Nota do Cimi Regional Sul: incêndios criminosos no território Rio dos Índios buscam intimidar indígenas e agricultores

Relatos apontam que pequenos agricultores que negociam indenizações pela demarcação da Terra Indígena localizada em Vicente Dutra (RS) foram alvo de ação criminosa e intimidatória

No Cimi

O Conselho Indigenista Missionário – Cimi Regional Sul vem a público manifestar preocupação e indignação diante de fatos criminosos que ocorrem dentro do território Kaingang de Rio dos Índios, no município de Vicente Dutra, no norte do estado do Rio Grande do Sul. Continue lendo “Nota do Cimi Regional Sul: incêndios criminosos no território Rio dos Índios buscam intimidar indígenas e agricultores”

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Em Gaza nem os mortos estão em paz. Por Carol Proner

No Brasil 247

Israel acaba de ser denunciado ao Tribunal Penal Internacional pelo cometimento do crime de genocídio. Em ação coletiva que reuniu associações e sindicatos de todo o mundo e mais de 300 advogados liderados por Gilles Devers, um veterano advogado francês, os denunciantes alegam que a resposta militar aos crimes cometidos pelo Hamas tem as características do crime mais hediondo que a humanidade já conheceu e que, irônica e tragicamente, vitimara o próprio povo judeu em outros tempos. Continue lendo “Em Gaza nem os mortos estão em paz. Por Carol Proner”

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No Brasil, Mario Necci ainda espera por justiça

por Francesco Bertolucci*

No Brasil, ainda se extrai amianto. Em 2020, o país produziu uma quantidade de 71.200 toneladas, e é o quarto país produtor no mundo, atrás da Rússia (720 mil toneladas), Cazaquistão (227 mil toneladas), e China (120 mil toneladas). Assim como nos Estados Unidos, no Brasil considera-se o dano moral. Para aqueles que trabalham nos setores metalúrgicos ou de construções, a indenização é obtida mais rapidamente e pode chegar a um valor de 500.000 dólares em caso de mesotelioma. “Temos pouquíssimos processos no setor marítimo”, afirma Fernanda Giannasi, engenheira. e consultora da ABREA, Associação Brasileira dos Expostos ao Amianto, “e muitas vezes chega-se a acordos. Foi o caso de dois engenheiros holandeses qua trabalhavam no estaleiro Verolme. Eles recusaram-se a ir ao tribunal ou de transformar os casos em publicidade. Os dois morreram de mesotelioma. É difícil, no Brasil, convencer engenheiros ou trabalhadores especializados a denunciar para obter justiça. Continue lendo “No Brasil, Mario Necci ainda espera por justiça”

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Agrotóxicos, saúde e agroecologia foram os temas de formação realizada com comunidades tradicionais no Pará

Curso foi promovido pela Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida em parceria com Terra de Direitos, FASE e outros parceiros

Lanna Paula Ramos (Terra de Direitos) e Paula Schitine (FASE)

O Curso de Formação em Agrotóxicos, Saúde e Agroecologia foi promovido pela Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida em parceria com Terra de Direitos e Fase, junto com os Sindicatos dos Trabalhadores Rurais de Santarém e de Mojuí dos Campos (STTR), Cáritas, Instituto de Saúde Coletiva/UFOPA e Núcleo de Agroecologia e Bem Viver na Amazônia/UFOPA, Conselho Pastoral dos Pescadores (CPP), e Associação de Moradores do Bairro Pérola do Maicá/AMBAPE e Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ). Continue lendo “Agrotóxicos, saúde e agroecologia foram os temas de formação realizada com comunidades tradicionais no Pará”

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MPF pede que fazendeiros e empresa aérea indenizem comunidade indígena em RR por pulverizações de agrotóxicos

Comunidade Morcego foi atingida várias vezes, mesmo após responsáveis serem multados pelo Ibama por total descumprimento à legislação ambiental

Procuradoria da República em Roraima

O Ministério Público Federal (MPF) entrou com ação civil pública pedindo a condenação de dois fazendeiros e de uma empresa aérea ao pagamento de R$ 1,024 milhão a título de indenização à comunidade Morcego por danos morais coletivos. Os réus são responsáveis por despejo reiterado de agrotóxicos, por meio de aeronave agrícola, em descumprimento à legislação ambiental e a ordem de interdição da atividade pela autoridade ambiental após autuação, implicando o atingimento direto das residências, plantações e até mesmo dos próprios moradores da comunidade indígena Morcego, situada na Terra Indígena Serra da Moça, região de Murupu, no município de Boa Vista (RR). Continue lendo “MPF pede que fazendeiros e empresa aérea indenizem comunidade indígena em RR por pulverizações de agrotóxicos”

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MPF, Incra e comunidades quilombolas discutem desafios na regularização de suas áreas na Paraíba

Falta de recursos humanos e orçamentários gera entraves à agilização das etapas do processo de regularização de territórios quilombolas

Ministério Público Federal na Paraíba*

Nesta segunda-feira (13), lideranças quilombolas e representantes do Ministério Público Federal (MPF) estiveram reunidos no Gabinete da Superintendência do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) na Paraíba. Os participantes assistiram a uma apresentação que abordou as intricadas etapas do processo de regularização dos territórios quilombolas. O objetivo principal foi sensibilizar os presentes sobre a complexidade e as dificuldades enfrentadas até a concessão de um título de propriedade coletivo em nome da associação da comunidade quilombola. A discussão também abrangeu estratégias para garantir recursos financeiros e acelerar o trabalho do Incra. Continue lendo “MPF, Incra e comunidades quilombolas discutem desafios na regularização de suas áreas na Paraíba”

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Organização denuncia invasão em área de indígenas isolados

Vídeo com aeronave sobrevoando aldeia Yanomami foi replicado

Por Letycia Bond – Repórter da Agência Brasil

A Urihi Associação Yanomami denunciou a presença de invasores em área da Terra Indígena (TI) onde vivem grupos isolados, que optam por viver distantes de outros indígenas ou de não indígenas, em virtude de experiências anteriores que os traumatizaram. Continue lendo “Organização denuncia invasão em área de indígenas isolados”

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Eles voltaram a viver nas cavernas para resistir à ocupação militar de Israel

Violações contra palestinos na Cisjordânia escalou com novo ciclo do conflito Israel-Palestina

Por Iuri Barcelos, Agência Publica

O dia começa cedo para os palestinos de Masafer-Yatta, extremo sul da Cisjordânia, que faz fronteira com a Jordânia e o mar Morto ao leste e com Israel ao sul, oeste e norte. Quando o sol nasce sobre as colinas do deserto de Negev, os primeiros raios de luz que invadem as cavernas — morada para muitos ali — dão a deixa para que todos se lancem às tarefas do dia. Uns partem para as terras onde cultivam oliveiras ou pequenas árvores frutíferas. Outros plantam grãos e vegetais, ou criam rebanhos de ovelhas e carneiros. Há mais de um século, os palestinos desta região mantêm um modo de vida único. Encontram na terra um sustento simples e suficiente. Continue lendo “Eles voltaram a viver nas cavernas para resistir à ocupação militar de Israel”

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Bíblia: privatização ou leitura crítica? Por frei Gilvander Moreira*

O Magistério da Igreja sempre teve zelo pela Bíblia desde os inícios da Igreja, cujos escritos eram conservados e guardados com o maior cuidado, em continuidade à tradição judaico-semita-palestina. Com as crises que a Igreja viveu no tempo da reforma protestante, no início do século XVI, arrefeceu o estudo bíblico e, gradativamente, foi dada maior atenção à devoção e à piedade popular, por meio de novenas, trezenas, procissões, embora nunca abandonasse as Escrituras Sagradas, porque elas sempre estiveram presentes nas celebrações litúrgicas. Porém, não houve grande incentivo para o estudo e a leitura da Bíblia em meio ao povo. Continue lendo “Bíblia: privatização ou leitura crítica? Por frei Gilvander Moreira*”

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Fundo Amazônia amplia recursos para combater incêndios florestais

Valor para cada um dos estados da Amazônia Legal será de até R$ 45 milhões, num total de R$ 405 milhões em recursos não reembolsáveis.

ClimaInfo

O Comitê Orientador do Fundo Amazônia (COFA) aprovou a ampliação dos recursos destinados aos nove estados da Amazônia Legal para o combate a incêndios florestais e queimadas ilegais. Cada unidade da federação deve receber até R$ 45 milhões para as ações, totalizando R$ 405 milhões em recursos não reembolsáveis. Continue lendo “Fundo Amazônia amplia recursos para combater incêndios florestais”

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