Caravana Matopiba: danos humanos e ambientais são alarmantes

Durante as primeiras visitas, a delegação observou altos níveis de poluição agroquímica, diminuição dos recursos naturais, bem como impacto significativo sobre a saúde das comunidades tradicionais, resultado do monocultivo da soja.

Na Fian Brasil


A Caravana Matopiba, composta por especialistas em direitos humanos e desenvolvimento econômico e rural, avaliou que a grilagem de terras e a expansão das monoculturas de soja deixam um rastro de devastação ambiental generalizada, além de inúmeros impactos sociais nas comunidades da região. (mais…)

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“Se esses territórios estivessem com os fazendeiros, essas matas já tinham acabado e esses ribeirões já estavam secos e/ou poluídos”

Por Associação União das Aldeias  Apinajé-Pempxà

A partir de 2010 com a conclusão da UHE Estreito, temos monitorado a qualidade e a quantidade das águas do rio Tocantins e seus afluentes, especialmente as que nascem dentro da TI Apinajé. Nesse período observamos a gradativa e repentina diminuição do volume de águas das nascentes e ribeirões nos municípios de Tocantinópolis e Maurilandia, localizadas a jusante do barramento. (mais…)

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Comunidade indígena do Paraná cria sistema 100% livre de transgênicos e agrotóxicos

Produção agroecológica é símbolo de resistência em Terra Indígena

Julio Carignano, Brasil de Fato

Situada no município de Tomazina, no Norte Pioneiro do Paraná, a Terra Indígena Pinhalzinho – comunidade onde vivem cerca de 160 indígenas Guarani – se consolida em um espaço de resistência na região que abriga a maior quantidade de latifúndios do Estado e caracterizado pela monocultura, pela produção mecanizada e pelos altos índices do consumo de agrotóxicos. (mais…)

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Idaf emite Licenças Prévia e de Operação para Aracruz Celulose ampliar plantios no Estado

Por Fernanda Couzemenco, Século Diário

A Aracruz Celulose (Fibria) tornou público nesta semana a emissão, pelo Instituto de Defesa Agropecuária e Florestal do Espírito Santo (Idaf), de quatro licenças ambientais para plantios de eucalipto no norte e noroeste do Espírito Santo: Licença Prévia (LP) nº 249/2017 e Licença de Operação (LO) nº 328/2017, para a atividade de Silvicultura com plantio de 995 hectares de eucalipto na Fazenda São Lucas, no município de Pinheiros; e LP nº 250/2017 e LO nº 329/2017, para mais 295 hectares na Fazenda Modelo, em São Mateus. (mais…)

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Impactos da Veracel Celulose no Extremo Sul da Bahia

Por Ramon Rafaello, para Desacato.info.

Em reportagem publicada na terça-feira 18 de julho de 2017, pelo Jornal do Brasil, diz:

[1]O Ministério Público da Bahia (MP-BA) acionou na Justiça a empresa Veracel Celulose S/A pela ocupação irregular de terras do estado. Entre os pedidos da ação civil pública, o MP-BA solicita à Justiça uma liminar que determine a reintegração de posse em favor do estado da Bahia dos mais de 225 hectares ocupados pela empresa para o plantio de eucalipto. Os promotores de Justiça Rafael Henrique Andreazzi e Antônio Leal Filho, responsáveis pela ação, informam que a empresa Veracel explora a plantação de eucaliptos há 15 anos nas terras localizadas na região do município de Eunápolis, Extremo Sul da Bahia. (mais…)

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Pescadores se organizam contra impactos ambientais de empresa no litoral baiano

Por fora de associações, trabalhadores fizeram ação autônoma contra Fibria e denunciaram falta de participação política

Por Rute Pina, Brasil de Fato

Para enfrentar os impactos ambientais da empresa de celulose Fibria, pescadores artesanais e marisqueiros tem se organizado de forma autônoma em Caravelas, município localizado no litoral sul da Bahia. (mais…)

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Monoculturas florestais: a contrarreforma agrária sem fim do sul do Chile

Por Joana Salém Vasconcelos, de Santiago para o Correio da Cidadania

Conversamos com Jacqueline Arriagada, diretora da Associação Nacional de Mulheres Rurais e Indígenas do Chile (ANAMURI), sobre o conflito territorial que se desenrola há mais de 40 anos nos territórios do sul do país, como consequência da expansão da monocultura de pinheiros e eucaliptos. (mais…)

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Incêndios florestais em Portugal: resultado da indústria da madeira

No GJEP

Os incêndios florestais em Portugal vêm sendo chamados de “o pior desastres desse tipo na história recente”. Dezenas de pessoas morreram em seus carros enquanto tentavam escapar do fogo. Mas essa tragédia terrível foi causada pela ação humana. Um quarto da paisagem florestal de Portugal (mais de 812 mil hectares ou 2 milhões de acres) foi substituída por plantações de eucalipto não nativas. Além disso, há imensas plantações de pínus (pinheiro). (mais…)

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Na Semana dos Povos Indígenas, Guarani e Tupinikim é que presenteiam sociedade não-indígena

Por Fernanda Couzemenco, Século Diário

O que é ser índio hoje no Espírito Santo? As comunidades indígenas vivem cercadas por mais de 30 empreendimentos industriais e duas rodovias e sofrendo o assédio incessante pela usurpação da terra e o abandono das tradições, a discriminação e a violação de direitos constitucionais e internacionais fundamentais. (mais…)

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