Incêndio de grande proporção atinge Alter do Chão e Ponta de Pedras em Santarém

De acordo com brigadistas, o fogo iniciou na noite de sábado (14). Chamas chegaram às margens da rodovia Everaldo Martins.

Por Dominique Cavaleiro, G1 Santarém

Brigadistas de incêndio de Alter do Chão e Corpo de Bombeiros combatem um incêndio de grandes proporções que atingiu a Floresta em Alter do Chão, localizada em Santarém, no oeste do Pará. As chamas avançaram para a rodovia Everaldo Martins e o incêndio se estende até Ponta de Pedras.

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¿Se podrá regenerar la Amazonía?

Distintas estimaciones científicas dejan dudas sobre la posibilidad de regenerar la flora y fauna perdida tras el incendio en la Amazonía. Desde 20 años para la regeneración hasta la conversión de la Amazonía en un desierto, son los cálculos realizados por las voces académicas. ¿Podrá este bosque tropical volver a ser el mismo de antes?

Por José Díaz, en Servindi

La noticia ambiental más lamentable en lo que va del 2019 ha sido, sin dudas, el incendio forestal que arrasó, y aún continúa impactando, a la Amazonía. Los focos de fuego que afectaron territorios amazónicos de Brasil, Paraguay, Bolivia y Perú han alterado extensiones aún no del todo medidas en el bosque tropical más grande del mundo.

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‘Impeachment de Jair Bolsonaro pelo crime de Ecocídio’

IHU On-Line

“O presidente Jair Bolsonaro se tornou uma ameaça para o meio ambiente do Brasil e do mundo. Assim, durante a manifestação, foi explicado que o aumento do desmatamento e das queimadas no Brasil pode ser considerado um crime, nacional e internacional, contra a natureza e a humanidade. O lema deveria ser: meio ambiente acima de tudo e a estabilidade climática acima de todos”, escreve José Eustáquio Diniz Alves, doutor em demografia e professor titular do mestrado e doutorado em População, Território e Estatísticas Públicas da Escola Nacional de Ciências Estatísticas – ENCE/IBGE, em artigo publicado por EcoDebate.

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Passo a passo para frear a devastação da Amazônia

Soluções já existem: tecnologias que monitoram queimadas, legislação que pune contraventores e avançada política ambiental. Na contramão de resolver problema, Bolsonaro corta recursos para fiscalização e toma seu lado: o dos devastadores

Por Alessandra Cardoso*, em Outras Palavras

O mês de agosto de 2019 possivelmente ficará marcado pelas imagens da floresta amazônica ardendo em chamas. Aos dados que anunciavam o aumento das queimadas somaram-se um turbilhão de eventos críticos: a desqualificação do trabalho do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) pelo governo; os efeitos colaterais da fumaça sentidos no centro nevrálgico do país; os insistentes, irresponsáveis e vexaminosos comentários do presidente; a comoção nas redes sociais; e a repercussão internacional, incluindo ameaça de boicote seguida de anúncios transfronteiriços de ajuda financeira e até de intervenção.

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Focos de incêndio em terras indígenas aumentaram 88% em 2019

Entre janeiro e agosto, aumento dos focos de incêndio em terras indígenas supera crescimento em nível nacional

por Renato Santana e Tiago Miotto, em Cimi

Entre janeiro e agosto deste ano houve um aumento de 88% em focos de incêndio nas terras indígenas do Brasil, se comparado com o mesmo período de 2018. O aumento de focos de calor em terras indígenas, levantado a partir de dados do Instituto de Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), é ainda maior que o crescimento total de focos de calor registrados no país, que nesse mesmo período subiu 71%.

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Polícia Federal deflagra operação para reprimir crimes ambientais e tentativa de homicídio contra servidores do IBAMA em Placas/PA

Santarém/PA – A Polícia Federal, com o apoio do Ministério Público Federal, Força Nacional, Exército Brasileiro e da Polícia Rodoviária Federal, deflagrou nesta terça-feira (10/09), em Placas/PA, a Operação “Flamma”, para cumprimento de sete mandados de busca e apreensão e três mandados de prisão preventiva, todos expedidos pela 2ª Vara da Justiça Federal em Santarém/PA.

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Amazônia em Chamas: indígenas Manoki denunciam incêndios criminosos no Mato Grosso

As queimadas provocaram problemas respiratórios nas crianças, que receberam atendimento médico em um posto de saúde da aldeia, diz liderança Giovani Tapurá

Por Márcio Camilo, no Amazônia Real

Cuiabá (MT) – A Terra Indígena Manoki está situada a 100 quilômetros da cidade de Brasnorte, no noroeste do Mato Grosso. Margeado à direita pelo rio Cravari e à esquerda pelo rio do Sangue, o território é formado pelos biomas Amazônia e Cerrado. Mas como é cercado por inúmeras fazendas que produzem soja e gado, os indígenas que moram em oito aldeias estão enfrentando a mais grave consequência dos incêndios florestais provocados pelas queimadas das lavouras do agronegócio. 

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MPF dá novo prazo de 5 dias para realização de operação contra invasores na terra indígena Trincheira-Bacajá (PA)

Documento foi enviado nesta terça-feira (3) ao comando da Operação Brasil Verde e a outros órgãos federais, estaduais e municipais, reafirmando a urgência de ações concretas para evitar conflitos

O Ministério Público Federal (MPF) enviou novo documento solicitando urgência na operação para retirar invasores na Terra Indígena (TI) Trincheira-Bacajá, do povo Xikrin, entre Altamira, Anapu e São Félix do Xingu, no Pará. O comunicado traz todas as coordenadas e o histórico das invasões que ameaçam o território, além de imagens de satélite com os desmatamentos, garimpos e queimadas. Foi concedido novo prazo, de cinco dias, para que seja realizada ação fiscalizatória na área.

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Brasil, ano zero

“Nos poucos meses de governo, seu rastro de destruição está espalhado. A fumaça que cobriu o céu de São Paulo, também poderia ser nomeada de ‘Bolsonaro’. Das universidades às políticas ambientais nada escapa à sua ferocidade”

por Berenice Bento*, em Outras Palavras

As palavras falham. Como definir uma experiência coletiva, que diz respeito a todo um país, mas que não encontramos palavras para produzir sentidos compartilhados? Bolsonaro é uma experiência. Alguns o chamam de “louco” ou “perverso”. Logo depois, lemos um texto que diz que não podemos utilizar categorias diagnósticas da psicanálise ou da psiquiatria para qualificá-lo porque seria uma forma de reproduzir o estigma que marca corpos e subjetividades historicamente estigmatizadas. Chamá-lo de louco é contaminar “os loucos” com a sua presença.

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Bolsonaro réu em Haia? O ecocídio já é um crime contra a humanidade

O Dia do Fogo na Amazônia realizado por ruralistas estimulados pelo Bolsonaro, é reflexo direto da irresponsabilidade dos capitalistas com a qualidade de vida e a vida em si.

Por Rafael Borges Bias e Henrique Fernandes de Magalhães, em Justificando

O termo land grabbing descreve o fato de comunidades ou indivíduos perderem suas terras utilizadas no sustento próprio para fins como especulação, extração, controle de recursos ou mercantilização. A prática é associada à destruição do ambiente natural e é característica da dinâmica agrária do capitalismo contemporâneo, consequência da atuação do capital financeiro no mercado de terras, estabelecida por esquemas com a indústria agrícola nacional, grileiros, tabeliões, agricultores, políticos, juízes e a estrutura do Estado[1].

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