Nota do Cimi sobre assassinatos de indígenas Guajajara, no Maranhão, e Tuiuca, no Amazonas

Tais crimes têm acontecido na esteira de discursos racistas e ações ditadas pelo governo federal, como o incentivo a invasões às terras indígenas

No Cimi

O Conselho Indigenista Missionário (Cimi) vem a público para denunciar e repudiar mais um atentado com vítimas fatais contra o povo Guajajara, no estado do Maranhão, e contra um indígena Tuiuca, no Amazonas.

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Em novo ataque a tiros, dois caciques Guajajara são mortos no Maranhão

A imagem acima mostra o corpo do cacique Firmino Prexede Guajajara, de 45 anos, da aldeia Silvino. Foto: Mídia Índia

Por Elaíze Farias, na Amazônia Real

Manaus (AM) Um grupo de indígenas do povo Guajajara foi atacado a tiros de revólver, por volta das 12h40 (horário de Brasília) deste sábado (07), enquanto percorria em motocicletas um trecho da rodovia BR-226 próximo à aldeia El Betel, na Terra Indígena Cana Brava, no município de Jenipapo dos Vieiras, no Maranhão. No ataque morreram dois caciques: Firmino Prexede Guajajara, de 45 anos, da aldeia Silvino (TI Cana Brava), atingido por quatro disparos, e Raimundo Benício Guajajara, de 38 anos, da aldeia Decente, Terra Indígena Lagoa Comprida, segundo informou a liderança Magno Guajajara à agência Amazônia Real. Dois indígenas ficaram feridos.

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Dois índios Guajajara morrem e quatro ficam feridos durante atentado no Maranhão

Grupo de indígenas foi alvejado por disparos neste sábado (7) na BR-226, no município de Jenipapo dos Vieiras. De acordo com a Secretaria de Direitos Humanos, caso está sendo investigado.

Por G1 MA 

Dois índios da etnia Guajajara morreram e quatro ficaram feridos durante um atentado registrado neste sábado (7) na BR-226, no município de Jenipapo dos Vieiras, localizado a 506 km de São Luís. A informação foi confirmada pela Secretaria de Estado de Direitos Humanos e Participação Popular (Sedihop).

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Parlamentares alemães cobram de Bolsonaro proteção a líder indígena ameaçada

Na DW

Um grupo de deputados federais da Alemanha pediu nesta sexta-feira (06/12) que o governo brasileiro garanta a proteção da líder indígena Alessandra Korap, do povo munduruku, que vem recebendo ameaças de morte e teve sua casa invadida no fim de novembro, em Santarém, no Pará.

Em uma carta endereçada ao presidente Jair Bolsonaro e entregue à embaixada do Brasil em Berlim, o grupo formado por três deputados do partido Die Linke (A Esquerda) ainda pediu para que as autoridades brasileiras instruam os responsáveis pela investigação da invasão da casa de Korap a iniciar uma apuração aprofundada para “assegurar que os líderes materiais e intelectuais sejam responsabilizados conforme a lei”.

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Povos Xerente e Krahô denunciam invasão de madeireiros a seus territórios em ato no STF

A delegação de 45 lideranças permanece em Brasília até esta sexta-feira, 6. Entre as pautas, a demarcação de seus territórios tradicionais

Por Adi Spezia, Cimi

Nem mesmo a chuva impediu os povos Xerente e Krahô, do Tocantins, de realizar o ato em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF), na Praça dos Três Poderes, durante a tarde desta quarta-feira, 4.

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A ressignificação da reforma agrária diante da brutalidade e complexidade da economia local

por Claudio Dourado de Oliveira*

Há dez anos a Comissão Pastoral da Terra (CPT) produzia um documento intitulado “Para outra Compreensão e Ressignificação da Reforma Agrária” com uma profunda análise da crise do projeto de reforma agrária do Estado. Naquela carta, a CPT apresentava os processos de violência expropriatória a partir do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC); da Iniciativa de Integração Regional Sul-Americana (IIRSA); das mineradoras e do serviço dos que produzem para exportação, como os latifúndios empresariais de monocultivo de cana, soja, eucalipto, dentre outros. Para a CPT, estes conflitos com o Estado e com o capital eram os principais fatores de ameaças aos territórios, mas isso também apresentava possibilidades de ressignificação da Reforma Agrária a partir das novas relações socioambientais (gênero, interculturalidade e biocentrismo) e com o sagrado.

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Indígenas ameaçam interditar aeroporto contra nomeação de fuzileiro naval na Funai

Jorge Gerson Baruf foi nomeado pelo Ministério da Justiça para o cargo de coordenador regional da Funai no Alto Solimões

Caroline Oliveira, Brasil de Fato

Os povos indígenas Tikuna-Maguta e Kokama, do Alto Rio Solimões, oeste do estado do Amazonas, reagiram à nomeação do fuzileiro naval da reserva Jorge Gerson Baruf como coordenador regional do Alto Solimões da Fundação Nacional do Índio (Funai) de Tabatinga (AM) no último dia 27.

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Indígenas do Paraná cobram direitos, em audiência na Assembleia Legislativa

Audiência Pública “Direitos da população indígena do Paraná” aconteceu nesta terça (3), na (Alep)

Lia Bianchini, Brasil de Fato

“Por que não tem estudo para ver onde não é terra indígena?”. A provocação é de Laercio da Silva, cacique da aldeia Araçai, de Piraquara. Ele foi uma das lideranças indígenas presentes na Audiência Pública “Direitos da população indígena do Paraná”, nesta terça (3), na Assembleia Legislativa (Alep).

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Dnit deve promover consulta prévia à comunidade indígena para construção de rodovia em MT

MPF expediu recomendação acerca do traçado da rodovia BR-242/MT

Ministério Público Federal

O Ministério Público Federal em Mato Grosso (MPF), por meio do Ofício de Populações Indígenas e Comunidades Tradicionais, recomendou ao Departamento Nacional de Infraestrutura e Transportes (Dnit) que promova consulta prévia, livre e informada com os povos indígenas interessados, no intuito de obter acordo para a definição do traçado da rodovia BR-242/MT. O órgão deve ainda assegurar a participação da Funai e do Iphan no processo de licenciamento, para viabilizar os estudos e as informações técnicas necessárias para a tomada de decisão por parte dos indígenas.

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O Estado não existe na terra indígena mais letal para os guardiões da floresta

Fomos até a Terra Indígena Arariboia no Maranhão, onde nasceram os Guardiões da Floresta, para investigar as mais de 20 mortes de indígenas que até hoje seguem impunes

Por Ciro Barros, Agência Pública

Cerca de quatro horas de solavancos e 50 quilômetros de estrada de chão ligam o povoado de Campo Formoso à aldeia indígena Lagoa Comprida, no coração da Terra Indígena (TI) Arariboia, região centro-oeste do Maranhão. No trajeto, não se passa da segunda marcha e a única preocupação é o encaixe do carro por entre os buracos na estrada aberta por madeireiros no início do boom da madeira na TI, na década de 1980.

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