Um dos cientistas mais renomados da região insiste que essa selva está perto de um ponto sem volta, mas destaca o potencial de sua conservação.
Embora tenha em mente todos os dados sobre o que pode dar errado na Amazônia, o cientista brasileiro Carlos Nobre (São Paulo, 72 anos), um dos mais reconhecidos por seus estudos nesse ecossistema, diz estar esperançoso. Ele disse isso na primeira Conferência Pan-Amazônica para a Bioeconomia, realizada em Belém, Brasil, há duas semanas, onde mais de 300 lideranças indígenas, membros da sociedade civil e representantes de governos locais enviaram aos presidentes dos países amazônicos um série de recomendações sobre como deve ser a economia da região. E essas conversas para pensar como chegar a uma nova bioeconomia, diz, dão-lhe otimismo. Continue lendo ““O potencial econômico da floresta em pé na Amazônia é maior do que a agricultura”. Entrevista com Carlos Nobre”










