MPF em SP recebe simpósio para debater os desafios do combate ao trabalho escravo e a dignidade da pessoa humana

Atividade ocorre na Procuradoria da República em 28 de janeiro, Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo. Inscrições terminam dia 23


Escola Superior do Ministério Público da União *

Na data em que se celebra o Dia Nacional de Combate ao Trabalho Escravo (28 de janeiro), a Procuradoria da República em São Paulo (PR/SP) receberá o simpósio “Trabalho Escravo e a Dignidade Humana”, organizado pela Escola Superior do Ministério Público da União. Representantes de instituições e organizações que atuam no combate ao trabalho escravo, como Ministério Público, Defensoria Pública da União, Missão Paz, Organização Internacional do Trabalho, entre outras, vão discutir questões teóricas e práticas sobre o assunto.

A programação, composta por dois painéis, terá a participação, na abertura, da procuradora-geral da República, Raquel Dodge; do procurador-geral do Trabalho, Ronaldo Fleury; do diretor-geral da ESMPU, João Akira; da coordenadora do grupo de trabalho do Ministério Público Federal, Adriana Scordamaglia; e do coordenador do grupo de trabalho de políticas públicas da Coordenadoria Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo do Ministério Público do Trabalho, Thiago Gurjão Alves Ribeiro.

O primeiro painel discutirá os desafios e as perspectivas no combate ao trabalho escravo e terá início logo após o encerramento da mesa de abertura. Já o segundo painel abordará a atuação da rede de combate ao trabalho escravo. Veja a programação completa.

Este é o primeiro evento realizado pela ESMPU na PR/SP desde o estabelecimento oficial da parceria entre a instituição de ensino e a Procuradoria da República em São Paulo. Com o acordo, a ESMPU passará a ter um núcleo no estado.

Inscrições – Os interessados podem se inscrever até às 12h do dia 23 de janeiro, no site da ESMPU.

* Com informações adicionais da Assessoria de Comunicação da PR/SP

Imagem: Trabalhador corta cana-de-açúcar; o setor agrícola lidera os flagrantes de trabalho análogo ao de escravo no Brasil – Reprodução da internet

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