Quilombolas no Ceará celebram posse de imóvel rural integrante do território

No Incra

Os quilombolas da comunidade Três Irmãos, em Croatá (CE), na região da Ibiapaba, se reuniram na noite de 10 de fevereiro (terça-feira) para celebrar uma conquista histórica: a garantia da posse da terra onde suas famílias vivem e mantém suas raízes há mais de 150 anos. O encontro aconteceu em frente à escola local, onde os moradores acompanharam a solenidade de transmissão da propriedade rural Olho D’Água da Roça/Angicos, com 2,9 mil hectares, para o Incra. (mais…)

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MPF obtém decisão do TRF1 que impõe prazo de 90 dias para titulação de território quilombola no Amapá

Incra e Fundação Cultural Palmares terão 30 dias para apresentar cronograma de regularização da Comunidade Lagoa dos Índios

Procuradoria Regional da República da 1ª Região

O Ministério Público Federal (MPF) obteve decisão da Quinta Turma do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) que manteve a obrigação do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) e da Fundação Cultural Palmares (FCP) de concluir, no prazo de 90 dias, o procedimento administrativo de regularização fundiária da Comunidade Quilombola Lagoa dos Índios, no Amapá. (mais…)

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Incra receberá posse de imóvel rural para regularização de território quilombola em Croatá (CE)

No Incra

Em 10 de fevereiro de 2026 (terça-feira), o Incra no Ceará receberá a posse do imóvel rural Olho D’Água da Roça/Angicos, que será destinado à regularização fundiária do território quilombola Três Irmãos, localizado entre os municípios de Croatá e Ipueiras, na região da Ibiapaba. O evento acontecerá na Escola Quilombola Luzia Maria da Conceição, situada na sede da comunidade, às 17h. (mais…)

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Quilombolas voltam a denunciar invasões e violações no Sapê do Norte

Destruição de cercas é uma das ações recorrentes atribuídas à empresa Suzano

Por Mariah Friedrich, Século Diário

A Comissão Quilombola do Sapê do Norte, território que compreende os municípios de São Mateus e Conceição da Barra, voltou a denunciar uma série de ataques atribuídos à empresa Suzano (ex-Aracruz Celulose e ex-Fibria) em áreas tradicionais da região. As ações incluem destruição de cercas, cortes de roças, danos a plantações e intimidação de moradores por meio de vigilantes privados, e têm afetado diretamente o modo de vida e a subsistência de famílias que dependem da agricultura e da criação de animais. (mais…)

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Moraes ordena que família Caiado desocupe região quilombola da Antinha de Baixo, Goiás

Decisão do STF reconhece que pessoas ligadas aos irmãos Breno e Murilo Caiado continuam derrubando casas e amedrontando moradores

Por Willian Matos, no Metropoles

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou que o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) assegure que integrantes da família Caiado saiam da Antinha de Baixo, região quilombola em Santo Antônio do Descoberto (GO) de interesse do grupo. A decisão foi publicada na noite de terça-feira (27/1). (mais…)

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Após ação do MPF, Justiça determina conclusão da titulação de territórios quilombolas em Cachoeira (BA)

Sentença fixa prazo de 24 meses para União e Incra regularizarem cinco comunidades e impõe indenização por danos morais coletivos

Ministério Público Federal na Bahia

Após ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público Federal (MPF), a Justiça Federal determinou que a União e o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) concluam, no prazo máximo de 24 meses, o processo de titulação dos territórios das comunidades quilombolas de Caonge, Calembá, Dendê, Engenho da Praia e Engenho da Ponte, localizadas no município de Cachoeira, no Recôncavo Baiano. (mais…)

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Justiça do Pará ignora MPF e Constituição e escolhe reintegrar Agropalma e mandar PM retirar quilombolas e indígenas de terra tradicional

Ver-O-Fato

Por determinação da Justiça do Pará, a Polícia Militar deve cumprir nos dias 21 a 23 próximos a ordem de reintegração de posse da fazenda Roda de Fogo, em Tailândia, nordeste do Estado, em favor da empresa Agropalma. A operação, acompanhada por oficial de justiça munido da ordem judicial, tem como alvo comunidades quilombolas, ribeirinhas e indígenas que reivindicam o território e ocorre sob clima de forte tensão, com alerta para possível resistência e risco de confronto.

A ordem foi comunicada à Vara Agrária de Castanhal, responsável pelo processo de reintegração de posse que tramita desde 2022, e teve seu cumprimento formalizado em documento assinado por oficial de justiça em 16 de janeiro de 2026, na última sexta-feira . No ano passado, o Ministério Público Federal (MPF) tentou reverter a decisão, sem sucesso, e voltou a recorrer ao Tribunal de Justiça do Pará (TJPA) pedindo a suspensão urgente da medida.

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