A falácia da ajuda oficial ao desenvolvimento, por Cândido Grzybowski

No Ibase

A pobreza no mundo e sua erradicação faz parte da agenda e do discurso dos governos e organismos multilaterais. Os famigerados Banco Mundial e FMI têm tal discurso. A ONU – que, apesar do nome, não passa de organismo de governos unidos – tem conseguido reafirmar tal compromisso em praticamente todas as suas grandes conferências e nas assembleias anuais. A OCDE, a União Europeia, o G-7 e o G-20, assim como os BRICS, todos parecem concordar em seus discursos sobre a necessidade de tudo fazer para acabar com a pobreza no mundo. Foi montado um sistema de ajuda internacional com o compromisso dos países desenvolvidos contribuírem com 0,7% do seu PIB, no mínimo, para tal finalidade. (mais…)

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