Em meio à crise fiscal e financeira, procuradores aprovam reajuste salarial de 16,7%

Por Jailton de Carvalho, em O Globo

Brasília – Depois de cinco horas de debate, o Conselho Superior do Ministério Público Federal (MPF) aprovou a inclusão no orçamento da instituição para 2018 um reajuste salarial de 16,7% para procuradores da República. O reajuste deverá ser compensado com um corte de R$ 116 milhões em alguns setores do próprio MPF. (mais…)

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Uma sociedade em colapso

Por Átila Da Rold Roesler, no Justificando

Há pouco mais de dois anos começamos a vivenciar o colapso total da sociedade em que vivemos, seja nas relações de trabalho, seja no aumento da violência urbana, seja na repressão desproporcional perpetuada pelas polícias, seja no expressivo número de pessoas que vivem sem nada nas grandes cidades, conhecendo o pior que temos a oferecer como sociedade, seja nas relações sociais que se fragmentaram pela nossa intolerância com os outros. (mais…)

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Brasil vive bem com crianças pobres, mas não suporta ver um rico infeliz, por Leonardo Sakamoto

No blog do Sakamoto

Mais de 40% das crianças e adolescentes até 14 anos estão em situação de pobreza no Brasil, o que equivaleria a 17 milhões de pessoas, de acordo com levantamento da Fundação Abrinq baseado em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do IBGE. Neste caso, considera-se pobre uma família que vive com menos de meio salário mínimo por pessoa por mês. (mais…)

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Juristas denunciam ataques sofridos por editor do Justificando após crítica a evento do MP-RJ

No Justificando

O evento organizado pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) com a presença do Procurador Geral do Estado e painéis sobre “desencarceramento mata”, “bandidolatria”, além das reflexões de Kim Kataguiri, um dos fundadores do Movimento Brasil Livre (MBL), acerca da segurança pública no país repercutiu amplamente no meio jurídico.  (mais…)

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Povos indígenas: As línguas silenciadas do Brasil

Estima-se que, no país, sejam faladas mais de cem línguas indígenas, todas ameaçadas de extinção. Impulsionadas pelas próprias etnias, elas vivem um momento tímido de revitalização.

Na Deutsche Welle

Para aprender a língua de seu povo, o professor Txaywa Pataxó, de 29 anos, precisou estudar os fatores que, por diversas vezes, quase provocaram sua extinção. Mergulhou na história do Brasil e descobriu fatos violentos que dispersaram os pataxós, forçados a abandonar a própria língua para escapar da perseguição.

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E se a classe média de Pinheiros tivesse se omitido?, por Eliane Brum

A reação diante do assassinato do carroceiro risca um limite no país sem limites

No El País

No Brasil em que um denunciado por corrupção segue ocupando a presidência e, para se manter no poder, rifa a Constituição e compra deputados com o dinheiro público que falta para o essencial; no Brasil em que a pauta não eleita avança numa velocidade antes nunca vista, mastigando direitos conquistados em décadas; no Brasil em que o maior líder popular da redemocratização foi condenado pela Lava Jato e seu partido se recusa a fazer autocrítica, porque acha que não deve nenhuma explicação à população sobre o fato de ter se corrompido no poder; no Brasil em que tudo isso acontece e a maioria prefere dormir no sofá (enquanto ainda o tem) a ocupar as ruas para lutar pelos seus direitos… algo transformador finalmente aconteceu. (mais…)

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Moro vs. Lula: esse crime chamado Justiça

Por Márcio Sotelo Felippe, no Justificando

Concluído em primeira instância o “processo do tríplex”, de fato constata-se que crimes foram cometidos. Os da jurisdição. Sobre os imputados ao réu nada se pode dizer.

Trata-se de lawfare. A aniquilação de um personagem político pela via de mecanismos judiciais. A série de episódios grotescos que caracterizou a jurisdição nesse caso não deixa qualquer dúvida a respeito. Só o fato de o processo entrar para o imaginário social como um combate “Moro vs. Lula” evidencia o caráter teratológico da atuação do magistrado. Moro cometeu crimes, violou deveres funcionais triviais, atingiu direitos e garantias constitucionais do réu, feriu o sigilo de suas comunicações, quis expô-lo e humilhá-lo publicamente, manteve-o detido sem causa por horas, revelou conversas íntimas de seus familiares. (mais…)

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Carta aos Promotores e Procuradores do Rio de Janeiro: cancelem esse infeliz evento

Por Roberto Tardelli, no Justificando

Promotores, Promotoras, Procuradores e Procuradores do Ministério Público do Rio de Janeiro,

Esse seminário é uma overdose de ódio e somente fará seus frequentadores, honestos e corretos, serem consumidos pela dependência do ódio. Sairão com suas mentes absolutamente fechadas pelo ódio. Os olhos serão crispados pelo ódio e nada mais conseguirão distinguir da realidade, além do ódio. (mais…)

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