O presidente do BC afronta os interesses do país, especialmente das camadas menos favorecidas da população
No Brasil de hoje, se existe alguém que deve ser mal-amado, este é o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto. É bom frisar minha expressão na condicional “deve”, pois não tenho acesso a informações particulares dele. Entretanto, só uma pessoa de mal com o país, pirracenta e atrelado a interesses privados pode ser responsável por essa ignomínia que foi a manutenção da taxa de juros em 13,73% ao ano na reunião de junho do Copom. Uma das mais altas taxa de juros do planeta, diga-se de passagem. E, no entanto, a atitude dele de afronta aos interesses do país, especialmente das camadas menos favorecidas da população brasileira que lutam diariamente pela sua sobrevivência, não foi surpresa. Continue lendo “O mal-amado. Por André Márcio Neves Soares”










