No TaquiPraTi
Quando Braz de Oliveira França nasceu no Curicuriari, no baixo Rio Negro (AM), em 18 de outubro de 1946, o povo Baré, ao qual pertencia, estava oficialmente “extinto”. O Serviço de Proteção aos Índios (SPI) assegurava que no Brasil não havia um único baré. Assim, com o território usurpado, a língua decepada e a identidade eclipsada, Braz Baré já nasceu com seu “eu” e seu “nós” mortos. Precisava lutar para provar que estava vivo e para isso o seu avô, que o batizou, lhe ensinou a “guerrear sem armas de fogo”. Continue lendo “Braz Baré, aquele que nasceu morto e morreu vivo. Por José Ribamar Bessa Freire”










