Com o “Estamos juntos” PSDB e golpistas buscam recuperar protagonismo

Por Pedro Simonard, no Brasil247

No domingo, 31 de maio, a mídia divulgou dois manifestos conclamando à luta em defesa da democracia. O “Basta!”, um manifesto assinado por 710 “profissionais de direito” em defesa da democracia, e o “Estamos juntos”, que mais parece uma ficha de filiação do PSDB. É um manifesto que reúne intelectuais, artistas e políticos. Entre as ausências mais sentidas neste segundo manifesto os três políticos mais em evidência no Brasil contemporâneo Luiz Inácio Lula da Silva, Dilma Vana Rousseff e Ciro Ferreira Gomes. Estas ausências já indicam claramente quais as intenções que estão por trás do “Estamos juntos”.

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Ministro do STF compara Brasil à Alemanha de Hitler e diz que bolsonaristas querem “abjeta ditadura”

Por Mônica Bergamo, na Folhapress/GaúchaZH

O ministro Celso de Mello, do Supremo Tribunal Federal, enviou mensagem a ministros da corte alertando que a “intervenção militar, como pretendida por bolsonaristas e outras lideranças autocráticas que desprezam a liberdade e odeiam a democracia”, nada mais é “senão a instauração, no Brasil, de uma desprezível e abjeta ditadura militar!!!!”.

O magistrado, que é o decano da corte, compara o momento vivido pelo Brasil com o da Alemanha sob Adolf Hitler.

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#Somos70porcento. Por Eduardo Moreira

Nós somos mais que o dobro deles! Nós temos o direito de escolher os caminhos deste país.

No A Terra é Redonda

Quando saíram as últimas pesquisas que mostraram a rejeição ao governo Bolsonaro subindo muito, mostraram o apoio ao isolamento social se mantendo em patamares altos, mostraram a rejeição da população a configuração do governo junto com o centrão, eu fiquei muito contente com aquilo, a ficha caiu! Mas fiquei impressionado que as pessoas estavam desanimadas, olhando pro outro lado e falando “poxa, mas é impressionante, eles ainda têm 30%?”.

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A anomia do Estado. Por Luís Felipe Miguel

A estrutura jurídica e política, desde o golpe de 2016, tem sido subvertida para anular todas as concessões aos grupos dominados, desnudando-se em seu caráter de classe.

No A Terra é Redonda

“As instituições estão funcionando”. Desde que o golpe de 2016 começou a ser deflagrado, esse foi o mantra dos setores conservadores. Uma presidente eleita pelo voto popular foi derrubada, o pacto consignado na Constituição de 1988 foi desmontado por decisão unilateral, conjuntos de direitos muitas vezes anteriores à própria carta constitucional foram varridos, mas as instituições estavam funcionando. Setores do Judiciário e do Ministério Público conspiraram para criminalizar um lado do espectro político, chegando a retirar ilegalmente da disputa o favorito para as eleições de 2018, conspurcando assim a legitimidade do pleito, mas as instituições estavam funcionando. Generais definindo a interpretação da Constituição, perseguições macarthistas no serviço público e nas escolas e universidades, aumento da violência policial, seletividade escancarada do aparelho repressivo de Estado: instituições funcionando.

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Quando tudo arde, um museu até debaixo d’água: a Casa do Pontal. Por José Ribamar Bessa Freire

No Taqui Pra Ti

“Que farei quando tudo arde?” (Sá de Miranda, 1550)

Já nos aproximamos dos 30.000 mortos. Perdemos amigos, familiares, alunos, professores, escritores, poetas, músicos, atores e pessoas anônimas amadas que construíam esse país. Não temos sequer um ministro da saúde e nem uma política para defender a vida dos brasileiros, seriamente ameaçada pela “gripezinha” do coronavirus. Com ameaças à democracia feitas pela alucinada familiciana, o Brasil desce cloroquinado e desgovernado ladeira abaixo em direção ao abismo. Perplexos, recorremos à pergunta formulada pelo poeta Sá de Miranda, no último verso de um soneto escrito em meados do séc. XVI: “Que farei quando tudo arde?”.

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Por que Sarah Winter do 300 Pelo Brasil é um caso especial no inquérito das fake news. Por João Filho

No The Intercept Brasil

BOLSONARO SEMPRE USOU os altos índices de violência do país para justificar o liberou geral no porte de armas. Mas, na reunião ministerial revelada pelo STF, confessou aos ministros haver outros motivos. O presidente deixou claro que pretende armar a população para que ela não seja “escravizada por uma ditadura”. Agora está claro que há um objetivo político declarado por trás dos decretos sobre armas. Não é uma mera questão de segurança pública, mas de armar a população para enfrentamento político. Bolsonaro quer uma guerra civil.

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Surto em 166 trabalhadores de empresa agrícola com sede em Paracatu assusta Unai

Paracatu.Net

Uma grande operação agrícola da gigante chinesa LongPing High-Tech, instalada no Distrito Industrial de Paracatu, se transformou em um problema de grande magnitude para o Noroeste e todo o estado de Minas. Com a confirmação de 166 casos positivos através de testes sorológicos, ganhou maior dimensão o surto de Covid-19 entre mais de 1000 trabalhadores rurais alojados em alguns hotéis e pensões em Unaí, MG do que a soma dos casos das cidades do Noroeste.

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Obsessão armamentista de Bolsonaro é necessária para conflagração contra perda do poder. Por Janio de Freitas

Contra a insegurança que nos subjuga, falta um grande exemplo de dignidade

Na Folha

Não vai acabar bem, não há como —começo, forçado pelas circunstâncias, com esta frase jornalisticamente velha, que ainda antes da posse de Bolsonaro gravei para o importante site de Bob Fernandes e aqui pôde ser encontrada nos primórdios do atual governo. Não era previsão, era só uma obviedade de que muitos olhares preferiram desviar, por diferentes motivos, desde temores talvez inconscientes à ganância já rica.

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Ainda a obscenidade política

Por Ordep Jose Trindade Serra

Na sexta-feira da semana passada interrompi a leitura de um ensaio de Paul Ricoeur para assistir um espetáculo asqueroso. Claro que não o fiz por gosto. Ninguém em sã consciência deixa de bom grado a fruição de um texto enriquecedor para assistir uma pornochanchada estúpida. Mas obriguei-me a fazê-lo e consegui controlar a náusea cedendo ao sentimento de um dever de ofício. Coloquei-me diante da tela como cientista social, lembrando-me da necessidade de refletir sobre o neofascismo, de estudar o que tenho chamado de obscenidade política. Por isso assisti com estoica paciência à exibição pela tevê da gravação da reunião ministerial do dia 22 de abril próximo-passado.

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Pará concentra mais de um terço das mortes de quilombolas por Covid-19 no Brasil, afirma Conaq

De acordo com o levantamento, o estado registrou 16 mortes de habitantes de quilombos pela doença e quatro seguem em análise. Em todo o país, 47 mortes nessas comunidades pelo novo coronavírus já foram registradas.

Por G1 PA 

O Pará concentra cerca de 34% das mortes de quilombolas por Covid-19 no Brasil, segundo dados da Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas (CONAQ). O levantamento aponta que o estado registrou 16 mortes de moradores dessas comunidades pela doença. Outros quatro óbitos estão sob análise. Em todo o país, 47 mortes de quilombolas por Covid-19 já foram registradas.

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