Na contramão do discurso que predomina nas corporações, grupos progressistas de policiais militares e civis, guardas municipais e agentes dialogam pelas redes sociais e tentam repensar a segurança pública
Por Manuela Azenha, no PáginaB
O caso Amarildo transformou o delegado Orlando Zaccone em um “policial que incomoda”, como ele mesmo se define. O carioca da Tijuca já defendia publicamente questões controversas, ainda mais nesse meio, como a legalização de todas as drogas e a desmilitarização do modelo de segurança. Além disso, o delegado tem uma trajetória incomum: antes de entrar para a polícia, foi repórter do jornal O Globo durante um ano, ainda na juventude, desistiu e virou monge hare krishna, “estava com alguns questionamentos existenciais”, e depois foi cursar Direito. (mais…)
