“Vale não ofereceu lista identificando terceirizados de Brumadinho até hoje”, diz sindicalista

Eduardo Armond, representante dos sindicatos unificados afirmou à Pública que a Vale quer “dividir para reinar” e que as indenizações devem ser acordadas na justiça do trabalho

Por Julia Dolce, em Agência Pública

O diretor do Sindicato dos Trabalhadores na Indústria da Construção Pesada de Minas Gerais (SITICOP-MG), Eduardo Armond, falou em entrevista à Pública que os nove sindicatos unificados que representam parcela dos trabalhadores da Vale estabeleceu novas pautas unificadas junto à Comissão de Representação dos Familiares dos Mortos e Desaparecidos de Brumadinho.

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CARTA PÚBLICA: Vale de Ganância e Sangue! Vai Continuar?

Cerca de 40 organizações, entre movimentos, parlamentares, populações tradicionais e pastorais, como a Comissão Pastoral da Terra (CPT), assinam a carta pública “Vale de Ganância e Sangue! Vai continuar?”. A carta critica o crime cometido pela mineradora Vale, no mês de janeiro, em Brumadinho (MG) e cita a encíclica Laudato Si, lançada pelo Papa Francisco em 2015, que fala da Casa Comum e que defende o conceito de uma ecologia integral. A carta aponta para a falência do atual sistema de “regulação” do setor minerário. “O licenciamento ambiental apenas promove a legalidade das empresas, autorizando formas de exploração que são verdadeiras catástrofes”. O documento também questiona a ideia de desenvolvimento defendida pelo Estado e pelas empresas. “O discurso veiculado pela mídia e pelos Governos, bancado pelas grandes empresas de mineração, diz que estes empreendimentos geram progresso, empregos, desenvolvimento e riqueza para a região. Sendo assim, perguntamos: que riqueza é essa?”. Confiram a carta na íntegra!

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Há mineração possível?

Apenas se lutarmos por outro modelo. Altamente regulado e fiscalizado, para reduzir impactos. Com tributação expressiva, destinada a um fundo soberano do povo brasileiro: à educação, saúde e sustentabilidade no longo prazo

Por Roberto Andrés, em Outras Palavras

Ao final do século dezessete, foram descobertos os grandes aluviões de ouro no interior do Brasil. Assim nascem as Minas Gerais, que passaram a receber cada vez mais gente em busca de metais preciosos e riqueza fácil. O boom habitacional da região veio junto com altas taxas de criminalidade e contrabando.

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Brumadinho: a avalanche de impunidade que consolida o crime e mata inocentes. Entrevista especial com Dário Bossi

por Ricardo Machado, em IHU On-Line

No Brasil, há uma lição muito bem aprendida pelos setores políticos desenvolvimentistas, empresários da mineração e o mercado financeiro: o crime compensa. O desmoronamento da barragem de Brumadinho, em  Minas Gerais, ocorrido no último 25 de janeiro, está longe de ser um acidente. “Há evidências que tanto a empresa Vale S.A. como o Estado  tinham informações sobre o perigo da barragem da mina Córrego do Feijão desmoronar. Por isso, chamamos este evento de crime, para o qual exigimos rápida responsabilização dos atores envolvidos, sendo processados criminalmente”, assevera Pe. Dário Bossi, em entrevista por e-mail à IHU On-Line. “Mariana nos ensinou que a impunidade consolida o crime”, complementa.

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Pagamento da Vale por Brumadinho provoca brigas em famílias pelo dinheiro

Valor de R$ 100 mil doado pela mineradora motiva disputas entre parentes, ressurgimento de companheiros sumidos há vários anos e até sequestro de crianças herdeiras da compensação

por Junia Oliveira, em Estado de Minas

O rompimento da Barragem 1 da Mina Córrego do Feijão, que tirou centenas de vidas em Brumadinho e causou um prejuízo socioeconômico de dimensões ainda incalculáveis, foi apenas o estopim para mais um infortúnio se abater sobre diversas famílias atingidas. Depois do primeiro baque, o dinheiro se tornou motivo de mais uma ruptura: a de laços familiares. Oferecida pela Vale a parentes de mortos e desaparecidos para reparar minimamente a catástrofe, a quantia de R$ 100 mil por vítima tem motivado a fragmentação de diversos núcleos familiares, tornando-se motivo de briga entre cônjuges, companheiros, irmãos, filhos e pais que disputam o auxílio financeiro.

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Vale “vende para si mesma” na Suíça para pagar menos impostos no Brasil; entenda

Mineradora derruba preço na exportação para uma subsidiária na Europa quando o destino final é a China

por Juca Guimarães, em Brasil de Fato

A Vale, responsável por mais de 84,5% da exploração de minério de ferro no Brasil e líder nas exportações, de acordo com o Instituto Brasileiro da Mineração (IBram), tem como principal cliente as siderúrgicas chinesas.

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Brasil: ¿No era que la minería ya no contamina?

La minería del siglo XXI sigue generando desastres ambientales de envergadura que sólo se pueden prevenir con controles rigurosos, fiscalización y exigentes políticas ambientales. Lamentablemente, hasta ahora seguimos caminando en sentido contrario y haciéndole caso a las empresas que exigen mayores desregulaciones. Estamos avisados.

Por José De Echave C.*, en Servindi

CooperAcción, 6 de febrero, 2019.- Muchas veces se escucha decir a las empresas que la minería moderna no contamina. Que los graves impactos ambientales que se ven sólo corresponden a operaciones antiguas, las del siglo pasado. Que la tecnología lo garantiza todo y todo lo soluciona. Que los mejores estándares ambientales son aplicados por las empresas, sobre todo las que actúan a nivel global. Lamentablemente, la realidad nos muestra que eso no es cierto.

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