Comunidades impactadas pela mineração convivem com falta d’água e ‘cachoeiras que sangram’

De Olho nos Ruralistas foi ao Quadrilátero Ferrífero, em Minas, para ouvir o que pensam as comunidades sobre a mineração; expansão desenfreada contamina principais fontes de água e preocupa moradores, que temem novos desastres 

Por Natalie Lima Hornos, em De Olho nos Ruralistas

Medo de novos desastres, contaminação das águas, crise hídrica, doenças respiratórias, perseguição política, perda da identidade cultural. Não são poucos os impactos da mineração nos 35 municípios que compõem o Quadrilátero Ferrífero, na zona central de Minas Gerais, em uma das principais regiões hidrográficas do Brasil. A foto principal desta reportagem traz uma cachoeira em tom vermelho – e sem qualquer relação com rompimento de barragem.

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“Privatização está por trás do rompimento das barragens”, diz coordenadora do MAB

Militante do MAB avalia que milhões de pessoas serão afetadas pela contaminação com resíduos da mineração

Por Leonardo Fernandes e Katarine Flor, em Brasil de Fato / MST

Daiane Hohn, da coordenação nacional do Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), participou do último programa No Jardim da Política para avaliar as causas e desdobramentos do rompimento da barragem da mineradora Vale em Brumadinho (MG).

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Protestos contra a Vale marcam o 7° dia do crime de Brumadinho

Organizados pela Frente Brasil Popular, protestos e ocupações ocorrem em três cidades do estado

Por Marcos Hermanson, em Brasil de Fato / MST

Em solidariedade às vítimas do crime ambiental de Brumadinho, integrantes da Frente Brasil Popular realizam diversas manifestações em todo o Brasil nesta quinta-feira (31). Em Mariana, a sede da Renova, entidade criada pela mineradora para administrar o processo de reparação às famílias vítimas da barragem de Fundão, foi ocupada.

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“A terra está vomitando”

Aldeia indígena Naô Xohã não pode mais pescar e tomar banho em rio devastado por lama tóxica, após rompimento da barragem da Vale

por Mariana Campos, em Greenpeace Brasil / IHU On-Line

O povo indígena Pataxó Hã-hã-hãe está entre as comunidades atingidas pelo rompimento da barragem em Brumadinho. Quatro dias após mais esse crime cometido pela mineradora Vale, seguimos em direção à aldeia Naô Xohã, localizada a 22 quilômetros da barragem.

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Nota assinada por acadêmicos e movimentos sociais expressa desacordo em relação à Chamada FAPEMIG 07/2018, referente à concessão de apoio para pesquisas alinhadas aos interesses da VALE S.A.

Os professores, pesquisadores, grupos de pesquisa e movimentos sociais abaixo-assinados vêm expressar de público seu veemente desacordo em relação à Chamada FAPEMIG 07/2018, referente à concessão de apoio para pesquisas em espeleologia. Como afirma explicitamente a Chamada, seu objetivo é “Apoiar projetos de pesquisa e inovação científica e tecnológica nas ICTs localizadas em Minas Gerais, para o desenvolvimento de pesquisas alinhadas aos interesses da VALE S.A., do setor da mineração e do Estado de Minas Gerais” (grifos acrescidos). (mais…)

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Degradação ambiental e criminalização: o impacto da Vale para os povos indígenas

“Com a mineração, a destruição é muito mais brutal porque não é só implantação de capim, é a destruição que se dá no solo, que se dá com a poluição das águas. Isso nós vimos aqui, e a desestruturação das comunidades, isso nós percebemos, com a implantação da ferrovia pela Vale”

por Lilian Campelo, em Brasil de Fato / Opera Mundi

Quando o trem carregado de minério passava por dentro de Santa Rita, no Maranhão, a diversão de Mateus Tainor, com 24 anos, e de outras crianças era correr para a beira da ferrovia da empresa Vale S/A acenar para o maquinista e ver o trem passar com os vagões carregados de minérios de ferro, até ali tudo era brincadeira de moleque. (mais…)

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