Um investigado por fraude ambiental comandará Meio Ambiente sob Bolsonaro

Advogado Ricardo Salles é alvo de ação por improbidade administrativa no período em que foi secretário da área no Governo Alckmin. Do Partido Novo, ele preside o movimento Endireita Brasil e defendeu “bala” como resposta ao MST

Por Beatriz Jucá, no El País

Apoiado por entidades ruralistas e presidente do Movimento Endireita Brasil, o advogado Ricardo de Aquino Salles comandará o Ministério do Meio Ambiente a partir de janeiro. O anúncio do ministro que  completa a Esplanada dos Ministérios de Jair Bolsonaro foi feito pelo presidente eleito na tarde deste domingo. Salles, que já foi secretário particular do ex-presidenciável Geraldo Alckmin e ocupou também a pasta de Meio Ambiente de São Paulo durante o Governo do tucano, vinha sendo citado há dias como nome para o cargo. O futuro ministro é alvo de ação de improbidade administrativa, acusado de manipular mapas de manejo ambiental do rio Tietê, e, durante a campanha eleitoral deste ano, chegou a sugerir o uso de munição de fuzil contra a esquerda e o MST.

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Relatório do Greenpeace mostra que 58% dos municípios do Matopiba continuam pobres, com produção e qualidade de vida piores do que a média de seus estados

Estudo aponta concentração de renda e terras como efeitos da produção de commodities no Cerrado

Por Rebecca Cesar, em CPT

Estudo inédito apoiado pelo Greenpeace sobre as dinâmicas socioeconômicas na região de Cerrado denominada Matopiba mostra que municípios campeões na produção de soja na região não tem indicadores de desenvolvimento social condizentes com a riqueza que produzem na balança comercial.

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Nota do Cimi Regional Sul sobre ameaças aos Guarani Mbya de Ponta do Arado

Os Guarani Mbya da Retomada Ponta do Arado, no Bairro Belém Novo, em Porto Alegre – RS, continuam a viver sob ameaça dos empresários e seus seguranças privados.  Desde os dias 06, 07 e 08 de dezembro os Guarani, que vivem acampados nas margens do Rio Guaíba, próxima a terra que reivindicam como sendo de ocupação ancestral (ocupam parte da praia considerada área de marinha, portanto espaço de terra que não compõe propriedade privada de ninguém) estão sendo submetidos a várias formas de constrangimentos, ameaças e em situação de cárcere privado.

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MPF: Nota de solidariedade e repúdio

Ministério Público Federal manifesta solidariedade às famílias dos trabalhadores rurais assassinados na Paraíba

A Procuradoria Geral da República (PGR), a Procuradoria Federal dos Direitos do Cidadão (PFDC) e a Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão na Paraíba (PRDC/PB), órgãos do Ministério Público Federal, vêm a público manifestar solidariedade às famílias de José Bernardo da Silva, conhecido como Orlando Bernardo, e Rodrigo Celestino, brutalmente assassinados na noite do sábado, 8 de dezembro de 2018. As duas vítimas eram militantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) na Paraíba e foram mortos no Acampamento Dom José Maria Pires, localizado no município de Alhandra, na região sul do estado.

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Arrendamento ilegal de terras indígenas compromete 3,1 mi de hectares

Segundo dados da Funai, atualmente, 22 terras indígenas do País possuem áreas arrendadas para produtores

No Notícias ao Minuto

A proibição legal de se explorar terras indígenas demarcadas não tem impedido que produtores fechem acordos com aldeias espalhadas por todo o País, avançando com o plantio de grãos e criação de gado sobre essas terras.

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Nota da Direção do MST Paraíba sobre o assassinato de dois militantes no Acampamento Dom José Maria Pires, município de Alhandra


O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST-PB) perde nesta noite de sábado (08) por volta das 19:30 dois militantes: José Bernardo da Silva, conhecido por Orlando e Rodrigo Celestino. Foram brutalmente assassinado por capangas encapuzados e fortemente armados. Isso demonstra a atual repressão contra os movimentos populares e suas lideranças.

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Aldeia indígena Pankararu é alvo de novo ataque em Jatobá-PE; igreja é vandalizada

Por Aliny Gama. no UOL/Assis Ramalho

A aldeia indígena Bem Querer de Baixo, em Jatobá (PE), foi alvo de novos ataques neste sábado (8): a igreja católica da localidade sofreu uma tentativa de incêndio e teve vidros e portas quebrados.

É o segundo incidente do tipo em menos de dois meses: há 41 dias, a única escola e o único posto de saúde da localidade foram incendiados. Ontem, como no ataque anterior, ninguém ficou ferido.

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Mineração será tema de Assembleia Popular em Nordestina (BA)

Por CPT BA

No dia 14 de dezembro, sexta-feira, às 14h, será realizada a Assembleia Popular da Mineração, no Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras Rurais, em Nordestina (BA). A assembleia é um instrumento de diálogo e debate do povo sobre o problema mineral. O objetivo é envolver a população da cidade para debates e reflexões a respeito dos impactos e propostas de soluções para os conflitos com a mineração na região.

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Dono de terras em área indígena, desembargador decide contra interesses dos povos originários

Com fazendas nas terras Limão Verde e Taunay-Ipegue, em Aquidauana, Luiz de Lima Stefanini, do TRF-3, responde a processo por suspeição e diz ter uma visão “diferenciada” do tema, pois conquistadores “também sofreram revezes”

Luís Indriunas, em De Olho nos Ruralistas

O desembargador Luiz de Lima Stefanini, do Tribunal Regional Federal da 3ª divisão (TRF-3), tem uma visão, como ele mesmo diz, “diferenciada” da questão indígena e da história. Em março de 2010, ele fez uma palestra na Ordem dos Advogados do Brasil – seção Mato Grosso do Sul (OAB-MS) sobre as implicações da demarcação da Raposa Serra do Sol para a questão indígena no estado. Colocou no mesmo barco os povos indígenas e os brancos:

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MPF: será analisado o impacto em todas as comunidades atingidas pelos vazamentos da Hydro em Barcarena

Ministério Público Federal no Pará

O Ministério Público Federal (MPF) recebeu essa semana representantes de comunidades em Barcarena que reivindicam compensação por danos provocados pelos vazamentos na planta industrial da Hydro Alunorte, em fevereiro de 2018. Em setembro, a força-tarefa formada por integrantes do MPF e do Ministério Público do Estado do Pará, após meses de negociações, assinou um Termo de Ajuste de Conduta com a empresa, em que estão previstas obrigações de caráter emergencial. 

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