Ação criminosa ocorreu em agosto de 2019, quando ruralistas do Pará combinaram via WhatsApp de incendiar a Floresta Amazônica a partir das margens da BR-163. Continue lendo “Três anos após o Dia do Fogo, mais da metade da área queimada virou pasto”


Ação criminosa ocorreu em agosto de 2019, quando ruralistas do Pará combinaram via WhatsApp de incendiar a Floresta Amazônica a partir das margens da BR-163. Continue lendo “Três anos após o Dia do Fogo, mais da metade da área queimada virou pasto”

A demanda de indígenas e ambientalistas contra a produção de petróleo na Amazônia não deve ser abordada pelos líderes presentes na Cúpula da Amazônia nesta semana. Continue lendo “Mesmo com pressão de indígenas e ambientalistas, Cúpula não abordará fim de petróleo na Amazônia”

Além de protestarem contra a exploração de petróleo na Amazônia, Povos Indígenas adotam tom de cobrança e advertência no evento e cobram decisões políticas efetivas. Continue lendo ““Parem de nos matar”, o grito indígena nos Diálogos Amazônicos”

Djamila Taís Ribeiro dos Santos é uma filósofa e feminista negra brasileira. E é assim que ela gosta de se apresentar, porque para ela o lugar de fala é fundamental para qualquer ativismo. A partir daí, ela lista suas outras identidades: jornalista, escritora, editora, pesquisadora de Simone de Beauvoir e Judith Butler e responsável pelo best-seller Pequeno manual antirracista (Companhia das Letras, 2019), um livro simples e pedagógico sobre as milhares de violências cotidianas a que as pessoas não brancas são submetidas com profundas raízes e práticas coloniais. Agora ela vem para a Argentina para apresentar este livro e um outro, Cartas para minha avó (Companhia das Letras, 2021), um elogio aos cuidados dessas mulheres que cuidam por gerações, às quais o feminismo muitas vezes esteve negado mas, segundo Ribeiro, “mais nenhum movimento pode ser permitido ou pensado sem elas”. Continue lendo ““Não é possível pensar um projeto de Brasil sem pensar na importância das mulheres negras”. Entrevista com Djamila Ribeiro”

Ministra da Igualdade Racial participa do Diálogos Amazônicos
Por Alana Gandra, na Agência Brasil
O que muda a vida das pessoas são políticas públicas bem construídas, compromissadas e com financiamento adequado, afirmou a ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, ao participar neste domingo (6) da plenária “Amazônias Negras: Racismo Ambiental, Povos e Comunidades Tradicionais”, em Belém (PA), dentro da programação do Diálogos Amazônicos.![]()
Continue lendo “Anielle Franco anuncia comitê de enfrentamento ao racismo ambiental”

Mesmo ameaçados, parentes de vítimas levantam a voz para compartilhar a dor e angústia predominante na região por falta de respostas
“O Governo do Amazonas autorizou esse massacre; o próprio governador, e hoje temos sofrido as consequências da irresponsabilidade dele. Quantas autoridades, juízes e delegados já passaram por esse caso? Quem teve a coragem e competência para dizer que o Governo é culpado? Nós sabemos que ele é culpado”. Um misto de dor, indignação e esperança marcou o segundo dia do ciclo de debates sobre Massacre do Rio Abacaxis, que trouxe representantes das comunidades ribeirinhas e indígenas dos rios Mari-Mari e Abacaxis, de Nova Olinda do Norte, para relatar as violações que vêm sofrendo desde a chacina ocorrida no dia 03 de agosto de 2020. Continue lendo “Relatos de dor e coragem marcam mobilização por Justiça no aniversário de três anos do Massacre do Abacaxis”

Os impactos pedagógicos e econômicos da exclusão do estado de São Paulo do Programa Nacional do Livro Didático
“Enquanto isso, os livros, entreabertos,
morriam na varanda e no gramado da casa”
(Ray Bradbury, Fahrenheit 451, p. 13).
É motivo de espanto a decisão da Secretaria de Educação do estado de São Paulo de abandonar o Programa Nacional do Livro Didático a partir do ano de 2024. Falta, ao Secretário de Educação do Estado de São Paulo, aquela preocupação com o futuro própria de homens públicos que ainda preservam algum pudor. Sobra, por outro lado, arrogância e despreparo para lidar com um conjunto de políticas provenientes de articulações institucionais históricas e que traduzem, sem margem para dúvidas, o conflituoso pacto federativo brasileiro. Continue lendo “A locomotiva que queimava livros. Por Tadeu Alencar Arrais”

Barroso dá 10 dias para Presidência e Congresso se manifestarem sobre revisão da Lei de Cotas
O ministro Luís Roberto Barroso, relator da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) 7.418, ajuizada pelo Partido Verde para garantir que a revisão prevista na Lei de Cotas não seja usada para encerrar a ação afirmativa, determinou que o Supremo julgue a ação em “rito abreviado, de modo a permitir a célere e definitiva resolução”. Continue lendo “Ministro Barroso determina rito abreviado para o STF julgar ação pela manutenção da Lei de Cotas”

Poucos se dão à tarefa de pensar sobre o que é e o que significa, afinal, o “desenvolvimento”. Ele funciona como um poderoso senso comum, um amálgama agregador apontando sentidos e rumos. Atravessa todos os extratos sociais, todos os meandros em que a gente leva a vida, sejam rurais ou urbanos, nas grandes periferias e nos centros mais aquinhoados e intensos, no interior das famílias e comunidades, no trabalho, nos espaços de lazer e cultura, nos meios de comunicação e redes, nas esferas do poder. Geralmente, é visto como uma verdadeira lei econômica incontestável e está incorporado como um acordo político básico de que precisamos do desenvolvimento. Ele é visto como bom e necessário, um processo de sempre ter mais e mais bens e serviços, expressão de bem estar e “civilização” a ser construída. Está subentendido que sem desenvolvimento ninguém pode ter futuro, seja qual for. Só falta achar o caminho certo e as lideranças adequadas que nos levem a ele e nos proporcionem o máximo. O fato é que o desenvolvimento justifica os mais variados regimes políticos, de fascismos e ditaduras a democracias liderados por blocos de direitas ou democracias de perfis mais progressistas e includentes, até os regimes de socialismo histórico de inspiração marxista se vangloriaram de seu rápido desenvolvimento econômico. Continue lendo “O Mantra do ‘Desenvolvimento'[i] – I. Por Cândido Grzybowski”

Investigação da PF indica que homem é um dos suspeitos de atirar contra indígenas em abril de 2023, na comunidade Uxiu
Por g1 RR — Boa Vista
A Polícia Federal prendeu um garimpeiro suspeito de atirar contra indígenas na Terra Yanomami, em Roraima. No ataque, o Yanomami Ilson Xiriana, de 36 anos, foi atingido na cabeça e morreu e outros dois ficaram feridos. O caso foi em abril deste ano na região de Uxiu. A prisão foi nessa sexta-feira (4). Continue lendo “PF prende garimpeiro suspeito de matar indígena e ferir dois em ataque a tiros na Terra Yanomami”